Cotar seguro viagem
Por Joao Paulo Brasil • Real Seguro Viagem em 20/05/26 às 08:39.

Viagem Itália e Espanha: roteiro completo, custos reais e dicas

Itália e Espanha estão entre os destinos mais desejados pelos brasileiros, e juntar os dois em uma viagem só é uma daquelas ideias que parecem óbvias depois que alguém sugere. São dois países que se completam de um jeito raro. 

A Itália te envolve com arte, história e uma gastronomia que parece injusta de tão boa. A Espanha responde com praias, tapas, flamenco e uma energia mais leve, mais solta. Ir para um e não esticar até o outro, quando a distância é de um voo de duas horas, é quase desperdício.

Hoje você vai encontrar tudo que precisa para montar essa viagem: roteiro dia a dia, custos com valores reais, o que funciona e o que é cilada, e as decisões que fazem diferença no orçamento. A proposta é clara: te ajudar a sair do Brasil, aproveitar os dois países e voltar sem susto na conta.

E como Itália e Espanha fazem parte do Espaço Schengen, tem um item que precisa entrar no planejamento desde o primeiro dia. O seguro viagem é obrigatório nos dois países, e escolher bem essa proteção é parte de uma viagem tranquila.

Por que Itália e Espanha funcionam tão bem juntas

A resposta curta: porque ficam perto, porque são diferentes o bastante para não cansar e porque o voo entre elas custa quase nada. Roma e Barcelona estão separadas por cerca de duas horas de voo. 

Viaje para qualquer lugar com a proteção garantida da Real! (Imagem | Reprodução)


Com companhias de baixo custo, esse trecho sai por valores que às vezes custam menos do que um jantar em restaurante turístico. É uma conexão tão fácil que combinar os dois países é quase mais simples do que montar um roteiro só pela Itália.

A combinação faz sentido também pelo ritmo da viagem. Depois de dias intensos de museus e ruínas na Itália, você desembarca em Barcelona e encontra mar, bar aberto e gente na rua até de madrugada. Essa mudança de clima renova a energia e evita aquele cansaço de "mais um museu".

Para o brasileiro, juntar Itália e Espanha em uma única viagem significa cruzar o Atlântico uma vez só. É pagar uma passagem internacional, em vez de duas, para conhecer dois dos países mais icônicos da Europa.

O erro mais comum aqui é querer ver tudo. Itália e Espanha juntas têm mais cidades incríveis do que qualquer roteiro de quinze dias consegue absorver. Escolha duas ou três em cada país, respire fundo e aproveite com calma. Voltar com vontade de ir de novo é melhor do que voltar exausto.

Com um bom planejamento de viagem, essa dupla vira uma das viagens mais completas que existem. E cabe no orçamento, como mostra este guia de seguro viagem para a Europa.

Roteiro Itália e Espanha: como dividir 15 dias sem enlouquecer

Quinze dias é o tempo ideal para essa viagem. Dá para conhecer quatro cidades com calma, encaixar bate e volta e ainda ter folga para imprevisto.

A divisão que funciona melhor é simples: metade do tempo na Itália, metade na Espanha, com um voo curto entre os dois países separando as duas etapas.

Dias 1 a 4: Roma, onde tudo começa

Roma pede no mínimo três dias inteiros, e quatro é ainda melhor. É o tipo de cidade onde cada esquina tem dois mil anos de história, e onde correr de uma atração para outra é desperdiçar o melhor que ela oferece.

O que não dá para pular

O Coliseu, o Fórum Romano e o Palatino funcionam com um ingresso combinado que vale por dois dias. Reserve pela internet com antecedência, porque a fila sem reserva pode passar de duas horas. 

(Imagem | Reprodução)


Os Museus do Vaticano e a Capela Sistina pedem o mesmo cuidado: ingresso antecipado, de preferência para o horário de abertura.

A Fontana di Trevi, que antes era totalmente gratuita, passou a cobrar uma taxa de dois euros em 2026 para quem quer acessar a área mais próxima do monumento. Não é caro, mas é bom saber antes de chegar lá e se surpreender.

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O que quase ninguém fala sobre Roma

O melhor de Roma não custa nada: caminhar pelo Trastevere de noite, quando as ruas de paralelepípedo ficam cheias de gente e o cheiro de comida sai das trattorias. Sentar na escadaria do Pantheon e observar a praça. Cruzar a Ponte Sant'Angelo no fim da tarde, quando a luz dourada bate na cúpula de São Pedro.

(Imagem | Reprodução)


Reserve pelo menos um almoço ou jantar no bairro de Testaccio, que é onde os romanos de verdade comem. Os preços são mais baixos que no centro turístico e a comida é melhor.

Dias 5 a 7: Florença e a Toscana

De Roma, pegue o trem de alta velocidade para Florença. A viagem dura cerca de uma hora e meia, e comprando com antecedência o bilhete sai por valores entre vinte e cinco e quarenta euros, dependendo da classe e do horário.

Florença em dois dias

Florença é pequena o bastante para fazer tudo a pé, e isso já economiza transporte. A Galleria degli Uffizi é parada obrigatória, mas o ingresso precisa ser reservado antes, senão a fila engole a manhã inteira.

(Imagem | Reprodução)


A vista da cidade do alto da Piazzale Michelangelo é de graça e é uma das mais bonitas da Europa. Vá no fim da tarde, quando o sol cai sobre as cúpulas e os telhados alaranjados. É daquelas cenas que ficam na memória muito depois da viagem acabar.

Bate e volta pela Toscana

Com Florença como base, dá para conhecer Siena, Pisa ou San Gimignano em bate e volta de trem ou ônibus. Siena é a que mais surpreende: a Piazza del Campo parece cenário de filme, e a cidade tem muito menos turista do que Florença.

Pisa rende meio dia: você vê a torre, tira a foto e volta. Se tiver que escolher uma, vá de Siena.

Dia 8: voo para a Espanha

Use esse dia para o deslocamento entre os dois países. Um voo de Florença ou Pisa para Barcelona custa pouco quando comprado com antecedência, e a viagem dura menos de duas horas.

Chegue em Barcelona no começo da tarde e use o resto do dia para se ambientar: caminhe pela Rambla, explore o Bairro Gótico, sente em algum bar e peça a primeira rodada de tapas. Esse dia de transição é importante para não perder energia.

Dias 9 a 11: Barcelona, onde a Europa encontra o Mediterrâneo

Barcelona é uma cidade que funciona em vários registros. De manhã você está dentro de uma basílica inacabada de Gaudí, de tarde está na praia da Barceloneta, e de noite está num bar do El Born com uma taça de cava na mão.

(Imagem | Reprodução)


O que vale cada centavo do ingresso

A Sagrada Família é a atração mais visitada da Espanha, e por uma boa razão. Quando você entra e vê a luz filtrada pelos vitrais coloridos, entende por que Gaudí dedicou a vida inteira a ela. O ingresso custa cerca de vinte e seis euros e precisa ser comprado com antecedência. Não tente ir sem reserva.

O Parque Güell também é de Gaudí e também precisa de ingresso antecipado para a zona monumental. A vista de Barcelona lá de cima é um bônus.

Onde Barcelona é de graça

O Bairro Gótico inteiro, com suas ruelas medievais e pracinhas escondidas, é de graça. A orla da Barceloneta, os parques de Montjuïc e o Mercado de La Boqueria (para olhar e beliscar) também não cobram entrada.

(Imagem | Reprodução)


Um dos melhores programas gratuitos de Barcelona é subir até o Bunker del Carmel, um mirante afastado do centro que tem vista de trezentos e sessenta graus da cidade. Poucos turistas conhecem, e o pôr do sol de lá é inesquecível.

Dias 12 a 14: Madri, a capital que não dorme

De Barcelona, pegue o trem de alta velocidade para Madri. São duas horas e meia de viagem, e o cenário muda completamente: de litoral catalão para planalto castelhano.

Museus que justificam a viagem inteira

Madri tem uma concentração de museus de pintura que poucas cidades do mundo conseguem igualar. O Museu do Prado, com Velázquez e Goya, é imperdível. O Reina Sofía guarda a Guernica de Picasso, que sozinha vale a visita.

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Detalhe que pouca gente sabe: o Prado tem entrada gratuita nas últimas duas horas de funcionamento, de segunda a sábado. O Reina Sofía também abre de graça em horários específicos. Encaixar essas janelas no roteiro economiza mais de trinta euros por pessoa.

O que Madri faz melhor que qualquer cidade

Madri come tarde. O almoço começa às duas da tarde e o jantar às dez da noite. Quem se adapta a esse ritmo descobre uma cidade completamente diferente da que os turistas apressados veem.

O Parque do Retiro é enorme, bonito e gratuito. O bairro de Malasaña tem bares e restaurantes com preços locais. E a vida noturna de Madri é uma das melhores da Europa, com opções para todos os estilos e bolsos.

Dia 15: margem para Sevilha, Toledo ou respiro

Se sobrar energia, use o último dia para um bate e volta a Toledo, que fica a trinta minutos de trem de Madri e parece uma viagem no tempo. Se preferir descansar, Madri rende mais um dia tranquilo de parque, mercado e café.

Quem tem mais dias, esticar até Sevilha vale muito. O som do flamenco, o bairro de Santa Cruz e a Plaza de España são experiências que mudam a percepção da Espanha inteira. 

Quanto custa essa viagem na prática

Vamos falar de números reais, porque é isso que importa na hora de decidir se a viagem cabe no orçamento ou não.

Passagem aérea: o maior gasto isolado

A passagem internacional saindo do Brasil para Roma ou Barcelona costuma variar bastante, mas a regra de ouro é comprar com quatro a seis meses de antecedência. Quem monitora preços e tem flexibilidade de datas consegue diferenças que chegam a milhares de reais.

O trecho entre Itália e Espanha, com companhias de baixo custo, sai por valores que compensam muito. Lembre-se que comprar esse voo cedo mantém o trecho acessível.

Hospedagem: onde o planejamento faz mais diferença

Uma diária de hotel três estrelas para casal nas cidades mais procuradas da Itália gira entre oitenta e cento e sessenta euros, dependendo da cidade e da temporada. Em Madri e Barcelona, valores semelhantes.

A dica que realmente funciona: hospede-se fora do centro histórico, mas perto de uma estação de metrô. Em Roma, bairros como Trastevere e Testaccio oferecem experiência mais autêntica e preços menores. Em Barcelona, o Eixample tem boa localização sem os preços do Bairro Gótico.

Alimentação: de vinte e cinco a oitenta euros por dia

A diferença entre comer bem e comer caro na Itália e na Espanha é de algumas ruas de distância. Por exemplos, um viajante econômico se alimenta muito bem com vinte e cinco a trinta e cinco euros por dia, comendo pizza al taglio e panini no almoço e uma trattoria de bairro no jantar.

Na Espanha, o menú del día é a arma secreta: por dez a quinze euros você come entrada, prato principal, sobremesa e bebida. É o almoço dos espanhóis que trabalham, e a qualidade costuma ser ótima.

O gelato na Itália sai por dois e meio a cinco euros, e é quase impossível resistir. Calcule pelo menos um por dia, porque vai acontecer.

Transporte entre cidades: trens rápidos e voos curtos

Os trens na Itália são de alta velocidade da Trenitalia e da Italo conectam Roma, Florença e Veneza em poucas horas. Comprando com dois a três meses de antecedência, os bilhetes saem entre vinte e cinco e quarenta euros por trecho, um valor que pode triplicar se for comprado na hora.

Na Espanha, o AVE liga Barcelona a Madri em duas horas e meia. O preço varia conforme a antecedência, mas a lógica é a mesma: quanto antes, mais barato. Dentro das cidades, metrô e ônibus resolvem quase tudo. 

Em Roma, o bilhete unitário custa um euro e meio. Em Barcelona e Madri, os passes de vários dias compensam para quem vai usar bastante. Para planejar os trechos italianos com calma, o site oficial de turismo da Itália tem boas informações de transporte.

Orçamento total estimado

Para quinze dias de viagem Itália e Espanha, com perfil de gasto intermediário, o orçamento gira entre doze e vinte mil reais por pessoa. Esse valor inclui passagem internacional, hospedagem em hotel confortável, alimentação mista, transporte entre cidades e seguro viagem.

Quem viaja na baixa temporada, fica em hostel e come nos lugares certos pode trazer esse número para baixo. Quem prefere mais conforto e não abre mão de restaurantes vai gastar mais. O ponto é que, com planejamento, a viagem não precisa ser cara para ser inesquecível.

Quando ir: a época que muda tudo no preço e na experiência

A melhor época para a viagem Itália e Espanha é entre abril e junho, e entre setembro e outubro. Esses meses entregam o melhor equilíbrio entre clima, preço e lotação.

No verão europeu, entre julho e agosto, os dois países ficam lotados e caros. O calor no sul da Espanha passa dos quarenta graus, o que transforma qualquer passeio a pé em um teste de resistência. Sevilha em agosto é para quem realmente gosta de sol.

O inverno na Europa, de dezembro a fevereiro, tem os preços mais baixos do ano fora das festas de fim de ano. É uma boa opção para quem prioriza economia e não se importa com temperaturas mais frias, principalmente no norte da Itália.

Abril e maio são o ponto ideal: as cidades estão floridas, as filas menores e os preços intermediários. Setembro e outubro repetem a fórmula, com a vantagem de que o mar na Espanha ainda está quente o bastante para banho.

Seja qual for o período, compre passagens e feche hospedagem com antecedência. E comece cedo a cotação do seguro viagem para deixar o orçamento fechado.

Como se mover entre e dentro das cidades

A logística de transporte entre Itália e Espanha é mais simples do que parece, desde que você conheça as opções e compre com antecedência.

(Imagem | Reprodução)


Entre os dois países: voo curto é quase sempre a melhor escolha

O trecho entre a Itália e a Espanha resolve-se com um voo de duas horas. As companhias de baixo custo operam várias rotas entre Roma, Florença, Pisa, Barcelona e Madri. Comprar com semanas de antecedência mantém o preço acessível.

Não existe trem direto viável entre os dois países. O percurso por terra passa pela França e consome um dia inteiro, então o avião é a escolha prática e econômica.

Dentro da Itália: trem de alta velocidade

Os trens Frecciarossa da Trenitalia e os da Italo são rápidos, confortáveis e pontuais. Roma-Florença leva uma hora e meia. Florença-Veneza, duas horas.

A regra de ouro: compre o bilhete com dois a três meses de antecedência. Um trecho que custa trinta euros comprando cedo pode custar noventa na bilheteria da estação.

Dentro da Espanha: AVE e metrô

O trem de alta velocidade espanhol, o AVE, conecta Barcelona a Madri em duas horas e meia. Para trechos mais curtos, como Madri a Toledo, os trens regionais são baratos e frequentes.

Dentro das cidades, metrô e ônibus cobrem tudo que importa. Caminhar pelos centros históricos é de graça e é a melhor forma de conhecer os bairros. Táxi e aplicativo de carro só valem a pena à noite ou com bagagem pesada.

Documentos para brasileiros em 2026

Para entrar na Itália e na Espanha, você precisa de: passaporte válido por pelo menos três meses após a data de saída da Europa, seguro viagem com cobertura mínima de trinta mil euros, comprovação financeira e passagem de retorno.

Brasileiros não precisam de visto para turismo de até noventa dias no Espaço Schengen. Essa regra segue valendo em 2026, conforme o Portal Consular do Itamaraty.

Em 2026, entram em cena duas novidades: o EES, sistema de registro biométrico que substitui o carimbo no passaporte, e o ETIAS, uma autorização eletrônica feita pela internet antes da viagem.

O passaporte é emitido pela Polícia Federal. Se o seu está perto de vencer, comece a renovação com antecedência, porque a demanda costuma ser alta em períodos de férias.

Além disso, a imigração europeia pode pedir comprovantes na chegada: reserva de hotel, extrato bancário, seguro viagem impresso. Ter tudo organizado em uma pasta ou no celular evita estresse na fila do aeroporto.

Por que o seguro viagem não é gasto, é proteção do orçamento?

O seguro viagem é obrigatório para a Itália e a Espanha. Como dissemos, os dois países integram o Espaço Schengen, que exige cobertura mínima de trinta mil euros para despesas médicas. Sem a apólice, você pode ser impedido de embarcar ainda no Brasil.

Mas a obrigatoriedade é só metade do argumento. A outra metade é matemática: um atendimento médico na Europa pode custar milhares de euros. Uma internação, dezenas de milhares. Sem seguro viagem adequado, qualquer imprevisto de saúde transforma a viagem em um problema financeiro que pode levar meses para resolver.

O seguro viagem também costuma cobrir extravio de bagagem, atraso de voo e cancelamento de viagem. São situações chatas, mas que acontecem, e ter cobertura evita que o prejuízo se acumule.

Para escolher bem, compare planos de seguradoras diferentes e veja qual atende Schengen pelo melhor preço. Um comparador facilita essa tarefa e poupa tempo. Confira:

Pense no seguro como parte do orçamento desde o início, não como um item para cortar na hora de apertar a conta.

O que comer sem gastar muito (e sem abrir mão de nada)

Comer na Itália e na Espanha é uma das melhores partes da viagem, e não precisa custar caro. O segredo, nos dois países, é o mesmo: coma onde os moradores comem.

Na Itália: trattorias, pizza al taglio e o gelato de cada dia

A pizza al taglio, cortada e vendida por peso, é a melhor refeição rápida e barata da Itália. Duas fatias grandes com uma bebida resolvem o almoço por quatro a seis euros. Os panini de padarias de bairro cumprem a mesma função.

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Para o jantar, procure trattorias familiares afastadas das praças turísticas. A diferença de preço entre um restaurante na Piazza Navona e um no Trastevere pode ser de quinze a vinte euros por pessoa, com a comida da trattoria sendo igual ou melhor.

E o gelato é quase obrigatório, e custa entre dois e meio e cinco euros. A dica para achar gelaterias boas: fuja das que têm montanhas coloridas de sorvete na vitrine. As melhores guardam o gelato em potes tampados e usam cores naturais.

Na Espanha: tapas, menú del día e mercados

Na Espanha, as tapas são a forma mais divertida e barata de comer. Em muitas cidades, pedir uma cerveja ou uma taça de vinho já vem com uma pequena porção de comida de graça. 

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Em Granada, essa tradição é levada a sério: dá para jantar pulando de bar em bar, pedindo uma bebida em cada, e sair satisfeito.

O menú del día é o almoço dos espanhóis que trabalham. Por dez a quinze euros, você come entrada, prato principal, sobremesa e bebida. É generoso, é bom e é o melhor custo-benefício que a Espanha oferece.

Mercados como o de San Miguel em Madri ou o de La Boqueria em Barcelona são bonitos para visitar, mas os preços são turísticos. Para comer no mercado de verdade, procure os mercados municipais de bairro, que são mais baratos e mais autênticos.

Bate e volta que valem a pena na viagem para Itália e Espanha

Os bate e volta são uma forma esperta de conhecer mais lugares sem trocar de hotel e sem gastar com hospedagem extra. A Itália e a Espanha são perfeitas para isso, porque os trens regionais são rápidos e baratos (mas, lembre-se que não são diretos para o destino).

Saindo de Florença

A Toscana inteira se abre a partir de Florença. Siena fica a pouco mais de uma hora de ônibus e tem a Piazza del Campo, que disputa o posto de praça mais bonita da Itália. Pisa rende meio dia: torre, foto, volta. Se tiver que escolher só uma, vá de Siena.

Saindo de Roma

Nápoles fica a pouco mais de uma hora de trem rápido e é um mundo completamente diferente de Roma. A pizza napolitana, que nasceu ali, é motivo suficiente para ir. Tívoli, com a Villa d'Este e seus jardins de fontes, fica a quarenta minutos de trem regional.

Saindo de Barcelona

Girona está a quarenta minutos de trem e tem um centro medieval lindo, com muito menos turista que Barcelona. Montserrat, com seu mosteiro encravado na montanha, fica a uma hora e é uma experiência visual única.

Saindo de Madri

Toledo é o bate e volta clássico: trinta minutos de trem e você entra em uma cidade medieval cercada pelo rio Tejo, com sinagogas, mesquitas e catedrais convivendo na mesma rua. Segóvia, com seu aqueduto romano intacto, fica a meia hora de trem rápido e impressiona qualquer viajante.

Nos quatro casos, a regra é a mesma: compre o bilhete com antecedência e saia cedo para aproveitar o dia inteiro.

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Como os dois países exigem cobertura mínima de trinta mil euros para despesas médicas, contratar uma apólice adequada não é opcional. Confira as opções específicas de seguro viagem para a Itália e de seguro viagem para a Espanha. Informe os destinos e as datas, e em poucos minutos a proteção está resolvida:

Um bom seguro custa poucos reais por dia e é o que garante que um imprevisto não destrua uma viagem que levou meses de planejamento.

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