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O que fazer em Belo Horizonte na Copa do Mundo Feminina 2027
BH recebe 8 jogos da Copa Feminina 2027 e pode ter o Brasil no mata-mata. Passeios, onde ficar, clima de julho e como ir até o Mineirão.

Belo Horizonte recebe 8 jogos da Copa do Mundo Feminina 2027 no Mineirão, entre 26 de junho e 16 de julho. Se a campanha no Grupo A colaborar, a Seleção ainda pode jogar na cidade no mata-mata.
Com jogos no Mineirão espalhados por três semanas, sobra bastante tempo livre entre uma partida e outra.
Quem procura o que fazer em Belo Horizonte nesses intervalos encontra muita coisa, a começar pela Pampulha de Niemeyer e pelos museus gratuitos da Praça da Liberdade.
Os preços citados aqui foram conferidos em outubro de 2026, e devem subir até a Copa, principalmente nos hotéis. Quem consegue planejar a viagem agora tende a pagar menos.
__CAIXA_TEXTO(Resumo da Copa em BH: 8 jogos no Mineirão, sendo 6 da fase de grupos e 2 do mata-mata, entre 26/06 e 16/07/2027. A Seleção joga a fase de grupos no Rio, em São Paulo e em Brasília. Se terminar em 2º no Grupo A, faz as oitavas no Mineirão em 11/07. Se terminar em 1º, joga as oitavas em Fortaleza e pode voltar para BH nas quartas, em 16/07. O sorteio dos grupos acontece em 11/12/2026, no Rio de Janeiro.)__
Datas e jogos no Mineirão na Copa do Mundo Feminina 2027
A Copa do Mundo Feminina 2027 vai de 24 de junho a 25 de julho e é a primeira disputada na América do Sul. São 32 seleções e 64 partidas em oito cidades-sede.
No calendário oficial da FIFA, divulgado em agosto de 2026, o Mineirão ficou com seis jogos da fase de grupos, um das oitavas e um das quartas. Só São Paulo, Rio e Fortaleza recebem mais partidas.
Os adversários ainda não têm nome.
Eles saem no sorteio de 11 de dezembro de 2026, no Museu de Arte Moderna do Rio, e os horários das partidas vêm logo depois.
__TABELA(Data|Dia da semana|Fase|Jogo; 26/06|Sábado|Fase de grupos|Grupo C; 28/06|Segunda-feira|Fase de grupos|Grupo G; 30/06|Quarta-feira|Fase de grupos|Grupo B; 02/07|Sexta-feira|Fase de grupos|Grupo F; 05/07|Segunda-feira|Fase de grupos|Grupo C; 07/07|Quarta-feira|Fase de grupos|Grupo E; 11/07|Domingo|Oitavas de final|1º do Grupo B x 2º do Grupo A; 16/07|Sexta-feira|Quartas de final|Vencedor do jogo 49 x vencedor do jogo 50)__
A Seleção não joga no Mineirão na primeira fase. Estreia em 24 de junho no Maracanã, no Rio, enfrenta a segunda adversária em 29 de junho na Neo Química Arena, em São Paulo, e fecha o grupo em 4 de julho no Mané Garrincha, em Brasília.
Se terminar em segundo no Grupo A, o Brasil vem para BH e enfrenta a líder do Grupo B no dia 11 de julho.
Em primeiro, a Seleção faz as oitavas em Fortaleza, no dia 10, e só volta a Minas nas quartas, em 16 de julho, se passar. A final é no Maracanã, em 25 de julho, em qualquer cenário.
Ingresso ainda não está à venda, mas a FIFA mantém um cadastro de interesse no site oficial e avisa quem se inscreve quando as vendas abrirem.
Como chegar a Belo Horizonte e circular durante a Copa
BH tem cerca de 2,3 milhões de moradores, segundo o Censo 2022 do IBGE, e o trânsito pesa no fim da tarde.
A maioria chega pelo Aeroporto Internacional de Confins, a uns 40 km do centro. Sem trânsito, são 40 minutos de carro até a Savassi, mas no horário de pico passa fácil de uma hora.
A saída mais barata é o ônibus da Conexão Aeroporto, da Unir, com bilhete no guichê do desembarque, nos totens ou no site da empresa.
__TABELA(Opção|Preço|Para onde vai|Tempo de viagem; Ônibus executivo|R$ 49,50|Terminal Álvares Cabral, em Lourdes, com parada no Ouro Minas|Cerca de 50 minutos; Ônibus semi-expresso|R$ 28,70|Terminal Álvares Cabral ou rodoviária|Cerca de 1h15; Ônibus convencional|R$ 22,75|Rodoviária, no centro|Cerca de 1h40; Táxi ou aplicativo|A partir de R$ 100|Porta a porta|De 40 minutos a 1h10)__
Táxi e aplicativo passam de R$ 100 até a região central e encarecem com chuva ou trânsito. Para três pessoas, sai quase o mesmo que o executivo, com a vantagem de descer na porta do hotel.
O Aeroporto da Pampulha, dentro da cidade, tem alguns voos regionais e fica perto do Mineirão.
A rodoviária fica no centro, colada na estação Lagoinha do metrô, e para quem encara muitas horas de estrada existe o seguro viagem para quem viaja de ônibus.
De carro, o acesso é pela BR-381 vindo de São Paulo, pela BR-040 vindo do Rio ou de Brasília e pela BR-262 vindo de Vitória. Se a ideia é transformar a ida para a Copa numa road trip, as coberturas do seguro viagem de carro mostram o que fica protegido para motorista e passageiros.
Na cidade, o ônibus custa R$ 6,25 na maioria das linhas e o metrô, R$ 6,00. O metrô tem uma linha só, entre Eldorado e Vilarinho, e não chega perto da Pampulha.
Para o Mineirão, o mais usado é o BRT MOVE pela Avenida Antônio Carlos, com uma caminhada no fim até os portões.
Em jogo grande, a prefeitura costuma montar esquema especial de trânsito e linhas extras, com avisos no portal da Prefeitura de Belo Horizonte. O aperto mesmo é na volta, quando todo mundo sai junto, o aplicativo dispara de preço e o sinal de celular perto do estádio some.
Combinar um ponto de encontro antes de entrar evita muita dor de cabeça. E esperar uns 30 ou 40 minutos depois do apito final resolve o resto, porque a fila do MOVE anda e o preço do carro cai.
Onde ficar em BH e quanto custa a diária
O Mineirão fica na Pampulha, a uns 10 km da Savassi. Dormir longe do estádio significa mais vida noturna e restaurantes por perto, mas também mais tempo no trânsito em dia de jogo.
Savassi e Lourdes costumam ser os bairros preferidos de quem visita a cidade. Dá para resolver quase tudo a pé, e tem de hostel a hotel cinco estrelas.
Numa busca no Kayak, o ibis budget Afonso Pena, na Savassi, aparecia a partir de R$ 294 a diária. O Mercure Lourdes começava em R$ 501, o Radisson Blu Savassi em R$ 962, e havia hostel perto da Praça da Savassi a partir de R$ 47 por pessoa.
No Centro estão as diárias mais baixas. O ibis budget Minascentro sai a partir de R$ 266, perto do Mercado Central, e o Hostel das Artes, próximo do hipercentro, aparecia a partir de R$ 136 com café.
À noite, porém, várias ruas do Centro esvaziam, e depois das 22h o aplicativo é a forma mais segura de voltar.
A Pampulha tem pouca oferta, mas fica a minutos do estádio. Há pousadas perto da lagoa a partir de R$ 350, e o Ouro Minas, na saída para Confins, a partir de R$ 400.
__TABELA(Bairro|Perfil|Diária de referência; Savassi e Lourdes|Bares, restaurantes e quase tudo a pé|Hostels a partir de R$ 47 e hotéis de R$ 294 a R$ 962; Funcionários|Mais calmo e perto da Praça da Liberdade|Faixa parecida com a da Savassi; Centro|Mais barato, perto da rodoviária e do Mercado Central|Hostel a partir de R$ 136 e ibis budget a partir de R$ 266; Pampulha|Perto do Mineirão e da lagoa|Pousadas a partir de R$ 350)__
Com ingresso para mais de um dos jogos no Mineirão, dá para dividir a estadia entre a Savassi e uma noite na Pampulha. De Lourdes até o estádio são de 30 minutos a uma hora, conforme o trânsito.
Todos esses valores são de baixa temporada, para te dar uma noção. Com jogos em datas próximas e férias escolares ajustadas para coincidir com a Copa, as diárias devem subir, e reservar com cancelamento grátis antes do sorteio deixa margem para trocar de data.
Pontos turísticos de BH com preço e horário
Boa parte dos pontos turísticos de BH não cobra entrada, e os que cobram costumam custar menos que um almoço.
Pampulha, entre a igrejinha e o Mineirão
O Conjunto Moderno da Pampulha, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2016, foi projetado por Oscar Niemeyer nos anos 1940 em volta da lagoa. Fica a minutos do Mineirão, o que encaixa bem no dia de jogo.

A igrejinha, como todo mundo chama a Igreja de São Francisco de Assis, fica na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3.000. Entrar é de graça, mas pedem uma contribuição para ver por dentro os painéis de Portinari, e a visita vai de terça a sexta, com pausa no almoço.
A Casa do Baile, no número 751, virou centro de referência em arquitetura e abre de quarta a domingo, das 10h às 18h, sem cobrar nada.
A Casa Kubitschek, antiga casa de fim de semana de JK, também tem visita gratuita.
Já o Museu de Arte da Pampulha está fechado há quase sete anos, e o restauro do antigo cassino só deve começar no primeiro semestre de 2027. Por enquanto, dá para ver o prédio e os jardins de Burle Marx só por fora.
Em agosto de 2026, a prefeitura anunciou a volta do passeio de barco pela lagoa, a R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia, mas ainda sem horário nem local de embarque.
Para quem está viajando com criança, o Zoológico fica na mesma orla, no número 8.000, e abre de terça a domingo, das 8h às 17h. Custa R$ 6,95 de terça a sexta, R$ 8,80 no sábado e R$ 14,20 no domingo, mais R$ 10,60 para o aquário, e não aceita cartão de crédito.
No próprio Mineirão, o tour pelos bastidores sai por R$ 40, ou R$ 50 com o Museu Brasileiro do Futebol, e leva cerca de uma hora. Durante a Copa, porém, a FIFA assume o estádio e o tour deve ficar suspenso.
Quem gosta de turismo esportivo ainda tem a Arena MRV, do Atlético, no bairro Califórnia. O tour dura 1h20 e custa R$ 80, ou R$ 40 a meia.
No Centro, Mercado Central e Feira Hippie
O Mercado Central fica na Avenida Augusto de Lima, 744, tem mais de 400 lojas e abre de segunda a sábado, das 8h às 18h, e até as 13h no domingo e no feriado.
Lá dá para provar queijo antes de comprar e tomar uma dose de cachaça às dez da manhã sem ninguém achar estranho. Também foi ali que o fígado com jiló ganhou fama.
Na Praça da Estação, o Museu de Artes e Ofícios ocupa o prédio da antiga estação ferroviária, com ferramentas e objetos de profissões dos séculos 18 a 20. Dali até o Parque Municipal, que é gratuito, e o Palácio das Artes, que costuma ter exposições de graça, é uma caminhada curta.
No domingo de manhã, a Feira Hippie toma a Avenida Afonso Pena com mais de 1.500 expositores e cerca de 60 mil visitantes por semana, segundo a prefeitura. O movimento vai até o começo da tarde, com artesanato, roupa, couro, pedra-sabão e 118 barracas de comida.
À noite, o Mercado Novo, entre a Avenida Olegário Maciel e a Rua Rio Grande do Sul, enche de quinta a sábado com bares de cachaça, vinho e cerveja artesanal nos andares de cima.
Ali perto, o Edifício Maletta, na Avenida Augusto de Lima, 233, tem a Cantina do Lucas, aberta desde os anos 1960, e varandas lotadas.
Praça da Liberdade e seus museus gratuitos
Os antigos prédios do governo de Minas em volta da Praça da Liberdade viraram o Circuito Liberdade, um conjunto de museus e centros culturais. A maioria não cobra entrada.
O MM Gerdau Museu das Minas e do Metal é gratuito e abre de terça a domingo a partir do meio-dia, com horário estendido na quinta. O Memorial Minas Gerais Vale também é de graça e conta a história do estado em salas interativas.
O CCBB Belo Horizonte tem exposições temporárias gratuitas e fica aberto até as 22h na maioria dos dias. No fim de semana, o Palácio da Liberdade recebe visitas gratuitas das 10h às 16h, com reserva antecipada.
No número 700 da praça, o Espaço do Conhecimento UFMG tem exposições gratuitas e um planetário com sessões a R$ 20, ou R$ 10 a meia. Abre de terça a domingo, das 10h às 17h, e no sábado vai até as 21h, com programação que agrada quem curte astroturismo.
Mirantes e arte urbana
O Mirante do Mangabeiras, na Rua Pedro José Pardo, 1.000, é gratuito, tem lunetas e a vista mais aberta da cidade, com a Serra do Curral atrás. O horário muda conforme a época do ano.

A Praça do Papa, ali perto, reabriu em agosto de 2026 depois de uma reforma e é onde os moradores vão ver o sol baixar no fim da tarde.
Na Rua Sapucaí, no Floresta, os bares olham para os murais gigantes do Circuito Urbano de Arte, o CURA, pintados nas laterais dos prédios do Centro. O programa custa só o que você consumir.
__TABELA(Atração|Preço|Funcionamento; Igreja São Francisco de Assis|Gratuita, com contribuição pedida|Terça a sexta, com pausa no almoço; Casa do Baile|Gratuita|Quarta a domingo, das 10h às 18h; Zoológico de BH|R$ 6,95 a R$ 14,20|Terça a domingo, das 8h às 17h; Tour do Mineirão|R$ 40, ou R$ 50 com museu|Fora de dia de jogo; Tour da Arena MRV|R$ 80|Conforme a agenda do clube; Mercado Central|Gratuito|Segunda a sábado, das 8h às 18h, domingo até 13h; Circuito Liberdade|Maioria gratuita|Terça a domingo, horários variados; Planetário do Espaço do Conhecimento|R$ 20, ou R$ 10 a meia|Terça a domingo; Mirante do Mangabeiras|Gratuito|Horário conforme a estação)__
O que fazer em Belo Horizonte em 3 dias
Para decidir o que fazer em Belo Horizonte sem perder tempo no trânsito, o mais simples é montar o roteiro por região. A sugestão aqui encaixa o jogo na Pampulha e deixa os outros dias para o Centro e a Liberdade.
__TABELA(Dia|Manhã|Tarde|Noite; Dia 1: Centro|Mercado Central|Praça da Estação, Parque Municipal e Palácio das Artes|Edifício Maletta ou Mercado Novo; Dia 2: Pampulha|Igrejinha, Casa do Baile e almoço na região|Chegada com folga no Mineirão|Jogo e volta planejada; Dia 3: Liberdade|MM Gerdau, Memorial Vale e planetário|Savassi e Rua Sapucaí|Pôr do sol no Mirante do Mangabeiras)__
O primeiro dia começa no Mercado Central, que ocupa a manhã sem esforço. À tarde, Praça da Estação, Parque Municipal e Palácio das Artes cabem numa caminhada, e a noite termina no Maletta ou no Mercado Novo, se for de quinta a sábado.
Se cair num domingo, a Feira Hippie entra de manhã e o Mercado Central fecha às 13h, então compensa trocar esse dia com o terceiro.
O segundo é o dia do jogo. Igrejinha e Casa do Baile de manhã, almoço num restaurante mineiro da região e chegada no Mineirão com pelo menos duas horas de antecedência por causa da revista.
Depois do apito, sem pressa para sair, o jantar pode ficar para mais tarde na Savassi.
No terceiro dia, a manhã é do Circuito Liberdade, com MM Gerdau, Memorial Vale e o planetário, se tiver sessão. A tarde fica com a Savassi e a Rua Sapucaí, e o pôr do sol no Mirante do Mangabeiras fecha a viagem.
Sobrou um quarto dia? Inhotim, sem dúvida, com o dia inteiro reservado para ele.
Onde comer em BH, do boteco à comida mineira
BH está na Rede de Cidades Criativas da UNESCO na gastronomia desde 2019, tem fama de capital nacional dos botecos e aparece em toda lista de turismo gastronômico no Brasil.
Quem pesquisa o que fazer em Belo Horizonte logo percebe que comer ocupa metade do roteiro.
Para ter uma referência, o pão de queijo de balcão vai de R$ 3 a R$ 6,90 nas padarias da cidade e o cafezinho, de R$ 1,50 a R$ 3, segundo levantamento do site Mercado Mineiro de julho de 2026.
Mercado Central e Centro
No Mercado Central, o Bar da Lora é o endereço mais famoso do fígado com jiló, que vem em porção para dividir. Casa Cheia e o Restaurante do Jorge Americano servem almoço mineiro nos corredores, de frango com quiabo a feijoada.

Para trazer na mala, o queijo Canastra de São Roque de Minas saía entre R$ 45 e R$ 53 o quilo em meados de 2025, e o doce de leite com coco, por volta de R$ 33. O preço muda bastante de banca para banca, então compensa rodar antes de comprar.
Na Rua Tupinambás, o Café Palhares serve desde 1938 o kaol, prato de cachaça, arroz, ovo e linguiça que todo belo-horizontino conhece.
A Pop Kid, na Rua Rio de Janeiro, 661, é parada certa para pastel de queijo, que custava de R$ 19,90 a R$ 35,90 em 2025. No Maletta, a Cantina do Lucas é conhecida pelo filé à francesa e pelo talharim.
Já na Lagoinha, o Bença Bençoi junta música e petisco mineiro, com chips de jiló a R$ 14,90 e língua de boi a R$ 39,90 nos preços de 2025.
Savassi e Lourdes
O Dona Lucinha, na Rua Padre Odorico, 38, é referência em comida mineira tradicional, com tutu, tropeiro, frango com quiabo e costelinha com ora-pro-nóbis. Os pratos iam de R$ 71 a R$ 134 em 2025.
Em Lourdes, o Trintaeum, na Rua Professor Antônio Aleixo, 20, faz cozinha mineira contemporânea e só trabalha com vinhos de Minas. O frango com quiabo saía por R$ 99 no começo de 2025.
Santa Tereza
Santa Tereza é o bairro boêmio mais tradicional de BH, onde nasceu o Clube da Esquina de Milton Nascimento e Lô Borges.
O Bolão, do espaguete e do tropeirão, voltou em 2026 para a Praça Duque de Caxias, onde abriu em 1961. Na Rua Alvinópolis, 460, o Bar do Orlando é outro clássico do tropeiro, e nas noites de sexta e sábado só consegue mesa quem chega cedo.
Pampulha, para o dia de jogo
O Xapuri, na Rua Mandacaru, 260, é o restaurante mineiro mais famoso da região, com frango com quiabo, costelinha e moranga recheada. Ele abre de terça a domingo, então fica fora dos jogos de segunda, 28 de junho e 5 de julho.
O Paladino, na Avenida Gildo Macedo Lacerda, 300, funciona no almoço e cobrava em 2025 R$ 32 pelo torresminho e R$ 74 pela costelinha de lata. No Caipira Xique, na Rua Francisco Bretas Bering, 324, a barriga caipira saía por R$ 48,90.
O Comida di Buteco nasceu em BH e acontece entre abril e maio, então não coincide com a Copa. Em 2026, o petisco custou R$ 40 nos 127 bares participantes, e o campeão foi o Us Motoca, no bairro Camargos.
Outras festas que podem render uma viagem estão no calendário de eventos de turismo.
Bate-voltas a partir de BH entre um jogo e outro
Os jogos no Mineirão têm intervalos de dois a cinco dias, e Minas tem cidade histórica, museu a céu aberto e cachoeira a menos de três horas da capital. Vários desses lugares estão entre os lugares turísticos do Brasil mais procurados.
Inhotim
O Instituto Inhotim, em Brumadinho, fica a cerca de 60 km e mistura arte contemporânea e jardim botânico numa área que toma o dia inteiro. Pelo site oficial do Inhotim, o ingresso custa R$ 65, a meia sai por R$ 32,50 e o passaporte de dois dias, por R$ 114.
Abre de quarta a domingo, das 9h30 às 16h30, e até as 17h30 no fim de semana e no feriado.
A entrada é gratuita toda quarta e no último domingo do mês. Pela regra atual, o domingo 27 de junho de 2027, que fica entre os jogos de 26 e 28 de junho, deve ter entrada gratuita.
Sem carro, a Saritur tem ônibus saindo da rodoviária de manhã e voltando no fim da tarde nos dias em que o museu abre. Rodando pelo interior, o seguro viagem para Minas Gerais cobre o roteiro todo, inclusive fora da capital.
Ouro Preto e Mariana
Ouro Preto fica a uns 100 km e é uma das cidades históricas do Brasil mais visitadas, com ladeiras de pedra e igrejas barrocas. A Pássaro Verde tem ônibus várias vezes por dia a partir das 5h30, de R$ 53,58 a R$ 65,48, com viagem de 1h30 a 2h30.
Mariana, a 12 km de Ouro Preto, cabe no mesmo dia para quem sai cedo, e o guia de Mariana traz o roteiro completo da cidade.
Sabará e Congonhas
Sabará, a uns 20 km, tem um centro histórico pequeno e é a terra da jabuticaba, que vira licor, geleia e festival.
Em Congonhas, a uns 90 km, estão os profetas de pedra-sabão esculpidos por Aleijadinho no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos.
Serra do Cipó
A uns 100 km, a Serra do Cipó é o destino de trilha e cachoeira mais perto da capital, e quem vai caminhar pode contar com o seguro viagem para trekking e trilhas.
A Cachoeira da Farofa fica dentro do Parque Nacional, e as quedas em áreas particulares cobravam de R$ 15 a R$ 30 em 2024. Em julho a água está gelada, mas o tempo seco deixa as trilhas firmes.
Viagens mais longas
Entre as oitavas e as quartas, o Mineirão passa cinco dias sem jogo, de 11 a 16 de julho. Dá para chegar a Capitólio ou Diamantina, entre 280 e 300 km da capital, e dormir pelo menos uma noite.
Na Zona da Mata, Araponga é uma boa pedida para quem gosta de destinos de montanha, café e frio.
Indo de carro para a semifinal ou a final no Rio, a BR-040 passa por Barbacena, uma parada boa para almoçar no meio das quase seis horas de estrada. O seguro viagem terrestre cobre esse trajeto de carro.
Quanto custa viajar para BH na Copa
Perto do Rio e de São Paulo, BH costuma sair mais em conta em comida e passeio. O que mais pesa é a hospedagem, que deve subir nos dias de jogo.
__TABELA(Item|Faixa de preço; Hostel|A partir de R$ 47 por pessoa; Hotel econômico de rede|A partir de R$ 266 a diária; Hotel quatro estrelas ou mais|A partir de R$ 500 a diária; Pão de queijo de padaria|R$ 3 a R$ 6,90; Cafezinho|R$ 1,50 a R$ 3; Petisco de boteco|A partir de R$ 40; Prato mineiro para dividir|R$ 70 a R$ 135; Ônibus urbano|R$ 6,25; Metrô|R$ 6,00; Ônibus de Confins|R$ 22,75 a R$ 49,50; Inhotim|R$ 65 a inteira; Tour do Mineirão|R$ 40 a R$ 50)__
Um casal em hotel econômico, almoçando em restaurante por quilo, jantando em boteco e alternando ônibus e aplicativo gasta algo entre R$ 450 e R$ 650 por dia. Em hostel, comendo em padaria e prato feito, a conta cai bastante.
Nesse valor não entram o ingresso, que a FIFA ainda não divulgou, nem a passagem até BH, que tende a ficar mais cara perto do torneio.
Para economizar, o Inhotim gratuito na quarta, o Circuito Liberdade e o almoço por quilo no Centro já aliviam bastante a conta.
O gasto que mais escapa do controle é o aplicativo em dia de jogo.
Pix é aceito em quase todo lugar, mas o Zoológico, por exemplo, não aceita cartão de crédito, e ter algum dinheiro na carteira evita aperto.
Pouca gente põe saúde na planilha, e um atendimento particular de urgência fora da rede do plano sai caro. O preço do seguro viagem costuma ser bem menor do que uma conta de hospital.
Clima em BH em junho e julho e o que levar na mala
Junho e julho são inverno seco em Belo Horizonte, com sol quase todo dia, máximas perto de 25 °C e madrugadas entre 12 e 15 °C, segundo as normais climatológicas do INMET.
Quase não chove. O incômodo é o ar seco, que à tarde resseca olho, nariz e boca.
A 850 metros de altitude, a cidade esquenta à tarde e esfria rápido à noite, e o casaco da manhã costuma passar a tarde amarrado na cintura.
É também época de festa junina, e os arraiais de Minas servem quentão e caldo nas noites frias. Quem chega antes do primeiro jogo encontra mais ideias na lista de destinos para conhecer em junho.
Para jogo à noite no Mineirão, moletom ou casaco leve resolve, porque a arquibancada esfria depois que o sol se põe. Em jogo de tarde, boné e protetor solar fazem mais falta.
Na hora de arrumar a mala, garrafa de água, protetor labial, soro fisiológico e um tênis confortável dão conta da orla da Pampulha, das ladeiras de Ouro Preto e das trilhas do Cipó. Mochila pequena facilita a entrada no estádio, que costuma limitar o tamanho das bolsas.
Remédio de uso contínuo vai na bagagem de mão, com receita, para não depender da mala despachada num extravio.
Para emendar a Copa com mais férias, a lista de destinos para conhecer em julho e a de lugares frios no Brasil têm outras ideias de inverno.
Seguro viagem para quem vem de fora ver a Copa Feminina
Em emergência, o SUS atende qualquer pessoa, brasileira ou estrangeira.
Mas quem viaja para ver jogo costuma preferir a rede privada, e muita gente só descobre no aperto que o plano de saúde não cobre BH.
Isso acontece porque muitos planos têm abrangência municipal ou estadual, e até os nacionais podem ter rede limitada fora da cidade de origem. O seguro viagem nacional cobre despesas médicas e assistência 24 horas e, dependendo do plano, extravio de bagagem e cancelamento.
O estrangeiro precisa do seguro viagem para estrangeiros no Brasil, também chamado de seguro viagem receptivo. Antes de comprar a passagem, é bom checar no portal consular do Itamaraty se a nacionalidade exige visto, já que cidadãos dos Estados Unidos, do Canadá e da Austrália voltaram a precisar de visto eletrônico em 2025.
O mineiro que vai atrás da Seleção também precisa pensar além de BH. Se o Brasil for líder do grupo, a rota passa por Fortaleza, volta para BH e segue para a semifinal em São Paulo, e se ficar em segundo, inclui Fortaleza nas quartas e o Rio de Janeiro na semifinal.
Somando a fase de grupos no Rio, em São Paulo e em Brasília, dá para passar por cinco cidades em menos de um mês.
Um seguro nacional para o período todo cobre essas cidades de uma vez, viajando de avião, ônibus ou carro. É a mesma lógica das coberturas de seguro viagem indicadas para a Copa do Mundo 2026, só que dentro do Brasil.
Lembre-se que multidão e transporte lotado aumentam o risco de furto de celular. As coberturas de bagagem e objetos pessoais mudam de plano para plano e nem todas incluem furto, então as condições gerais merecem uma lida antes da compra.
E se um jogo for adiado ou a viagem cancelada? O guia de cancelamento de show explica como o seguro trata eventos, e a página de seguro viagem para eventos reúne as coberturas mais procuradas, sempre conforme as condições gerais.
Seguro viagem na Real para curtir a Copa em BH
A Copa do Mundo Feminina 2027 em BH junta jogo, comida mineira e passeio na mesma viagem. Com um seguro bem escolhido, um imprevisto de saúde ou de bagagem atrapalha bem menos.
A Real foi o primeiro comparador de seguro viagem do Brasil e mostra planos de várias seguradoras numa tela só. Preço, cobertura médica e assistência aparecem lado a lado, o que facilita comparar seguro viagem.
A cotação leva poucos minutos, só com destino, datas e idade de quem vai. Aparecem as opções de seguro viagem para Belo Horizonte e para qualquer outra cidade-sede.
Amigos ou parentes vindos de fora do Brasil fazem a cotação do mesmo jeito, e há planos para quem vai levar pais ou avós para o estádio. Dá para resolver a proteção da família ou do grupo todo antes do primeiro jogo.
Na dúvida entre dois planos, o atendimento da Real explica as diferenças antes da compra. Depois, a assistência da seguradora fica disponível 24 horas durante a viagem.
Datas e estádios já estão definidos, e quem organiza a viagem cedo escapa da correria de junho. A cotação é gratuita, não obriga a contratar, e o passo a passo de como comprar seguro viagem mostra o que vem depois. Confira agora!
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