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Dicas de Viagem

7 destinos baratos na América do Sul e o país mais barato para viajar

7 destinos baratos na América do Sul para viajar! Nosso guia tem o roteiro e o orçamento para você explorar o continente gastando pouco!

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Joao Paulo Brasil 18 de jun. de 2025
7 destinos baratos na América do Sul e o país mais barato para viajar

__CAIXA_TEXTO(Artigo atualizado em setembro de 2026)__

Quais são os destinos baratos na América do Sul para quem sai do Brasil? A resposta curta: a Bolívia é o país mais barato para viajar na América do Sul, e Peru, Equador e Colômbia têm os roteiros mais em conta deste guia, com gastos a partir de R$ 170 por dia, por pessoa.

Para o brasileiro, o continente junta vantagens difíceis de achar em outro lugar. A proximidade cultural, a possibilidade de viajar sem visto para a maioria dos países, muitas vezes só com o RG, e o custo de vida mais baixo em vários vizinhos colocam o mochilão ou aquela viagem especial dentro do orçamento.

A América do Sul reúne desertos de sal, cidades coloniais e a cordilheira dos Andes a poucas horas de voo do Brasil. E, em vários países, o real ainda rende bem na troca pela moeda local.

Globo terrestre com foco na América do Sul. Fundo com grãos de café.
Descubra a América do Sul com a proteção que só o seguro viagem Real oferece! (Imagem | Reprodução)

Viajar para fora não precisa significar gastar em dólar ou euro. Para quem pesquisa onde viajar barato saindo do Brasil, os vizinhos sul-americanos costumam oferecer o menor gasto por dia de viagem.

Esta lista reúne 7 lugares baratos para viajar na América do Sul, com roteiro, orçamento e dicas de economia para cada um. A seleção também serve para quem pesquisa destinos baratos na América Latina e quer ficar perto de casa.

Os destinos incluem os desertos de sal da Bolívia, os cânions coloridos do norte argentino e as ruínas incas do Peru. Para cada um deles, há também a lista dos riscos mais comuns para quem viaja sem seguro.

No fim, o guia mostra por que o seguro viagem América do Sul faz parte de qualquer viagem econômica: um imprevisto médico no exterior pode custar mais que a viagem inteira. Os destinos da lista são:

  1. Salar de Uyuni, Bolívia;
  2. Norte da Argentina (Salta & Jujuy);
  3. Medellín & Guatapé, Colômbia;
  4. Cusco & Vale Sagrado, Peru;
  5. Deserto do Atacama, Chile (versão econômica!);
  6. Quito & Baños, Equador;
  7. Colonia del Sacramento & Montevidéu, Uruguai.

__CAIXA_TEXTO(Resumo rápido: a Bolívia é o país mais barato para viajar na América do Sul e em toda a América Latina, segundo o índice de custo de vida da Numbeo para 2026. Nos roteiros deste guia, com valores atualizados em setembro de 2026, o gasto vai de R$ 170 a R$ 710 por dia, por pessoa, sem contar a passagem. Peru, Equador e Colômbia têm os menores custos diários, e o RG basta para entrar em nove países do continente. Na Argentina, o seguro viagem passou a ser exigido de turistas estrangeiros.)__

Quais países fazem parte da América do Sul?

A América do Sul tem 12 países independentes, e o Brasil faz fronteira com nove dos outros onze. Só Chile e Equador ficam de fora dessa lista.

Essa vizinhança explica boa parte do custo baixo. Há voos curtos, rotas de ônibus e até a opção de cruzar a fronteira de carro.

  1. Argentina;
  2. Bolívia;
  3. Brasil;
  4. Chile;
  5. Colômbia;
  6. Equador;
  7. Guiana;
  8. Paraguai;
  9. Peru;
  10. Suriname;
  11. Uruguai;
  12. Venezuela;

Além desses, existem alguns territórios que não são independentes, como:

  1. Guiana Francesa: considerado um departamento ultramarino da França, ou seja, faz parte do território francês e da União Europeia;
  2. Ilhas Malvinas: um território ultramarino do Reino Unido, cuja soberania é disputada com a Argentina.

Para quem viaja com RG, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela aceitam a identidade brasileira, desde que ela tenha menos de 10 anos de emissão e esteja em bom estado. Guiana e Suriname exigem passaporte.

Viajar só com o RG também economiza tempo e dinheiro para quem ainda não tirou o passaporte.

Com o mapa do continente em mente, fica mais fácil entender qual é o país mais barato e quais são os destinos mais baratos da América do Sul.

Qual o país mais barato para viajar na América do Sul?

A Bolívia é o país mais barato para viajar na América do Sul. No índice de custo de vida da Numbeo para 2026, ela tem a menor pontuação do continente, seguida pelo Paraguai.

O Brasil aparece logo depois dos dois, à frente de Equador, Colômbia e Peru, que completam a lista dos países mais baratos para viajar na América do Sul. Isso explica por que o real rende mais na Bolívia e no Paraguai do que em qualquer outro vizinho.

Na outra ponta, Uruguai, Argentina e Chile estão entre os países mais caros do continente. Mesmo assim, com planejamento, os três cabem em uma viagem econômica.

Na prática da viagem, o que pesa é o gasto diário com hospedagem, comida, transporte e passeios. Estes são os valores por pessoa de cada roteiro deste guia, sem passagem aérea, com o câmbio de 28 de setembro de 2026:

  • 1º Peru, Cusco e Vale Sagrado: de R$ 170 a R$ 330 por dia;
  • 2º Equador, Quito e Baños: de R$ 170 a R$ 380 por dia;
  • 3º Colômbia, Medellín e Guatapé: de R$ 190 a R$ 390 por dia;
  • 4º Uruguai, Colonia e Montevidéu: de R$ 225 a R$ 450 por dia;
  • 5º Argentina, Salta e Jujuy: de R$ 270 a R$ 520 por dia, com carro alugado;
  • 6º Bolívia, Salar de Uyuni: de R$ 325 a R$ 550 por dia, com a expedição 4x4 incluída;
  • 7º Chile, Atacama econômico: de R$ 460 a R$ 710 por dia.

O piso considera hostel, comida simples e transporte público; o teto, quarto privativo dividido em dupla, restaurantes e passeios com agência. A Bolívia aparece só em 6º porque o roteiro inclui a travessia de quatro dias no Salar, o passeio mais caro do país.

Fora da expedição, hospedagem, comida e transporte na Bolívia continuam sendo os mais baratos do continente. Já o Uruguai fica no meio da tabela porque o roteiro quase não tem passeios pagos, embora hospedagem e comida por lá estejam entre as mais caras da lista.

Os valores são estimativas baseadas nos orçamentos de cada roteiro abaixo e variam conforme o câmbio e o estilo de viagem. O guia completo de viagem barata reúne outras formas de cortar custos.

Chile ou Peru: qual é mais barato?

O Peru é mais barato que o Chile em praticamente tudo: comida, hospedagem e passeios. No Chile, os tours e a alimentação em San Pedro de Atacama pesam mais no orçamento.

Argentina ou Uruguai: qual é mais barato?

A Argentina ficou mais cara para brasileiros nos últimos anos, e hoje a diferença para o Uruguai é menor do que já foi. Em geral, o norte argentino e cidades do interior ainda saem mais em conta que Montevidéu ou Punta del Este.

No ranking deste guia, a Argentina fica atrás do Uruguai porque o roteiro pelo norte inclui aluguel de carro e combustível. Sem esses dois custos, o gasto diário fica abaixo do uruguaio.

Qual o país mais barato da América Latina para viajar?

A Bolívia também lidera quando a comparação inclui toda a América Latina. No ranking de custo de vida das Américas da Numbeo, ela tem o menor índice, seguida pelo Paraguai.

Destinos da América Central, como Nicarágua, Guatemala e México, aparecem com custo de vida mais alto. Para quem sai do Brasil, a América do Sul ainda soma a vantagem das passagens mais curtas.

E os países perto do Brasil para viajar barato?

Paraguai, Bolívia e Argentina fazem fronteira com o Brasil e permitem roteiros por terra, o que reduz o custo com passagens. Para quem vai pegar a estrada, o guia de documentos para viajar de carro pela América do Sul mostra o que levar.

O Paraguai, segundo país com menor custo de vida do continente, ainda aceita a entrada de brasileiros só com o RG.

Destinos baratos na América do Sul com praia

Quem quer praia gastando pouco encontra boas opções na costa caribenha da Colômbia, com Cartagena e San Andrés. As duas estão entre as opções de mar mais baratas do continente.

No Uruguai, as praias ficam mais em conta fora do verão, quando a procura cai e os preços de hospedagem acompanham.

1. Salar de Uyuni, Bolívia

Salar de Uyuni, Bolívia
Salar de Uyuni, Bolívia (Imagem | Reprodução)

Na época de chuvas, uma fina camada de água transforma o chão do Salar de Uyuni em um espelho que apaga a linha do horizonte. É a imagem mais conhecida da Bolívia e o motivo de muita gente atravessar o continente.

Localizado no sudoeste da Bolívia, é o maior deserto de sal do mundo, com mais de 10 mil quilômetros quadrados.

Por que visitar o Salar de Uyuni em 2026?

Salar de Uyuni, Bolívia
Um fato curioso sobre o Salar de Uyuni: apesar de sua imensidão o consagrar como o maior deserto de sal do planeta, sua formação geológica única significa que o Salar de Atacama, no Chile, pode, na verdade, conter uma quantidade maior de sal. (Imagem | Reprodução)

Além da paisagem, o destino tem a vantagem do preço. A Bolívia é o país mais barato para viajar na América do Sul, e isso aparece na hospedagem, na comida e nos ônibus entre cidades.

Desde 29 de junho de 2026, o boliviano (BOB) passou a ter câmbio flutuante, e hoje R$ 1 compra cerca de 2,3 bolivianos. Como os preços locais ainda acompanham o câmbio novo, os passeios abaixo aparecem em dólar, com a conversão para reais.

Um detalhe importante: a Bolívia pode exigir de brasileiros o certificado internacional de vacina contra a febre amarela. A exigência merece checagem antes do embarque, para evitar surpresa na fronteira.

Roteiro: a travessia de 4 dias e 3 noites

A forma mais comum de conhecer o Salar é a travessia em 4x4, que sai de Uyuni, cruza o altiplano até a fronteira com o Chile e volta em quatro dias.

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  • Dia 1: O Mar de Sal e a Ilha Incahuasi. O tour começa em Uyuni com uma parada no Cemitério de Trens, segue para o coração do Salar, almoça no "mar de sal", visita a Ilha Incahuasi com seus cactos gigantes e termina com um pôr do sol espetacular.
  • Dia 2: Lagunas Altiplânicas e Flamingos. A paisagem muda para o Altiplano Boliviano. O dia é dedicado a explorar as "Lagunas de Colores" (Cañapa, Hedionda, Chiarkota), habitadas por flamingos, e a impressionante Laguna Colorada.
  • Dia 3: Gêiseres, Águas Termais e a Fronteira. O dia começa de madrugada no campo de gêiseres "Sol de la Mañana" (a quase 5.000m de altitude), seguido por um banho relaxante nas Termas de Polques e paisagens como o Deserto de Dalí e a Laguna Verde.
  • Dia 4: Retorno a Uyuni. A manhã é dedicada à viagem de volta, cruzando o Altiplano e chegando em Uyuni no início da tarde.

Orçamento: quanto custa viajar para o Salar?

  • Passeio de 4 Dias/3 Noites: Entre US$ 200 e US$ 300 por pessoa (R$ 1.045 a R$ 1.565) com uma agência confiável. Geralmente inclui transporte 4x4, guia, refeições e hospedagem simples. A entrada da Reserva Eduardo Avaroa, de 150 bolivianos (cerca de R$ 65), é paga à parte.
  • Hospedagem em Uyuni: De US$ 10 a US$ 25 por noite (R$ 52 a R$ 130), entre camas em dormitório e quartos simples.
  • Transporte (Ônibus La Paz-Uyuni): De US$ 15 a US$ 25 nas empresas locais (R$ 78 a R$ 130) e cerca de US$ 43 (R$ 225) na Todo Turismo.
  • Custo Total Estimado (sem aéreo): De R$ 1.300 a R$ 2.200 por pessoa para a experiência completa de 4 dias, com entrada do parque, saco de dormir alugado e gorjetas.

Dicas para economizar em Salar de Uyuni

  • Negociação em Uyuni: fechar o passeio pessoalmente, nas agências da Avenida Ferroviária, costuma sair mais barato que a compra online. Chegar um dia antes dá tempo para comparar.
  • Lanches e água: galões de água e lanches, como barras de cereal e nozes, comprados em Uyuni antes da partida custam bem menos que durante o tour.
  • Dinheiro em espécie: não há caixas eletrônicos durante a expedição. Os bolivianos para todo o tour precisam sair de Uyuni no bolso, e as taxas dos cartões internacionais merecem comparação antes do saque.
  • Baixa temporada: fora das férias de julho e janeiro, as agências costumam oferecer preços menores e grupos mais tranquilos.

Possíveis riscos sem seguro viagem Bolívia

  • Mal da Altitude (Soroche): A altitude elevada (acima de 3.600 metros) pode causar náuseas, dores de cabeça e fadiga. Casos graves podem exigir atendimento médico e oxigênio, gerando custos inesperados.
  • Problemas Mecânicos ou Acidentes: A travessia é feita em veículos 4x4 por áreas remotas. Um acidente ou quebra do veículo pode resultar em custos de resgate e despesas médicas elevadas em uma região com infraestrutura limitada.
  • Intoxicação Alimentar: As condições de higiene e a comida diferente podem causar problemas gastrointestinais. Uma consulta médica ou a necessidade de medicamentos pode ser cara para um turista.
  • Extravio de Bagagem: A viagem de ônibus até Uyuni pode envolver trocas e manuseio de bagagem. O extravio de bagagem pode significar a perda de itens essenciais para a expedição no deserto, como roupas de frio e medicamentos.

Leia mais em:

2. Norte da Argentina (Salta & Jujuy)

Montanhas coloridas e formações rochosas espetaculares nas províncias de Salta e Jujuy, no Norte Argentino, representando a beleza natural da região.
O Norte Argentino reserva paisagens de tirar o fôlego nas províncias de Salta e Jujuy, onde a cultura andina se encontra com montanhas de cores vibrantes, vales férteis e cânions impressionantes. Uma viagem de carro pela Argentina. (Imagem | Reprodução)

Salta e Jujuy merecem destaque por se diferenciarem da Argentina mais conhecida dos brasileiros. Por estarem próximas do Chile e da Bolívia, as duas províncias têm traços culturais andinos bem marcados.

A melhor forma de explorar as províncias de Salta e Jujuy é alugando um carro, em uma das roadtrips mais cênicas da América do Sul. Para quem vai com o próprio veículo, a Carta Verde para a Argentina é obrigatória.

Por que visitar Salta e Jujuy em 2026?

A Argentina ficou mais cara para brasileiros nos últimos anos, mas o norte do país ainda oferece preços bem menores que Buenos Aires, Bariloche ou a Patagônia. Acompanhar a cotação do peso argentino deixa o orçamento mais preciso.

Aluguel de carro, hospedagem simples e a culinária regional seguem com bom custo-benefício na região. É uma experiência autêntica, menos explorada que a Patagônia e igualmente espetacular.

Roteiro sugerido de 7 Dias (de carro)

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  • Dia 1: Chegada em Salta "La Linda" e exploração do centro histórico.
  • Dia 2: Rota sul pela Quebrada de las Conchas até a cidade vinícola de Cafayate.
  • Dia 3: Rumo norte para Purmamarca, base para explorar a Quebrada de Humahuaca (Patrimônio da UNESCO), e ver o famoso Cerro de los Siete Colores.
  • Dia 4: Exploração da Quebrada: Tilcara e a subida de carro até a Serranía de Hornocal (Montanha de 14 Cores).
  • Dia 5: Travessia da Cuesta de Lipán para conhecer as Salinas Grandes, o deserto de sal argentino.
  • Dia 6: Paleta del Pintor em Maimará e retorno com calma para Salta.
  • Dia 7: Despedida de Salta.

Leia mais em: Como aproveitar a Argentina em 7 dias: dicas, lugares, cidades e muito mais!

Orçamento: quanto custa a viagem?

Entre os lugares baratos para viajar na América do Sul, o norte argentino é o que mais depende do câmbio. A cotação do peso muda rápido, e o mesmo roteiro pode custar bem mais ou bem menos de um mês para o outro.

O seguro viagem é obrigatório para entrar na Argentina, e esse custo precisa entrar na conta desde o início.

  • Aluguel de Carro: De US$ 30 a US$ 45 por dia (R$ 155 a R$ 235), ou de R$ 1.100 a R$ 1.650 pelos 7 dias.
  • Combustível: A nafta súper custa cerca de 2.230 pesos o litro em Salta (R$ 7,50), e o circuito de 7 dias, com cerca de 1.100 km, consome perto de R$ 580 por carro.
  • Hospedagem: Hostels a partir de US$ 12 (R$ 63); quartos duplos simples a partir de US$ 40 (R$ 210).
  • Alimentação: No início de 2026, a dúzia de empanadas custava em média 16.000 pesos no centro de Salta (R$ 54 no câmbio atual). Uma refeição com empanadas e bebida sai por cerca de R$ 25 a R$ 30.
  • Custo Total Estimado (7 dias, por pessoa, em dupla, sem aéreo): Entre R$ 1.900 e R$ 3.650, a depender do estilo de viagem.
  • Seguro Viagem Argentina: Obrigatório. Os valores com a Real Seguro Viagem aparecem logo abaixo.

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Dicas para economizar no Norte da Argentina

  • Câmbio: a cotação da troca em espécie merece comparação com o pagamento em cartão global, que muitas vezes tem taxa melhor.
  • Comida local: empanadas e almoços nos "comedores" dos mercados municipais são saborosos e baratos.
  • Carro dividido: quem viaja sozinho encontra outros viajantes nos hostels para dividir o aluguel e a gasolina.
  • Vinho no supermercado: os preços nos supermercados de Cafayate e Salta são excelentes, com os mesmos rótulos das vinícolas.

Possíveis riscos sem seguro viagem

  • Acidentes em Estradas Remotas: Uma road trip por estradas de montanha, muitas vezes de rípio e com curvas sinuosas como a Cuesta de Lipán, aumenta o risco de acidentes. Um atendimento médico de emergência ou reboque do veículo pode ter custos altíssimos.
  • Necessidade de Atendimento Médico: O sistema de saúde público pode ter limitações em cidades pequenas. Precisar de uma consulta ou tratamento na rede privada sem seguro pode ser extremamente caro.
  • Roubo ou Furto de Pertences: Deixar pertences à mostra no carro alugado em paradas turísticas pode atrair furtos, resultando na perda de documentos, dinheiro e equipamentos eletrônicos. A cobertura para roubo e furto cobre esse tipo de prejuízo.
  • Cancelamento de Viagem: Imprevistos de saúde ou problemas familiares antes do embarque podem forçar o cancelamento da viagem, gerando prejuízo com voos e reservas de carro/hotel já pagos.
  • Ser proibido de entrar no país: De acordo com as novas regras da Argentina, turistas brasileiros precisam contratar o seguro viagem. Sem ele, você poderá ser impedido de entrar no país.

Leia também:

3. Medellín & Guatapé, Colômbia

Medellín, Colômbia
Medellín, Colômbia (Imagem | Reprodução)

Medellín é a segunda maior cidade da Colômbia, e também a prova viva do poder da transformação. A cidade deixou um passado turbulento para se tornar uma das metrópoles mais inovadoras e acolhedoras da América do Sul.

Conhecida como a cidade da eterna primavera, Medellín tem temperatura amena o ano inteiro e moradores famosos pela simpatia, os chamados paisas. Para ir além, o guia de o que fazer na Colômbia reúne outras cidades para o roteiro.

Por que visitar Medellín e Guatapé em 2026?

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Descubra a terra de Karol G com o seguro viagem Real! (Imagem | PICRYL)

A Colômbia está entre os países baratos para viajar na América do Sul que mais crescem no turismo. A conversão do Real para o Peso Colombiano (COP) é favorável, o que permite aproveitar uma cidade moderna com preços acessíveis.

Medellín combina cultura, arte e gastronomia com passeios na natureza, o que a tornou um dos destinos de "luxo acessível". A percepção de segurança também melhorou bastante, e o país vem registrando recordes de visitantes internacionais nos últimos anos.

Em Guatapé e arredores, surgem cada vez mais passeios que conectam os turistas com a comunidade local e geram renda para quem vive na região.

Roteiro de 5 dias em Medellín

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  • Dia 1: Chegada e tour pela Comuna 13, um bairro transformado pela arte urbana e pelas escadas rolantes a céu aberto.
  • Dia 2: Explorar o centro, a Plaza Botero com suas esculturas famosas e o Museu de Antioquia.

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  • Dia 3: Bate e volta para Guatapé. Subir os 740 degraus da Piedra del Peñol para uma vista deslumbrante e caminhar pelo vilarejo mais colorido da Colômbia.
  • Dia 4: Visitar o Jardim Botânico, o Parque Explora e pegar o teleférico para o Parque Arví, uma reserva florestal na montanha.

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  • Dia 5: Comprar um bom café colombiano e se despedir da cidade.

Orçamento: quanto custa a viagem para Medellín?

Medellín é um bom exemplo de destino barato na América do Sul com estrutura de cidade grande: metrô, bons hostels e comida farta por pouco dinheiro.

  • Hospedagem econômica: Camas em hostels de El Poblado de US$ 10 a US$ 20 (R$ 52 a R$ 105); quartos privativos a partir de US$ 25 (R$ 130).
  • Alimentação: O almoço executivo, ou "corrientazo", custa de 14.000 a 16.000 pesos (R$ 22 a R$ 25) e é muito bem servido.
  • Transporte: A passagem avulsa do Metrô/Metrocable custa 4.400 pesos (cerca de R$ 7), e o ônibus até Guatapé sai por 16.000 pesos (R$ 25) cada trecho.
  • Passeios: Entrada na Piedra del Peñol de 35.000 pesos (cerca de R$ 55) em 2026; muitos tours na Comuna 13 são baseados em gorjetas.
  • Custo Total Estimado (5 dias, por pessoa, sem aéreo): Entre R$ 950 e R$ 1.950.

Possíveis riscos sem seguro viagem para Colômbia

  • Urgências Médicas: O custo de uma consulta, exames ou internação na rede privada de saúde em Medellín pode ser alto para um turista. Uma simples virose ou acidente pode gerar uma conta significativa.
  • Furtos e Roubos em Grandes Centros: Apesar da grande melhora na segurança, como toda cidade grande, Medellín tem áreas com risco de furtos ("batedores de carteira"), principalmente em locais de grande movimento. A perda de passaporte e dinheiro pode causar enormes transtornos.
  • Acidente em Atividades de Lazer: Uma queda na subida da Piedra del Peñol ou durante um passeio pode resultar em lesões. O seguro cobre desde o primeiro atendimento até uma possível necessidade de repatriação.
  • Problemas com Voos: Cancelamentos ou atrasos longos de voos podem gerar custos extras com hospedagem e alimentação, que não seriam reembolsados sem um seguro para atraso e cancelamento de voo.

Conheça mais sobre a Colômbia em:

4. Cusco & Vale Sagrado, Peru

Vale Sagrado dos Incas, Peru
Vale Sagrado dos Incas, Peru (Imagem | Reprodução)

Cusco foi a capital do Império Inca e ainda guarda muros incas sob igrejas e casarões coloniais. A mistura aparece em quase toda rua do centro histórico.

Nos arredores, o Vale Sagrado dos Incas revela paisagens e sítios arqueológicos de tirar o fôlego. E, claro, é a porta de entrada para Machu Picchu.

Por que visitar Cusco em 2026?

O Peru oferece uma das experiências culturais mais ricas do continente por um preço justo e tem o roteiro mais barato deste guia, a partir de R$ 170 por dia. A conversão do Real para o Sol Peruano (PEN) é vantajosa e a infraestrutura turística é excelente, com opções para todos os bolsos.

Além disso, a gastronomia peruana é uma das mais premiadas do mundo. Para quem vai no meio do ano, o guia sobre o inverno no Peru mostra o que esperar do clima.

Roteiro de 5 Dias (sem Machu Picchu)

Cusco fica a cerca de 3.400 metros de altitude, e os primeiros dias pedem ritmo lento. Por isso, o roteiro abaixo deixa os passeios mais puxados para depois da aclimatação.

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  • Dia 1: Chegada e aclimatação, com ritmo leve para evitar o mal da altitude (soroche) e passeio pela Plaza de Armas e pelo bairro de San Blas.
  • Dia 2: Ruínas de Cusco, com visita a sítios arqueológicos dos arredores: a fortaleza de Sacsayhuamán, Q'enqo, Puka Pukara e Tambomachay.
  • Dia 3: Tour pelo Vale Sagrado, com Chinchero, as Salinas de Maras, os terraços circulares de Moray e a fortaleza de Ollantaytambo.
  • Dia 4: Mercado de artesanato de Pisac e o sítio arqueológico no topo da montanha.
  • Dia 5: Templo do Sol (Qorikancha) e Mercado Central de San Pedro antes da despedida.

Orçamento: quanto custa viajar para Cusco?

Machu Picchu fica fora dessa conta porque tem ingresso e trem próprios, que pesam bastante no orçamento.

  • Boleto Turístico de Cusco (BTC): Essencial. O integral (10 dias) custa 130 soles (cerca de R$ 200) e compensa para quem visita várias atrações.
  • Hospedagem: Camas em hostels de US$ 10 a US$ 18 (R$ 52 a R$ 95); quartos privativos a partir de US$ 25 (R$ 130).
  • Alimentação: Um "menu do dia" nos mercados e restaurantes locais custa de 12 a 20 soles (R$ 18 a R$ 31).
  • Custo Total Estimado (5 dias, sem Machu Picchu, por pessoa): Entre R$ 850 e R$ 1.650.

Dicas de ouro para economizar em Cusco

  • Boleto Turístico Integral: para quem fica mais de 2 dias e visita várias atrações, ele quase sempre se paga.
  • Colectivos: as vans locais são a forma mais barata e autêntica de circular pelo Vale Sagrado.
  • Almoço nos mercados: o Mercado Central de San Pedro tem comida autêntica, saborosa e barata.
  • Caminhadas: Cusco é uma cidade para conhecer a pé, e esse é o jeito de sentir a cidade sem gastar nada.

Possíveis riscos sem seguro viagem Peru

  • Mal da Altitude Severo: O "soroche" pode evoluir para condições mais graves como edema pulmonar ou cerebral. O tratamento é caro e pode exigir evacuação médica para uma cidade com mais recursos.
  • Intoxicação Alimentar: A culinária é um ponto alto, mas experimentar de tudo pode levar a uma intoxicação. Arcar com os custos de uma consulta e medicamentos em hospitais para turistas pode pesar no orçamento.
  • Acidentes em Trilhas e Passeios: Uma torção no tornozelo durante a caminhada pelas ruínas de Pisac ou Sacsayhuamán pode parecer simples, mas sem seguro, os custos de atendimento, raio-x e medicamentos são por sua conta.
  • Perda de Documentos e Dinheiro: Em locais movimentados como o Mercado de San Pedro, furtos podem acontecer. Um seguro oferece assistência para reemissão de documentos e adiantamento de verba em caso de emergência.

Leia também:

5. Deserto do Atacama, Chile (versão econômica)

Deserto do Atacama, Chile
Deserto do Atacama, Chile (Imagem | Reprodução)

O Deserto do Atacama tem fama de ser caro, e os passeios de fato pesam no orçamento. Com algumas escolhas simples, porém, dá para conhecer o deserto não polar mais seco do mundo gastando bem menos.

Por que conhecer o Atacama gastando pouco?

O Chile está entre os países mais caros do continente, mas o Atacama concentra paisagens que não aparecem em nenhum outro destino da lista. Com agências locais de bom custo-benefício e hospedagem com cozinha, a viagem cabe em um orçamento econômico.

O Atacama também é o destino da lista com maior variação de temperatura no mesmo dia. A mala precisa de roupa para calor à tarde e frio abaixo de zero na madrugada.

Roteiro prático de 4 Dias

San Pedro de Atacama é a base para todos os passeios, e o aeroporto mais próximo fica em Calama, a cerca de 100 quilômetros. O traslado entre as duas cidades costuma ser feito em vans compartilhadas, mais baratas que o táxi.

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  • Dia 1: Chegada e pôr do sol no Valle de la Luna. O passeio clássico para o primeiro dia, com paisagens que lembram a superfície lunar.
  • Dia 2: Lagunas Altiplânicas e Piedras Rojas. Um tour de dia inteiro para as lagoas de azul profundo e o salar de rochas avermelhadas que cria um contraste incrível.
  • Dia 3: Geysers del Tatio e termas. A saída é de madrugada, para ver o campo geotérmico em plena atividade, com parada em águas termais na volta.
  • Dia 4: Lagunas Escondidas de Baltinache, onde a concentração de sal é alta o bastante para o corpo flutuar na água azul-turquesa.

Leia mais em: O que fazer no Chile em 7 dias: roteiro + dicas!

Orçamento: como fazer o Atacama caber no bolso?

O custo do Atacama depende quase todo dos passeios, porque cada tour tem preço próprio e a entrada dos parques é cobrada à parte.

  • Passeios: este será o maior custo da viagem. Em agências locais, cada tour custa de 30.000 a 50.000 CLP, e o pacote com os 4 passeios do roteiro fica entre 140.000 e 200.000 CLP (R$ 760 a R$ 1.085), mais cerca de 67.000 CLP (R$ 360) nas entradas dos parques, pagas em dinheiro.
  • Hospedagem: A melhor forma de economizar é em um hostel com cozinha, com camas a partir de US$ 20 por noite (cerca de 19.000 CLP, ou R$ 105).
  • Alimentação: Cozinhar no hostel é a chave. Comer fora em San Pedro é caro, com pratos a partir de 12.000 CLP (R$ 65).
  • Traslado: O transfer compartilhado entre Calama e San Pedro custa de US$ 15 a US$ 20 por trecho (R$ 78 a R$ 105).
  • Custo Total Estimado (4 dias, por pessoa, sem aéreo): Seguindo o plano econômico, o gasto fica entre R$ 1.850 e R$ 2.850.

Dicas de ouro para economizar no Atacama

  • Cozinha compartilhada: hospedagem com cozinha gera a maior economia da viagem, já que comer fora em San Pedro é caro.
  • Pacote de passeios: pesquisar em várias agências da rua Caracoles e fechar todos os tours em um pacote costuma render desconto.
  • Bicicleta: para passeios próximos, como o Pukará de Quitor, alugar uma bike sai muito mais barato que pagar o tour.
  • Pesos chilenos em espécie: a cotação em Santiago ou Calama é melhor que em San Pedro, e algumas agências dão desconto para pagamento em dinheiro.
  • Passagem com antecedência: voos para Calama variam muito de preço, e o guia sobre o melhor dia e hora para comprar passagem aérea mostra quando comprar.

Por ser um destino remoto, o Atacama é também onde a falta de seguro pode sair mais cara. Os hospitais mais equipados ficam em Calama e Antofagasta, longe dos passeios.

Possíveis riscos sem seguro viagem

  • Custos Médicos Elevados: O Chile possui um dos sistemas de saúde mais caros da América do Sul. Qualquer emergência, como um acidente nos passeios ou uma desidratação severa, resultará em contas médicas altíssimas na pequena estrutura de San Pedro de Atacama.
  • Variações Extremas de Temperatura: O choque térmico (madrugadas abaixo de zero nos Gêiseres e calor intenso durante o dia) pode desencadear problemas respiratórios ou outras condições médicas, exigindo atendimento.
  • Acidentes em Locais Remotos: Muitos passeios, como Piedras Rojas ou os Geysers, são em locais distantes e de difícil acesso. Um resgate ou transporte de emergência pode custar uma fortuna.
  • Danos a Equipamentos: A poeira fina e a areia do deserto podem danificar câmeras, celulares e outros eletrônicos. Um seguro com cobertura para equipamentos pode salvar o prejuízo.

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6. Quito & Baños, Equador

Baños, Equador
Baños, Equador (Imagem | Reprodução)

Este roteiro une o centro histórico de Quito, um dos mais bem preservados da América Latina, com Baños de Agua Santa, conhecida como a capital dos esportes de aventura do Equador.

Por que o Equador é um destino barato?

A moeda oficial é o dólar americano, mas os preços de tudo são muito mais baixos que nos EUA. Isso facilita o planejamento e coloca o Equador entre os países mais baratos da América do Sul, com atividades de aventura a preços muito convidativos.

No ranking de gasto diário deste guia, o Equador fica em 2º, com custo a partir de R$ 170 por dia, por pessoa.

Quem tiver mais dias e orçamento pode estender a viagem até as Ilhas Galápagos. As ilhas custam bem mais, mas completam a viagem para quem tem tempo.

Roteiro sugerido de 5 Dias

Baños fica a cerca de três horas e meia de ônibus de Quito, e a própria estrada já mostra os vulcões da região.

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  • Dia 1: Centro histórico de Quito, com a Plaza Grande, a Iglesia de la Compañía de Jesús, folheada a ouro, e a Basílica del Voto Nacional.
  • Dia 2: Mitad del Mundo, com a foto clássica na linha do Equador, e subida de teleférico no vulcão Pichincha para uma vista espetacular.
  • Dia 3: Viagem para Baños e Rota das Cachoeiras de bicicleta até o impressionante Pailón del Diablo.
  • Dia 4: Adrenalina e o Balanço no Fim do Mundo. Dia de rafting, canyoning ou tirolesa, terminando com a foto clássica na Casa del Árbol.
  • Dia 5: Relaxar nas águas termais de Baños e retornar a Quito.

Orçamento: quanto custam as aventuras no Equador?

Como o Equador usa o dólar americano, o orçamento é planejado direto nessa moeda, sem uma segunda conversão.

  • Hospedagem: Hostels de US$ 7 a US$ 18 por noite.
  • Alimentação: O "Almuerzo" (almoço executivo) é a melhor dica, custando entre US$ 3,50 e US$ 6.
  • Transporte: Ônibus Quito-Baños por cerca de US$ 4,50 o trecho.
  • Atividades de Aventura: Rafting ou Canyoning em Baños por cerca de US$ 30.
  • Custo Total Estimado (5 dias, por pessoa, sem aéreo): Entre US$ 165 e US$ 360, o que dá aproximadamente R$ 850 a R$ 1.900.

Dicas de ouro para economizar no Equador

  • Almuerzos: o almoço executivo rende uma refeição completa por preço baixo, longe dos restaurantes turísticos.
  • Transporte público: é a forma mais barata e eficiente de circular em Quito e entre as cidades.
  • Passeios por conta própria: a Mitad del Mundo é fácil de alcançar de transporte público, e a bike alugada em Baños sai mais barata que um tour.
  • Internet sem susto: um chip de viagem internacional evita surpresas na conta do celular.

Possíveis riscos sem seguro viagem

  • Acidentes em Esportes Radicais: Baños é a capital da aventura. Praticar rafting, canyoning ou tirolesa sem seguro é extremamente arriscado. Uma lesão pode exigir resgate e cuidados médicos caros, cobrados em dólar.
  • Furtos em Quito: O centro histórico e terminais de ônibus de Quito podem ser locais visados por batedores de carteira. Perder o passaporte e os dólares pode arruinar a viagem.
  • Problemas de Saúde Inesperados: Mesmo que a moeda seja o dólar, o custo médico para estrangeiros não é barato. Uma simples emergência odontológica ou uma infecção podem gerar despesas altas e não planejadas.
  • Cancelamento de Passeios e Transportes: Instabilidade climática, especialmente em Baños, pode levar o passeio a ser cancelado. Sem seguro, o valor pago pode não ser reembolsado.

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7. Colonia del Sacramento & Montevidéu, Uruguai

O último destino da lista é o mais tranquilo. O Uruguai combina o bairro histórico de Colonia del Sacramento com o ritmo calmo de Montevidéu, a capital.

Por que visitar o Uruguai em 2026?

É um dos destinos internacionais mais fáceis de chegar a partir do Sul do Brasil e oferece tranquilidade e segurança. É também o país com o maior custo de vida da América do Sul, segundo a Numbeo, mas com planejamento é possível fazer uma viagem econômica.

Colonia fica a pouco mais de uma hora de barco de Buenos Aires, o que permite combinar os dois países no mesmo roteiro.

Roteiro sugerido de 4 Dias

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  • Dia 1: Chegada em Colonia del Sacramento, com passeio pelo Bairro Histórico, pela Calle de los Suspiros e o pôr do sol do alto do Farol.
  • Dia 2: Manhã em Colonia e viagem para Montevidéu, com a primeira caminhada pela Rambla no fim da tarde.
  • Dia 3: Ciudad Vieja, Plaza Independencia e almoço de parrillada no Mercado del Puerto.
  • Dia 4: Feira de rua Tristán Narvaja, se cair num domingo, ou Estádio Centenário e praia de Pocitos nos outros dias.

Orçamento: quanto custa a viagem para o Uruguai?

A alimentação é o item que mais pesa no Uruguai, e é também onde está a maior chance de economia.

Quem sai do Rio Grande do Sul ainda pode chegar de carro ou de ônibus, o que corta o gasto com passagem aérea.

  • Hospedagem: Camas em hostels de Montevidéu de US$ 18 a US$ 25 (R$ 94 a R$ 130); quartos privativos simples a partir de US$ 40 (R$ 210).
  • Alimentação: É a parte mais cara. O menu executivo custa de US$ 10 a US$ 14 (R$ 52 a R$ 73), e um almoço de parrilla no Mercado del Puerto sai de 1.000 a 1.700 pesos uruguaios (R$ 130 a R$ 220).
  • Transporte: O ônibus Colonia-Montevidéu custa de US$ 14 a US$ 16 o trecho (R$ 73 a R$ 84), com viagem de cerca de 2h45.
  • Custo Total Estimado (4 dias, por pessoa, sem aéreo): Entre R$ 900, com hostel e transporte público, e R$ 1.800, com quarto privativo e refeições em restaurantes.

Dicas de ouro para economizar no Uruguai

  • Rambla e parques: a melhor atividade de Montevidéu é caminhar ou relaxar na orla, sem custo.
  • Parrilla fora do Mercado del Puerto: o mercado merece a visita, mas restaurantes de bairro servem boa parrilla por preço justo.
  • IVA zero na temporada: no verão, restaurantes e aluguel de carro pagos com cartão emitido fora do Uruguai ficam isentos do IVA, e o governo já anunciou o benefício para a temporada 2026-2027. Fora desse período, a isenção não se aplica.
  • Supermercados: para lanches e bebidas, são a forma mais barata de comer.
  • Viagem de carro: saindo do Sul do Brasil, a viagem por terra corta o gasto com passagem, e a Carta Verde para o Uruguai é obrigatória.

O sistema de saúde uruguaio tem boa estrutura, mas o atendimento particular para turistas é caro.

Possíveis riscos sem seguro viagem

  • Alto Custo Médico: O Uruguai tem um custo de vida elevado, e isso se reflete nos serviços de saúde. Uma emergência médica, consulta ou internação pode ter um custo comparável com o de países europeus, sendo um grande risco financeiro.
  • Furtos de Oportunidade: Embora seja um país seguro, áreas turísticas como a Ciudad Vieja em Montevidéu ou a feira Tristán Narvaja podem ter furtos. A perda de pertences pode gerar grande transtorno e prejuízo.
  • Problemas Odontológicos: Uma dor de dente ou a quebra de uma obturação pode acontecer a qualquer momento. Um tratamento odontológico de emergência no Uruguai pode ser bastante caro sem a cobertura de um seguro.
  • Extravio ou Dano de Bagagem: Seja na chegada pelo aeroporto ou na viagem de barco/ônibus entre Colonia e Montevidéu, sua mala pode ser extraviada ou danificada. Ter que comprar itens de primeira necessidade em uma moeda mais valorizada pode impactar o orçamento.

Leia mais:

Onde viajar barato: como escolher entre os destinos da América do Sul

Para quem ainda está decidindo onde viajar barato, o primeiro filtro entre os destinos mais baratos da América do Sul é o tipo de viagem. Natureza extrema aponta para a Bolívia e o Atacama, história leva a Cusco e Quito, e cidade grande com bom preço é o forte de Medellín.

O segundo filtro é a época. Fora das férias de janeiro e julho, passeios, hospedagem e passagens costumam custar menos em quase todos os destinos da lista.

A passagem aérea costuma ser o maior gasto isolado da viagem. Comprar com antecedência e comparar datas próximas faz diferença, e o guia de como economizar na compra de passagens aéreas reúne as estratégias mais usadas.

Para quem mora no Sul ou no Centro-Oeste, as rotas por terra até Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia eliminam esse custo. Nesse caso, entram na conta os seguros de veículo exigidos em cada país.

Também existe a opção de nem sair do país. Os destinos baratos no Brasil dispensam câmbio e passagem internacional.

Em qualquer escolha, a economia no roteiro não deve vir da reserva para emergências. O passo a passo de como viajar gastando pouco mostra onde cortar sem abrir mão da segurança.

Viagem barata pela América do Sul começa com o seguro certo

Uma viagem barata pela América do Sul cabe no bolso, seja no Peru, no Equador ou na Colômbia. A economia vem de escolher bem o destino, a época e o jeito de se deslocar.

Planejar de forma econômica não é se privar, e sim gastar com critério em experiências autênticas. O passo a passo de como montar um roteiro de viagem organiza cada etapa.

O que não entra nessa economia é a proteção. Uma torção no tornozelo em Cusco, uma intoxicação em Medellín ou uma mala extraviada na estrada para Uyuni custam caro para quem viaja sem cobertura.

Um bom seguro viagem é o pequeno custo que protege de grandes prejuízos. Na Real, você compara planos de várias seguradoras e encontra um seguro viagem barato e confiável para o seu destino em poucos minutos.

A cotação mostra coberturas, limites e preços lado a lado, para escolher o plano que combina com o roteiro e com o orçamento.

Na Argentina, o seguro ainda é exigido na entrada, o que torna a contratação parte obrigatória do planejamento.

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