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Internacional

Guia do Seguro Viagem para a Grécia!

Descubra se o seguro viagem para a Grécia é obrigatório pelo Tratado Schengen, quanto custa em média e como escolher a melhor cobertura para sua viagem!

Planejar uma viagem para a Grécia é o início da realização de um sonho que envolve águas azul-turquesa, vilas históricas de casinhas brancas e o pôr do sol mais famoso do mundo em Santorini.

No entanto, para que essa experiência seja tão perfeita quanto nos cartões-postais, existe um detalhe burocrático e de segurança que não pode ser ignorado: o seguro viagem Grécia.

Partenon, na Grécia
O Partenon, Acrópole de Atenas, é um dos monumentos mais famosos do mundo. (Fonte: Canva)


Em 2026, com as novas atualizações de entrada na Europa e a implementação de sistemas como o ETIAS, estar bem informado sobre as obrigatoriedades e coberturas é o primeiro passo para garantir uma imigração tranquila e uma estadia protegida.

Neste guia, vamos explorar tudo o que você precisa saber antes de embarcar.

Desde a obrigatoriedade exigida pelo Tratado de Schengen até os custos médios das apólices e o que não pode faltar na sua cobertura para aproveitar as ilhas gregas com total liberdade.

Se você quer entender se o seu plano atual é suficiente, quanto vai precisar investir e como escolher a melhor opção entre as principais seguradoras do mercado, continue lendo e prepare-se para viajar com segurança e economia.

Por que contratar um seguro viagem para as ilhas gregas?

Imagine-se caminhando pelas charmosas vilas de Santorini, com suas icônicas igrejas de cúpulas azuis, ou desbravando as praias de águas azul-turquesa em Mykonos e Creta.

A Grécia é um destino oferece uma mistura irresistível de gastronomia mediterrânea, pôr do sol inesquecível e uma hospitalidade calorosa que atrai milhões de turistas todos os anos.

No entanto, toda essa beleza exige um planejamento cuidadoso para que imprevistos não interrompam o seu roteiro.

O seguro viagem para as ilhas gregas é a garantia de que você terá suporte em situações comuns durante a viagem.

Como o deslocamento entre as ilhas depende fortemente de balsas e voos regionais, atrasos logísticos podem ocorrer, e ter uma cobertura que auxilie nesses momentos é fundamental.

Além disso, as atividades típicas do verão grego, como passeios de barco, trilhas por terrenos acidentados e a exposição intensa ao sol, podem gerar necessidades médicas inesperadas.

Ao contar com essa proteção, você assegura que qualquer eventualidade seja resolvida rapidamente, permitindo que o foco da sua viagem continue sendo apenas as memórias incríveis que as ilhas proporcionam.

O seguro viagem para a Grécia é obrigatório?

Sim, o seguro viagem para a Grécia é obrigatório para todos os turistas brasileiros. Essa exigência existe porque o país é um dos membros fundadores do Tratado de Schengen, um acordo entre diversas nações europeias que estabelece a livre circulação de pessoas, mas impõe regras rígidas de entrada para visitantes de fora da zona.

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Para cruzar a fronteira grega, você deve apresentar uma apólice de seguro que ofereça uma cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares.

Esse valor garante que o viajante tenha recursos para arcar com eventuais emergências de saúde ou repatriação sanitária sem sobrecarregar o sistema público local.

É importante destacar que, a partir de 2026, as regras de entrada na Europa ganharam uma camada extra de segurança com a implementação do ETIAS.

Embora o seguro viagem continue sendo uma obrigatoriedade separada, ele faz parte do conjunto de documentos que podem ser exigidos pelas autoridades de imigração logo no desembarque, seja em Atenas ou em qualquer outra porta de entrada do Espaço Schengen.

Viajar sem esse comprovante pode resultar em sérios problemas, incluindo a possibilidade de ter a entrada negada no país.

Portanto, além de ser uma segurança para a sua saúde e bolso, o seguro é o documento que valida a legalidade da sua estadia como turista em solo grego.

O que acontece se eu viajar sem seguro?

Ir sem um seguro viagem para a Grécia em 2026 é um risco que pode comprometer não apenas o seu orçamento, mas toda a realização do seu sonho.

Como o seguro é uma exigência legal do Tratado de Schengen, a primeira e mais grave consequência de não portar a apólice é ser impedido de entrar no país.

Durante o controle de imigração, os agentes têm autoridade para solicitar o comprovante de cobertura e, caso você não o apresente, sua entrada pode ser negada imediatamente, resultando em uma deportação administrativa que gera custos altíssimos com passagens de última hora e muita frustração.

Além da barreira imigratória, existe o fator financeiro em solo europeu. Na Grécia, o sistema de saúde público não é gratuito para estrangeiros, e o custo de atendimentos particulares em hospitais de Atenas ou clínicas nas ilhas pode ser astronômico.

Um simples atendimento de urgência para tratar uma insolação ou uma pequena fratura em uma caminhada por Santorini pode custar milhares de euros.

Sem o seguro, todas essas despesas, incluindo exames, medicamentos e até mesmo uma possível repatriação sanitária — que é o transporte médico especializado de volta ao Brasil — deverão ser pagas integralmente por você, o que pode causar um prejuízo financeiro irreparável.

Regras de entrada para brasileiros na Europa

Bandeira da Grécia com fundo azul do céu
Como membro da União Europeia e do Espaço Schengen, a Grécia segue as regras de entrada do continente. (Fonte: Canva)


Entrar na Europa em 2026 exige um planejamento que vai além da compra das passagens e reserva de hotéis. A principal novidade para os viajantes brasileiros é a plena obrigatoriedade do ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem).

Diferente do que muitos pensam, o ETIAS não é um visto, mas sim uma autorização eletrônica de segurança que deve ser solicitada online antes do embarque.

Esse processo é rápido e atrelado digitalmente ao seu passaporte, tendo validade de três anos ou até o vencimento do documento. Sem essa autorização aprovada, as companhias aéreas ficam impedidas de permitir o seu embarque ainda no Brasil.

Além da nova autorização eletrônica, os requisitos tradicionais do Espaço Schengen permanecem em vigor e são rigorosamente conferidos na chegada ao primeiro país de destino, como a Grécia.

Você deve portar um passaporte com validade de pelo menos três a seis meses além da data prevista para o retorno, além de comprovantes de hospedagem ou uma carta-convite formalizada.

Outro ponto crucial é a comprovação de meios financeiros para se manter durante a estadia, o que geralmente requer a apresentação de cartões de crédito internacionais, extratos bancários ou dinheiro em espécie que somem uma média de 70 a 100 euros por dia de viagem.

Por fim, o seguro viagem aparece como um dos pilares dessas regras. Como a Grécia e seus vizinhos europeus não oferecem atendimento médico gratuito para turistas, a apólice com cobertura mínima de 30 mil euros é o documento que assegura às autoridades que você não dependerá do sistema público em caso de emergência.

Reunir toda essa documentação de forma organizada — seja em formato impresso ou digital — é o passo final para garantir uma passagem tranquila pela imigração e aproveitar o melhor que o continente europeu tem a oferecer.

Quanto custa um seguro viagem para a Grécia?

Uma das maiores surpresas para quem planeja uma viagem para a Europa é descobrir que a segurança de um seguro viagem custa muito menos do que se imagina, especialmente quando comparada ao custo total de uma ida às ilhas gregas.

Em 2026, os valores médios para um seguro que atenda às exigências do Tratado de Schengen costumam variar entre R$ 12,00 e R$ 45,00 por dia, dependendo do nível de cobertura escolhido e do perfil do viajante.

Para um roteiro padrão de 10 dias, por exemplo, é perfeitamente possível encontrar planos robustos na faixa dos R$ 150,00 a R$ 300,00 no total.

Planos mais básicos, focados estritamente na cobertura mínima de 30 mil euros, tendem a ser mais baratos, enquanto apólices que incluem benefícios extras — como proteção para esportes de aventura (mergulho e jet ski) ou coberturas médicas mais altas, de 60 mil a 100 mil euros — apresentam um investimento levemente superior.

É importante notar que alguns fatores podem influenciar o preço final. A idade do viajante é um dos principais, já que pessoas acima de 65 ou 70 anos costumam ter tabelas diferenciadas devido ao risco de saúde.

Além disso, a inclusão de coberturas para cancelamento de viagem ou perda de bagagem também pode adicionar alguns reais à diária.

No entanto, mesmo o plano mais completo ainda representa uma fração mínima do orçamento da viagem, sendo um dos itens com o melhor custo-benefício de todo o seu planejamento para a Grécia.

O que deve estar coberto no seu plano?

Ao comparar as opções de seguro, certifique-se de que a apólice oferece suporte completo para as situações abaixo, que são as mais recorrentes em viagens pelo território grego:

  • Despesas Médicas e Hospitalares (DMH): O item principal, que deve ter cobertura mínima de 30 mil euros. Ele cobre desde consultas por mal-estar súbito até internações de emergência.
  • Repatriação Sanitária e Regresso de Menores: Essencial para garantir o transporte médico especializado de volta ao Brasil, caso o viajante não tenha condições de retornar em um voo comercial comum.

    Prática de Esportes: Se você planeja fazer mergulho em Milos, andar de quadriciclo em Mykonos ou fazer trilhas em Creta, verifique se o plano cobre "esportes de aventura". Muitos planos básicos excluem acidentes nessas atividades.

  • Seguro para Bagagem: Como a viagem para a Grécia costuma envolver conexões em grandes hubs europeus ou trajetos internos em barcos, o extravio de malas é um risco real. A cobertura garante indenização para cobrir itens de primeira necessidade.
  • Atraso ou Cancelamento de Voo: Fundamental para quem viaja em 2026, protegendo o passageiro contra gastos inesperados com alimentação e hospedagem causados por problemas logísticos das companhias aéreas.
  • Assistência Farmacêutica e Odontológica: Coberturas complementares que evitam que você gaste do próprio bolso com remédios prescritos após uma consulta ou com emergências dentárias de última hora.
  • Hospedagem de Acompanhante: Garante que, caso você precise ser hospitalizado por um período longo, o seguro arque com os custos de permanência de um familiar ou amigo no destino.

Como escolher o melhor seguro viagem para a Grécia?

Casas brancas de Santorini, na Grécia
As casas brancas de Santorini, com suas formas arredondadas e detalhes em azul, criam um contraste perfeito com o mar da Grécia. (Fonte: Canva)


Escolher a apólice ideal em 2026 exige atenção a detalhes que vão além do preço. Com a modernização dos serviços, o processo tornou-se 100% digital e muito mais transparente.

Para não errar, o primeiro passo é utilizar comparadores online, que permitem visualizar lado a lado as coberturas de seguradoras renomadas como Allianz Travel, Assist Card, Universal Assistance e Porto Seguro.

Ao fazer sua cotação, informe as datas exatas de embarque e desembarque no Brasil, garantindo que você esteja protegido inclusive durante o tempo de voo e conexões. Para fazer uma cotação, comece escolhendo entre os planos sugeridos abaixo:

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Outro ponto crucial é a análise do seu perfil pessoal. Se você possui alguma condição médica preexistente ou está grávida, certifique-se de que o plano escolhido cobre essas especificidades dentro das Despesas Médicas e Hospitalares (DMH).

Além disso, verifique a reputação da seguradora em órgãos como a SUSEP e sites de avaliação.

Empresas que oferecem atendimento via WhatsApp e telemedicina merecem prioridade pela agilidade em resolver pequenos problemas sem que você precise sair do hotel. Uma dica é incluir um plano que tenha essa alternativa. Boa viagem!