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Viagem Segura

Seguro viagem vale a pena mesmo em 2026? 

Veja números concretos de quanto custa uma emergência sem seguro, compare seguradoras e saiba onde encontrar o menor preço em 2026. Cote agora!

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Isabelle Soares 15 de abr. de 2026
Seguro viagem vale a pena mesmo em 2026? 

Você já pesquisou, já entendeu o que o seguro viagem cobre e provavelmente está se perguntando se faz sentido gastar com isso agora. A resposta curta: faz. Mas não por causa de frases genéricas sobre "tranquilidade". Faz sentido porque uma consulta de emergência em Miami custa, em média, US$ 3.500, uma noite de UTI nos Estados Unidos ultrapassa US$ 10.000 e nenhum plano de saúde brasileiro cobre atendimento fora do país.

Neste artigo você vai encontrar a comparação direta que precisa para decidir: quanto custa o seguro, quanto custa ficar sem ele, quais seguradoras oferecem o melhor custo-benefício e, principalmente, onde comprar o mesmo plano pagando menos.

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Quanto custa uma emergência médica sem seguro viagem?

Antes de comparar planos, é importante colocar na balança o risco financeiro real de viajar sem proteção. Os valores abaixo são praticados em 2025/2026 por hospitais nos destinos mais procurados por brasileiros:

Tabela com custos de emergência médica sem seguro viagem por destino em 2026
Valores médios praticados por hospitais nos destinos mais procurados por brasileiros


Um seguro viagem internacional de 10 dias, com cobertura médica de US$ 40.000, custa entre R$ 130 e R$ 300 dependendo da seguradora e do destino. A conta é simples: o custo do seguro equivale a menos de 2% do prejuízo de uma única emergência médica no exterior.

O que mudou no cenário de seguro viagem em 2026?

Quem pesquisou seguro viagem em 2024 ou 2025 vai notar diferenças importantes no mercado atual. O câmbio do dólar acima de R$ 5,00 elevou proporcionalmente o custo de qualquer atendimento médico no exterior para o bolso do brasileiro. Uma consulta que custava US$ 3.000 agora representa mais de R$ 15.000, sem contar internação ou procedimentos.

Ao mesmo tempo, as seguradoras ampliaram coberturas. A ITA, por exemplo, consolidou a parceria com o Hospital Albert Einstein para teleatendimento médico: o viajante faz uma videoconsulta com médico brasileiro antes de ir a um hospital estrangeiro. Isso reduz acionamentos desnecessários e resolve casos mais simples sem deslocamento. A Assist Card investiu na plataforma digital de reembolso online, eliminando a burocracia de enviar documentos físicos após a viagem.

Outro fator relevante: destinos populares como Turquia, Tailândia e países do Oriente Médio não exigem seguro obrigatório, mas o custo médico nesses locais subiu de forma significativa. Uma cirurgia de emergência em Istambul que custava US$ 5.000 em 2022 hoje passa de US$ 8.000. A ausência de exigência governamental não significa ausência de risco financeiro.

Para quem planeja viajar durante a Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos, Canadá ou México, o seguro viagem é ainda mais importante. Eventos de grande porte inflacionam preços de serviços médicos locais e aumentam o tempo de espera em hospitais. Ter um seguro com rede credenciada agiliza o atendimento.

O que o seguro viagem cobre (e o que não cobre)?

Você já sabe que o seguro existe e provavelmente já entendeu que precisa de um. O que costuma faltar é clareza sobre o que cada cobertura significa no momento de acionar. Toda apólice regulamentada pela SUSEP no Brasil precisa incluir, no mínimo, as seguintes coberturas obrigatórias:

  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO)
  • Traslado médico
  • Regresso sanitário (repatriação)
  • Traslado de corpo em caso de falecimento
  • Morte em viagem e morte acidental
  • Invalidez permanente total ou parcial por acidente em viagem

Além das coberturas obrigatórias, a maioria dos planos inclui itens adicionais, como cobertura para extravio e atraso de bagagem, cancelamento e interrupção de viagem, assistência jurídica e cobertura para Covid-19.

Um detalhe que pouca gente percebe: a cobertura de DMHO pode funcionar por evento ou por montante global, e isso muda o nível de proteção. Na Assist Card, por exemplo, os primeiros US$ 30.000 são por evento (cada acionamento tem esse limite individual), e o restante é por montante global (o valor total vai diminuindo conforme você usa). Já na Coris e na ITA, toda a cobertura de DMHO e odontológica é por evento, o que significa proteção integral a cada acionamento.

Comparação direta entre seguradoras: Assist Card, Coris, ITA e outras

A tabela abaixo compara as seguradoras mais relevantes disponíveis no mercado brasileiro, com os critérios que pesam na decisão de compra:

Comparativo entre Assist Card, Coris, ITA, Intermac e Affinity em 2026
Dados baseados nas condições gerais atualizadas de cada seguradora


A Assist Card é a maior assistência de viagem do mundo, fundada em 1972 na Suíça, com 74 escritórios próprios em mais de 190 países. A Coris tem operação brasileira desde 1988, com central de atendimento própria em português, garantida pela AXA Seguros. A ITA é brasileira, atua há mais de 12 anos no mercado e tem um diferencial importante: teleatendimento médico pelo Hospital Albert Einstein, que permite resolver casos mais simples sem precisar ir a um hospital durante a viagem.

Onde comprar o seguro viagem: comparação de preços entre plataformas

Um detalhe que muita gente não percebe: o mesmo plano, da mesma seguradora, pode ter preços diferentes dependendo de onde você compra. Os comparadores de seguro viagem negociam condições comerciais distintas, e isso impacta no valor final que aparece para você.

A simulação abaixo compara os preços do mesmo plano em três plataformas: a Real Seguro Viagem, a Seguros Promo e o Compara:

Preços de seguro viagem na Real, Seguros Promo e Compara para Europa
Cotação para viagem de 10 dias com destino Europa. Valores em reais.


Na comparação entre Real Seguro Viagem e Seguros Promo, a Real apresentou preços mais baixos nos três planos simulados. A diferença chegou a R$ 40 no caso da Intermac e a R$ 34 no caso da Assist Card. Frente ao Compara, a Real perdeu na Assist Card (R$ 30 mais cara), mas ganhou na Universal Assistance (R$ 25 mais barata) e na Intermac (R$ 40 mais barata).

A comparação com os sites das próprias seguradoras é ainda mais expressiva:

Economia ao comprar seguro viagem pela Real versus site das seguradoras
A economia ao usar o comparador pode chegar a 58% no mesmo plano


Isso acontece porque comparadores como a Real Seguro Viagem operam com volume e negociam tarifas exclusivas que as seguradoras não disponibilizam no varejo direto.

Além do preço, a experiência de compra também conta na hora de escolher onde contratar. Na Real, você informa o destino, as datas da viagem e seus dados pessoais, e em poucos segundos visualiza todos os planos disponíveis com filtros por idade, seguradora, cobertura e preço. O pagamento pode ser feito no cartão em até 12x ou no boleto bancário, que ainda inclui um desconto automático. A apólice chega no seu e-mail em até 24 horas. 

Se precisar de ajuda para escolher o plano mais adequado para o seu perfil, a equipe da Real atende pelo chat do site, por telefone e também por WhatsApp, onde você pode falar diretamente com um especialista em seguro viagem. O tempo de resposta costuma ser rápido e o atendimento é personalizado para cada viajante. 

Caso precise alterar ou cancelar depois da compra, o processo também é simples. O cancelamento pode ser feito até um dia antes do início da vigência, sem custo. Para troca de datas, basta enviar um e-mail com os dados do passageiro e as novas datas. A Real opera desde 2009, tem nota 9.9 no Reclame Aqui, com 100% das reclamações respondidas e 100% dos clientes dispostos a comprar novamente!

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Para quem cada seguradora faz mais sentido em 2026?

Não existe "o melhor seguro viagem". Existe o melhor para o seu perfil. A segmentação abaixo ajuda a encurtar o caminho:

Viagem para os Estados Unidos

A ITA tem sede em Orlando, parceria com a rede de farmácias Walgreens para atendimento médico presencial e telemedicina do Hospital Albert Einstein. Para quem vai para a Disney com a família, é a combinação mais prática. A Assist Card também funciona bem, com rede própria nos EUA e cobertura de US$ 30.000 por evento.

Viagem para a Europa (Schengen)

A exigência mínima do Tratado de Schengen é EUR 30.000 em cobertura médica. A Coris e a Intermac têm planos específicos para Europa que já atendem essa exigência. A Coris se destaca por ter cobertura 100% por evento, o que significa que cada acionamento tem o limite completo.

Gestantes

A Affinity e a Coris cobrem até a 32ª semana de gestação. A Affinity não tem limite de idade para a gestante e exige apenas autorização médica. A Coris cobre gestantes até 45 anos. Importante: nenhuma seguradora cobre o recém-nascido caso o parto aconteça durante a viagem.

Viajantes acima de 70 anos

Todas as seguradoras listadas oferecem planos com cobertura até 85 anos, mas os valores sobem consideravelmente. Compare sempre os planos específicos para essa faixa etária no comparador, filtrando por idade.

Cruzeiros

Coris, ITA, Assist Card, Affinity, Intermac e Universal cobrem cruzeiros. A ITA tem uma ressalva: não cobre Covid-19 em cruzeiro. A Welcome Assist não cobre cruzeiro em nenhum plano. Para cruzeiros nacionais, o destino correto no comparador é América Latina.

Dúvidas que ainda travam a decisão de contratar

Mesmo depois de ver os números e entender as coberturas, algumas dúvidas costumam aparecer na hora de fechar a contratação. As quatro abaixo são as mais recorrentes entre viajantes que já pesquisaram bastante e estão a um passo de decidir:

"O seguro do cartão de crédito já me cobre"

A maioria dos seguros de cartão de crédito tem limite de 60 dias de vigência, exclui doenças preexistentes e exige que a passagem tenha sido comprada integralmente no cartão. Além disso, o atendimento costuma ser por reembolso, o que significa que você paga do bolso e pede ressarcimento depois. Entenda as diferenças entre seguro viagem e seguro do cartão.

"Seguro barato não presta"

Um plano de R$ 130 para 10 dias de viagem à Europa (como o Universal Assistance de EUR 40 mil pela Real) não é um plano "fraco". Ele inclui todas as coberturas obrigatórias da SUSEP e atende a exigência do Schengen. O preço baixo reflete o poder de negociação do comparador, não a qualidade da cobertura.

"Nunca precisei, então não vale"

O seguro viagem é um produto de proteção financeira, não de uso previsível. Fraturas, crises de asma, intoxicação alimentar, torções, febre alta e retenção urinária são emergências comuns em viagens. A questão não é se você vai precisar, mas quanto vai custar se precisar sem cobertura.

"Prefiro guardar o dinheiro"

Com R$ 13 por dia de viagem, você garante uma cobertura médica de US$ 40.000. Guardar R$ 130 e arriscar pagar R$ 80.000 em uma hospitalização nos EUA não é economia.

A conta que prova que seguro viagem compensa em 2026

Para tirar qualquer subjetividade da análise, veja o cálculo direto. Considere uma viagem de 15 dias para a Europa com cobertura de EUR 40.000 (acima da exigência Schengen):

Comparativo de custos com e sem seguro viagem em viagem de 15 dias
Simulação para viagem de 15 dias na Europa com cobertura de EUR 40.000


Mesmo no cenário mais "leve" (uma torção no tornozelo que exige radiografia e imobilização), o custo sem seguro ultrapassa R$ 5.000 na maioria dos países europeus. O seguro que custou R$ 250 se paga em um único acionamento. Em cenários mais graves, como uma apendicite que exige cirurgia, os valores sem seguro podem ultrapassar R$ 50.000.

A repatriação sanitária ilustra o caso extremo: transportar um paciente do exterior para o Brasil em um voo com acompanhamento médico custa entre US$ 30.000 e US$ 100.000. Essa cobertura está incluída em todos os planos regulamentados pela SUSEP, sem custo adicional para o viajante.

Seguro viagem nacional vale a pena?

Para viagens dentro do Brasil, o seguro viagem nacional também cobre emergências médicas, odontológicas, traslados e bagagem. A diferença é que a distância mínima entre a residência e o destino varia conforme a seguradora: Coris exige 70 km, enquanto Assist Card, Affinity, ITA, Intermac, Universal e SulAmérica exigem 100 km.

O custo de um seguro viagem nacional é ainda menor que o internacional. Para quem vai fazer trilhas, esportes ou viagens rodoviárias longas, a cobertura de traslado médico e regresso sanitário justifica o investimento mesmo dentro do país.

Faça sua cotação agora e compare os preços

Você já tem os dados, já viu os números e já sabe que seguro viagem vale a pena mesmo em 2026. O próximo passo é cotar. No comparador da Real Seguro Viagem, você insere o destino e as datas, e em segundos visualiza os planos de Assist Card, Coris, ITA, Intermac, Universal Assistance e Affinity lado a lado, com filtros por cobertura, preço e idade.

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