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Nacional

Sail GP no Brasil: a Fórmula 1 dos mares chega ao Rio de Janeiro

Vai ter Sail GP no Brasil em 2026! Saiba como funciona a Fórmula 1 dos mares, onde acontece e por que esse evento virou tendência.

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Isabelle Soares 25 de fev. de 2026
imagem de capa da publicação Sail GP no Brasil: a Fórmula 1 dos mares chega ao Rio de Janeiro

Imagine barcos à vela de alta performance voando sobre a água a mais de 100 km/h, com o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar ao fundo.

Nos dias 11 e 12 de abril de 2026, o Rio de Janeiro recebe o Enel Rio Sail Grand Prix, marcando a estreia do Sail GP no Brasil e também na América do Sul.

Conhecida como a “Fórmula 1 dos mares”, a liga internacional reúne equipes nacionais competindo em catamarãs F50 idênticos, projetados para atingir velocidades impressionantes em percursos montados próximos à costa. O público acompanha tudo de perto, com visão clara das manobras e das disputas na água.

Para quem gosta de grandes eventos globais e experiências bem organizadas, o Sail GP no Brasil reúne alguns pontos que chamam atenção:

  • Tecnologia de ponta aplicada à vela
  • Competições curtas e intensas, fáceis de acompanhar
  • Estrutura de hospitalidade como o VELA Beach Club
  • A presença da equipe brasileira liderada por Martine Grael

Se você quer entender por que o Sail GP no Brasil já entrou no radar de quem gosta de esporte, viagem e experiências exclusivas, comece por aqui!

O que é o SailGP e por que ele é chamado de "Fórmula 1 dos Mares"?

Se você já ouviu falar do Sail GP no Brasil e pensou “isso é tipo Fórmula 1 na água?”, a comparação faz sentido.

A liga reúne equipes nacionais, usa barcos idênticos de altíssima tecnologia e roda o mundo com um calendário de etapas em cidades estratégicas. É esporte, velocidade e competição global no mesmo pacote.

A lógica é simples: todo mundo com o mesmo equipamento. Ganha quem tiver mais técnica, estratégia e leitura de vento.

Vista aérea de etapa internacional do SailGP com catamarãs F50 competindo em circuito urbano à beira-mar.
O Sail GP já passou por cenários como este, agora é a vez do Rio. (Imagem: Divulgação/Sail GP)


Origem e estrutura da competição

O SailGP nasceu em 2018, criado por Larry Ellison, cofundador da Oracle, ao lado do multicampeão Russell Coutts.

A primeira temporada aconteceu em 2019, com seis equipes. Em 2026, o campeonato já conta com 13 equipes e até 14 etapas no calendário.

Um ponto que diferencia o SailGP de competições como a America’s Cup é o modelo one-design.

Todos competem com o mesmo catamarã F50, mantido pela própria organização. Isso elimina vantagem tecnológica escondida e coloca o foco total na tripulação.

Cada etapa funciona assim:

  • Dois dias de regatas
  • Até sete corridas de frota
  • Final eliminatória com os três melhores
  • Grande Final da temporada valendo US$ 2 milhões

Esse formato faz do Sail GP um campeonato de corridas intensas, curtas e decididas no detalhe.

Por que a comparação com a Fórmula 1 faz sentido

O paralelo com a F1 não é só apelido.

O campeonato tem formato de Grand Prix itinerante, passando por cidades como Nova York, Sydney, São Francisco e agora o Rio de Janeiro.

Tem também investidores famosos:

  • Hugh Jackman e Ryan Reynolds na equipe australiana
  • Kylian Mbappé na equipe francesa
  • Sebastian Vettel na equipe alemã
  • Anne Hathaway no grupo da Red Bull Itália

E claro, tem a parte que chama atenção de qualquer um: os F50 ultrapassam 100 km/h e literalmente levantam voo sobre a água.

A própria Forbes já definiu o campeonato como o equivalente oceânico da Fórmula 1.

Com o Sail GP no Brasil, essa estrutura global passa a fazer parte do calendário da região, facilitando para quem quer ver tudo de perto.

Catamarã F50: o “carro de corrida” do Sail GP no Brasil

Se o Sail GP no Brasil é comparado à Fórmula 1, o F50 é o equivalente direto ao carro de corrida.

Ele não só corta a água. Ele voa sobre ela.

Isso acontece por causa da tecnologia de hydrofoils, estruturas submersas que levantam o casco quando o barco ganha velocidade. Resultado: menos atrito, mais desempenho.

Engenharia do F50: o que tem por trás da velocidade

O F50 evoluiu a partir do AC50 da Copa América de 2017, mas foi redesenhado ao longo das temporadas do SailGP.

Alguns pontos que chamam atenção:

  • Wingsail de 24 metros, modular e ajustável conforme o vento
  • Sistema hidráulico acionado por motores elétricos e baterias de íon-lítio
  • Ajustes mais rápidos e precisos em comparação aos modelos anteriores

Em 2024, entrou em cena uma atualização importante: os T-foils.

Eles substituíram os foils em formato de L e trouxeram:

  • Mais sustentação
  • Mais estabilidade em alta velocidade
  • Navegação mais plana

O impacto foi direto no cronômetro. A equipe do Canadá registrou 101,98 km/h, recorde do campeonato.

30 mil dados por segundo: como a tecnologia decide a regata

Cada F50 coleta até 30.000 pontos de dados por segundo.

Essas informações ajudam a tripulação a ajustar rota, altura de voo e leitura de vento em tempo real. Depois da corrida, tudo vira análise estratégica.

A tecnologia é fornecida pela Oracle e compartilhada entre as equipes. Todos têm acesso às mesmas informações. O diferencial está em como cada time interpreta e reage.

Catamarãs F50 do SailGP em alta velocidade durante regata, com barcos voando sobre a água.
Você piscou, eles já passaram voando. (Imagem: Divulgação/Sail GP)


Quem faz o F50 voar

O barco é operado por uma equipe enxuta, com funções bem definidas:

  • Piloto: direção e comunicação
  • Wing trimmer: controla a vela asa
  • Flight controller: mantém o barco “voando”
  • Estrategista: leitura de dados e vento
  • Grinders: ajustes físicos dos sistemas

No Sail GP no Brasil, essa coordenação acontece em segundos. Um ajuste atrasado pode custar posições. Uma decisão certa pode garantir a final.

Enel Rio Sail Grand Prix 2026: o Sail GP no Brasil finalmente confirmado

A estreia do Sail GP no Brasil movimentou o cenário náutico desde o primeiro anúncio.

A etapa que aconteceria em maio de 2025 precisou ser cancelada após um problema estrutural identificado nos wingsails de alguns F50. A organização optou por revisar todo o sistema antes de seguir com o calendário.

Agora está confirmado: o Rio recebe o circuito nos dias 11 e 12 de abril de 2026.

Data, local e como vai funcionar o evento

O Enel Rio Sail Grand Prix acontece na Baía de Guanabara, com o Race Stadium montado à beira-mar, de frente para a área de regata.

Na prática, você fica perto da ação.

A programação segue o padrão internacional do campeonato:

Sábado, 11 de abril de 2026

  • Race Stadium aberto das 13h30 às 17h30
  • Regatas das 15h00 às 16h30

Domingo, 12 de abril de 2026

  • Race Stadium aberto das 13h30 às 17h30
  • Regatas das 15h00 às 16h30

Os horários podem mudar conforme o vento e as condições na água, algo natural em uma competição como o Sail GP.

O que aconteceu em 2025 e por que a etapa foi adiada

A etapa brasileira estava marcada para 3 e 4 de maio de 2025.

Durante o Grand Prix de São Francisco, a wingsail da equipe australiana sofreu uma ruptura logo após a largada. A investigação apontou um defeito na adesão do material no núcleo do painel da alma de cisalhamento em algumas velas rígidas.

O CEO Russell Coutts classificou a decisão de cancelar como necessária para manter o padrão de segurança da liga.

Quem tinha ingresso recebeu reembolso integral.

Com os ajustes concluídos e o calendário reorganizado, o Sail GP no Brasil volta ao mapa em 2026, marcando a primeira regata oficial do circuito mundial em território brasileiro.

Mubadala Brazil SailGP Team: o Brasil no centro do Sail GP no Brasil

Ter uma equipe nacional já seria motivo de atenção.

Mas no Sail GP no Brasil, essa presença carrega um significado maior.

O Mubadala Brazil SailGP Team estreou na temporada 2024/25 e entrou para a história como a primeira equipe liderada por uma mulher na liga.

A presença brasileira passa a representar também um avanço dentro do próprio circuito.

Martine Grael: do ouro olímpico ao comando do F50

À frente do time está Martine Grael, nascida em Niterói e bicampeã olímpica na classe 49er FX.

Ela conquistou o ouro nos Jogos Rio 2016 e Tóquio 2020, ao lado de Kahena Kunze.

O sobrenome também carrega tradição. Martine é filha de Torben Grael, campeão olímpico, e irmã de Marco Grael, que integra o time brasileiro como grinder no F50.

Ao assumir o posto de driver, Martine se tornou a primeira mulher a pilotar um F50 no SailGP.

Em entrevista ao Olympics.com, ela comentou que espera que, no futuro, isso deixe de ser uma questão. A tecnologia embarcada no campeonato ajuda a reduzir barreiras físicas e amplia o espaço para diversidade na competição.

No Sail GP no Brasil, isso coloca uma atleta brasileira no centro de um campeonato mundial.

Martine Grael e Kahena Kunze com medalhas de ouro olímpicas, representando o Brasil na vela, destaque do Sail GP no Brasil.
Martine Grael, de medalha no peito ao comando da equipe brasileira no SailGP. (Imagem: Bernat Armangue/AP)


Resultados na água e impacto fora dela

Na temporada 2024-25, o Brasil conquistou uma vitória em regata de frota no Grand Prix de Nova York.

No ranking geral da temporada 2026, após a primeira rodada em Perth, a equipe ocupa a 10ª posição.

Além do desempenho esportivo, o time também se destacou na Impact League, o ranking paralelo que mede sustentabilidade e inclusão. O Brasil terminou em 2º lugar na temporada 2024-25.

Um dos projetos que ganhou atenção foi a ação de limpeza na Ilha Pombeba, na Baía de Guanabara.

A equipe mobilizou mais de 40 pescadores locais e retirou 4.139 kg de resíduos plásticos da área. A iniciativa gerou renda temporária, incentivou reciclagem e atraiu pesquisadores para estudar microplásticos na região.

Para quem acompanha o Sail GP no Brasil, as regatas vêm junto com o orgulho de ver o Brasil bem representado dentro e fora da água.

Ingressos e experiências no Sail GP no Brasil: onde assistir

O Sail GP no Brasil foi pensado para aproximar o público da regata.

Aqui você não fica longe da ação. As corridas acontecem perto da costa e o Race Stadium concentra a movimentação do evento.

Você escolhe o nível de experiência.

Waterfront Grandstand: arquibancada de frente para a regata

O ingresso Waterfront Grandstand coloca você na arquibancada elevada do Race Stadium, com vista direta para a área de prova na Baía de Guanabara.

O que está incluído:

  • Telões com transmissão ao vivo
  • Narração oficial das regatas
  • Praça de alimentação
  • Loja oficial de produtos SailGP

Tabela de preços dos ingressos do Sail GP no Brasil no Rio de Janeiro, com valores para Waterfront Grandstand e VELA Beach Club para dia único e fim de semana.

Valores dos ingressos para o Sail GP no Brasil no Rio (Imagem: Reprodução)


Há opções de meia-entrada para estudantes, pessoas com 60 anos ou mais, jovens de baixa renda com ID Jovem, pessoas com deficiência, professores da rede pública do RJ e jovens até 21 anos.

Também existem pacotes familiares com desconto.

Se você quer ver o Sail GP no Brasil com visão clara da largada à chegada, essa é a escolha direta.

VELA Beach Club: lounge à beira da água

O VELA Beach Club é a área de hospitalidade premium do evento.

Funciona como um lounge estruturado na beira da água, combinando regata, gastronomia e ambiente reservado.

O ingresso inclui:

  • Entrada VIP dedicada
  • Acesso ao Premium Lounge oficial
  • Assentos exclusivos waterfront
  • Comidas e bebidas inclusas
  • Entretenimento ao longo da tarde
  • Vista direta da regata com área coberta

Para grupos com 25 pessoas ou mais, há condições especiais mediante solicitação.

Em algumas etapas internacionais, existe também o VELA Privé, formato corporativo com espaço reservado e atendimento personalizado.

A experiência varia do ingresso padrão à hospitalidade completa, dependendo de como você quer viver o fim de semana na Baía de Guanabara.

Gosta de viajar com conforto, exclusividade e bons serviços? Então confira nosso artigo sobre turismo de luxo!

Baía de Guanabara: o palco do Sail GP no Brasil

Não foi por acaso que o Sail GP no Brasil escolheu a Baía de Guanabara.

O Rio entrega três coisas que contam muito para uma etapa do circuito: vento consistente, área ampla para regata e infraestrutura para receber público internacional.

E tudo isso dentro da cidade.

Cartão-postal de fundo, regata na frente

A linha de prova fica com vista direta para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.

É um cenário conhecido, mas que passa a fazer parte da experiência da regata.

A Baía de Guanabara tem:

  • Alta incidência de dias ensolarados ao longo do ano
  • Temperaturas estáveis
  • Condições de vento favoráveis para competição

O formato de stadium racing aproxima os barcos da costa. Isso significa F50 passando perto da margem, com o público acompanhando cada manobra quase no nível da água.

Pontos como Botafogo, Flamengo e a Marina da Glória fazem parte da área do evento.

Esporte + viagem no mesmo fim de semana

Para quem vem de fora, a etapa do Rio encaixa fácil em um roteiro de viagem.

Você pode combinar as regatas com:

  • Visita ao Maracanã
  • Noite na Lapa
  • Praia em Copacabana ou Ipanema
  • Passeio de barco pela própria Baía de Guanabara

Hotéis, restaurantes e passeios ficam a poucos minutos da área do evento.

O Sail GP no Brasil acaba sendo uma boa desculpa para passar um fim de semana inteiro no Rio com programação definida durante o dia e cidade aberta à noite.

Para aproveitar melhor o fim de semana, confira também nosso guia completo sobre o que fazer no Rio de Janeiro.

As 13 equipes do Sail GP no Brasil e da temporada 2026

A temporada 2026 do campeonato reúne 13 equipes nacionais. É o maior grid da história do circuito.

Com a entrada da Artemis SailGP Team, da Suécia, o campeonato ganhou mais um nome forte na briga por pontos.

Quem é quem no grid de 2026

Aqui está o panorama completo das equipes que disputam a temporada:

Tabela com as equipes do Sail GP 2026, mostrando países, pilotos e destaques como Emirates GBR, Mubadala Brazil, Team France, Switzerland e Red Bull Italy.
Panorama das equipes do Sail GP 2026, com destaque para o Mubadala Brazil (Imagem: Reprodução)


No Sail GP no Brasil, a atenção fica especialmente na Austrália, Grã-Bretanha e França, que vêm brigando pelas primeiras posições.

Como começou a temporada 2026

A primeira etapa aconteceu em Perth, Austrália.

Resultado da rodada inicial:

  • Emirates GBR venceu o evento
  • Austrália terminou em 2º
  • França ficou em 3º
  • Brasil ocupa a 10ª posição após a primeira rodada

Ainda é começo de campeonato. A etapa do Rio pode mexer bastante na classificação geral.

Sete regatas de frota e uma final costumam deixar a disputa aberta até o último dia.

Impact League: o outro pódio do Sail GP no Brasil

No Sail GP no Brasil, não existe só classificação na água.

Existe também a Impact League, uma disputa paralela que mede o que cada equipe faz fora da regata, com foco em sustentabilidade e inclusão social.

É como um segundo campeonato acontecendo ao mesmo tempo.

Como funciona esse ranking paralelo

A Impact League foi criada em 2021 e é obrigatória para todas as equipes.

Cada time precisa desenvolver projetos junto a uma organização sem fins lucrativos aprovada pelo SailGP, dentro de quatro frentes:

  • Race to Zero Waste
  • Climate Action
  • Accelerating Inclusion
  • Breaking Boundaries, com foco especial em gênero

Os projetos são avaliados por um painel independente, que distribui pontos ao longo da temporada.

No fim do ano, a equipe vencedora recebe um prêmio financeiro para repassar à sua organização parceira.

Na temporada 2024/25, a Emirates GBR ficou em primeiro lugar. O Brasil terminou em 2º, mostrando que também está competitivo fora da água.

Com isso, o evento ganha relevância também fora das regatas.

O projeto brasileiro na Ilha Pombeba

A ação da Mubadala Brazil na Baía de Guanabara ganhou destaque internacional.

Em parceria com a ONG Nas Marés, a equipe organizou a limpeza da Ilha Pombeba, área de proteção ambiental afetada por poluição plástica.

Os números chamam atenção:

  • 40 pescadores locais mobilizados
  • 4.139 kg de resíduos retirados
  • Estudos acadêmicos sobre microplásticos iniciados na região

O projeto gerou renda temporária, apoio científico e recuperação ambiental.

Seguro viagem para curtir o Sail GP no Brasil sem dor de cabeça

Se você está organizando a viagem para o Sail GP no Brasil, tem um item que precisa entrar na sua lista: seguro viagem.

Mesmo viajando dentro do país, imprevistos acontecem. Atendimento médico, atraso de voo, bagagem extraviada. Tudo isso pode impactar um fim de semana que envolve ingresso, hotel e deslocamento.

Principalmente em um evento ao ar livre, com grande público e programação concentrada em dois dias.

Vale a pena contratar seguro mesmo em viagem nacional?

O Brasil não exige seguro para deslocamentos internos.

Mas quando você já investiu em:

  • Ingressos para o Sail GP no Brasil
  • Hospedagem
  • Passagens aéreas

Ter cobertura médica e assistência 24h centralizada pode evitar gasto inesperado e estresse.

Para quem vem do exterior, o seguro se torna ainda mais importante, cobrindo:

  • Atendimento médico-hospitalar
  • Repatriação sanitária
  • Assistência jurídica
  • Extravio de bagagem

É uma camada extra de proteção para curtir o evento focado na regata, não em resolver problemas.

No nosso canal do YouTube, reunimos um vídeo especial explicando o seguro viagem nacional de forma simples:

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Real Seguro Viagem: somos a primeira comparadora do Brasil

A Real Seguro Viagem é a primeira comparadora de seguro viagem do Brasil.

Nascemos em 2008 com a proposta de simplificar a escolha do seguro. Em vez de pesquisar seguradora por seguradora, você compra tudo em um só lugar.

Hoje já atendemos mais de 2 milhões de clientes, conectando viajantes às principais seguradoras do mercado.

O que você encontra na Real Seguro Viagem

Ao cotar para o Sail GP no Brasil, você consegue:

  • Comparar preços e coberturas lado a lado
  • Escolher entre seguradoras como Assist Card, Intermac, Coris, ITA, Affinity e GTA
  • Parcelar no cartão
  • Ter suporte completo em português
  • Acessar sua apólice pelo Web App SEU, sem precisar baixar aplicativo

A ideia é simples. Você informa destino e datas, compara planos em minutos e escolhe o que faz sentido para o seu perfil.

Se você está planejando sua ida ao Sail GP no Brasil, faça uma cotação antes de fechar a mala. É rápido e pode evitar gastos altos em caso de imprevistos!

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Calendário 2026: por onde o Sail GP durante o ano inteiro

A temporada 2026 do campeonato roda o mundo de janeiro a novembro, com 13 etapas confirmadas em cinco continentes.

O Sail GP no Brasil é a quarta parada do ano e marca a estreia do circuito na América do Sul.

Todas as etapas da temporada 2026

  • Perth, Austrália
    24 e 25 de janeiro de 2026
  • Sydney, Austrália
    14 e 15 de fevereiro de 2026
  • Auckland, Nova Zelândia
    28 de fevereiro e 1 de março de 2026
  • Rio de Janeiro, Brasil
    11 e 12 de abril de 2026
  • Bermuda
    9 e 10 de maio de 2026
  • Nova York, Estados Unidos
    30 e 31 de maio de 2026
  • Halifax, Canadá
    20 e 21 de junho de 2026
  • Portsmouth, Grã-Bretanha
    26 e 27 de julho de 2026
  • Sassnitz, Alemanha
    23 e 24 de agosto de 2026
  • Valência, Espanha
    5 e 6 de setembro de 2026
  • Genebra, Suíça
    19 e 20 de setembro de 2026
  • Dubai, Emirados Árabes Unidos
    21 e 22 de novembro de 2026
  • Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
    28 e 29 de novembro de 2026

A etapa do Sail GP no Brasil acontece logo após o bloco da Oceania e antes da sequência na América do Norte.

Como assistir e acompanhar o Sail GP no Brasil

Todas as etapas têm transmissão ao vivo na plataforma oficial do SailGP e em canais parceiros.

Quem assina o SailGP+ tem acesso a:

  • Conteúdos exclusivos
  • Pré-venda de ingressos
  • Ofertas promocionais

No caso do Sail GP no Brasil, a venda começou em janeiro de 2026, com pré-venda para assinantes entre 19 e 22 de janeiro e abertura ao público geral a partir de 23 de janeiro.

Se você não for ao Rio, dá para acompanhar online. Se for, já sabe a data e onde garantir o ingresso.

Como chegar ao Sail GP no Brasil: transporte, entrada e acesso

Se você já garantiu ingresso para o Sail GP no Brasil, o próximo passo é planejar como chegar ao Race Stadium sem estresse.

A organização recomenda priorizar o transporte público, principalmente por causa do fluxo de pessoas nos dois dias de evento.

Transporte e acesso ao Race Stadium

O app Moovit é indicado para montar sua rota usando:

  • Metrô
  • Ônibus
  • VLT

A região da Baía de Guanabara é bem conectada aos principais bairros turísticos do Rio.

Se for usar transporte por aplicativo, é importante sair com antecedência. Nos horários próximos às regatas, o trânsito tende a aumentar nas vias de acesso.

Outro ponto sobre o Sail GP no Brasil:
Os ingressos são 100% digitais.

Você entra apresentando o QR code no celular, pelo app Fever ou diretamente no dispositivo.

Algumas orientações importantes:

  • Não é necessário imprimir
  • Evite usar screenshot do ingresso
  • Compre apenas por canais oficiais
  • Revenda não autorizada pode resultar em bloqueio na entrada

Acessibilidade no evento

O Sail GP no Brasil conta com estrutura adaptada para pessoas com mobilidade reduzida.

Áreas acessíveis estão disponíveis nas:

  • Grandstands A, B e C
  • VELA Beach Club

Acompanhantes de pessoas com deficiência que necessitem de auxílio têm direito a ingresso gratuito.

Dúvidas específicas podem ser enviadas para o e-mail oficial do evento.

Com transporte planejado e ingresso organizado no celular, você já elimina duas preocupações antes mesmo da primeira largada.

Vista aérea da Baía de Guanabara com o Pão de Açúcar e o Rio de Janeiro, palco do Sail GP no Brasil.
A Baía de Guanabara está pronta para virar palco mundial. (Imagem: Unsplash)


Sail GP no Brasil: o que esperar dessa estreia no Rio

O Sail GP no Brasil coloca o Rio de Janeiro no calendário de um dos campeonatos mais tecnológicos da vela mundial.

Lá você encontra:

  • Catamarãs F50 ultrapassando 100 km/h
  • Equipes internacionais disputando ponto a ponto
  • A Baía de Guanabara como área oficial de regata
  • Opções que vão da arquibancada ao VELA Beach Club

É um evento global acontecendo dentro do Brasil!

A presença de Martine Grael no comando do time brasileiro adiciona um elemento forte à etapa. Estamos falando de uma bicampeã olímpica liderando a primeira equipe comandada por uma mulher na liga.

Some a isso o grid com investidores como atletas e atores internacionais, o formato de regatas curtas e a disputa paralela da Impact League. O resultado é um campeonato que mistura velocidade, tecnologia e responsabilidade ambiental.

No fim das contas, o Sail GP no Brasil é uma chance de acompanhar de perto um circuito que normalmente passa por cidades como Nova York, Sydney e Dubai.

Agora ele passa pelo Rio.

Vai viajar para o Sail GP no Brasil? Planeje tudo antes

Garanta seus ingressos pelos canais oficiais, organize hospedagem com antecedência e pense na proteção da sua viagem.

Se você vem de outra cidade ou país, faça uma cotação de seguro viagem com a Real Seguro Viagem.

Nós somos a primeira comparadora de seguro viagem do Brasil e ajudamos você a comparar planos das principais seguradoras em poucos minutos.

Você escolhe o plano que combina com seu perfil e viaja com cobertura para:

  • Atendimento médico
  • Atrasos e cancelamentos
  • Extravio de bagagem

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