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Dicas de Viagem

Quais países têm as melhores estruturas de saúde para viajantes com doenças crônicas?

Descubra quais países oferecem as melhores estruturas de saúde para pacientes crônicos e veja como viajar com segurança, planejamento e seguro adequado.

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Emilly Chagas 01 de jan. de 2026
imagem de capa da publicação Quais países têm as melhores estruturas de saúde para viajantes com doenças crônicas?

Viajar para o exterior já faz parte da rotina de muitos brasileiros, e isso inclui também pessoas que convivem com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, respiratórias ou autoimunes. Com os avanços da medicina, da tecnologia e do acesso à informação, viajar com uma condição de saúde contínua deixou de ser um impedimento, mas passou a exigir mais planejamento e atenção.

Ao escolher um destino, pacientes crônicos precisam olhar além dos pontos turísticos. É essencial avaliar a estrutura de saúde do país, o acesso a medicamentos, a qualidade do atendimento médico e a possibilidade de continuidade do tratamento durante a viagem. Esses fatores fazem toda a diferença para garantir uma experiência segura e tranquila.

Neste artigo, analisamos países reconhecidos mundialmente pela qualidade de seus sistemas de saúde, além de trazer orientações práticas para quem pretende viajar convivendo com uma condição crônica. Ao longo do conteúdo, também explicamos por que o seguro viagem com cobertura para doenças preexistentes é um item indispensável nesse tipo de planejamento.

ilustração de apólice de seguro viagem e avião simbolizando saúde em viagem (Fonte: Canva)
Entenda quais países oferecem a melhor estrutura para viajantes com doenças crônicas (Fonte: Canva)


O que considerar ao avaliar um Sistema de Saúde para pacientes crônicos?

Antes de escolher um destino internacional, é importante entender que nem todos os sistemas de saúde funcionam da mesma forma, especialmente para estrangeiros. Para pacientes crônicos, alguns critérios devem ser prioridade.

Acesso a tratamentos contínuos e especialistas

Um dos pontos mais importantes é a facilidade de acesso a médicos especialistas. Países com sistemas de saúde bem estruturados costumam oferecer atendimento eficiente em áreas como cardiologia, endocrinologia, nefrologia, oncologia, pneumologia e reumatologia.

Além disso, é fundamental que o sistema permita continuidade do cuidado, seja para consultas de rotina, acompanhamento clínico ou ajustes de medicação. Em alguns países, o acesso direto a especialistas é simples; em outros, pode exigir encaminhamento ou longos prazos de espera, o que pode ser um desafio para quem precisa de acompanhamento constante.

Disponibilidade de medicamentos e insumos

Outro fator essencial é a disponibilidade de medicamentos. Nem todos os remédios vendidos no Brasil estão disponíveis no exterior com o mesmo nome comercial ou composição. Por isso, é importante verificar se o país possui fácil acesso a farmácias, se aceita prescrições internacionais e se há equivalentes terapêuticos para os medicamentos de uso contínuo.

Saiba como levar medicamentos em viagens internacionais!

Pacientes que utilizam insulina, dispositivos médicos, inaladores ou outros insumos específicos devem redobrar a atenção, garantindo que haverá acesso a esses itens caso seja necessário durante a viagem.

Atendimento emergencial e continuidade do cuidado

Mesmo com planejamento, imprevistos podem acontecer. Por isso, avalie como funciona o atendimento emergencial no destino, incluindo prontos-socorros, hospitais e serviços de urgência.

O ideal é que o país ofereça não apenas atendimento rápido em emergências, mas também continuidade no cuidado após o atendimento inicial, algo essencial para pacientes crônicos que podem precisar de observação, exames ou acompanhamento após um episódio agudo.

Custos e cobertura para estrangeiros

Um ponto muitas vezes negligenciado é o custo do atendimento médico para turistas. Em diversos países, o sistema público não cobre estrangeiros ou oferece apenas atendimentos emergenciais básicos. Já o sistema privado pode ter custos elevados, especialmente para internações, exames ou tratamentos contínuos.

Por isso, contar com um seguro viagem adequado, que inclua cobertura para doenças preexistentes, é fundamental. Ele garante acesso à rede privada, reduz custos inesperados e oferece suporte em português, algo que faz toda a diferença em momentos delicados.

🔗 Para se preparar melhor:

Países com as melhores estruturas de saúde para pacientes crônicos

Alguns países se destacam mundialmente pela qualidade do sistema de saúde, pela tecnologia empregada e pela eficiência no acompanhamento de doenças crônicas. A seguir, listamos destinos que oferecem maior segurança para pacientes que precisam de tratamento contínuo ou acesso rápido a especialistas durante a viagem.

Alemanha

A Alemanha é referência global em excelência hospitalar e inovação médica. Seu sistema público de saúde é robusto, bem financiado e altamente integrado ao setor privado, o que garante agilidade no atendimento.

O país conta com centros de referência em cardiologia, oncologia, neurologia e endocrinologia, além de ampla utilização de prontuários eletrônicos e tecnologia de ponta para diagnósticos e acompanhamento clínico. Para pacientes crônicos, isso significa maior facilidade de continuidade do cuidado, mesmo em situações emergenciais.

Apesar da alta qualidade, o atendimento para turistas pode ser caro, tornando o seguro viagem indispensável para acesso à rede privada sem custos elevados.

Suíça

A Suíça possui um dos sistemas de saúde mais eficientes e bem avaliados do mundo. O modelo é baseado em seguros obrigatórios, com forte regulação do Estado e altíssimo padrão de atendimento.

Hospitais suíços são reconhecidos pela precisão nos diagnósticos, excelência no controle de doenças crônicas e uso intensivo de tecnologia médica. No entanto, é importante destacar que não existe atendimento gratuito, nem mesmo para residentes, todos precisam estar segurados.

Para turistas e pacientes crônicos, entender como funciona o sistema de saúde na Suíça é essencial, já que qualquer atendimento médico pode gerar custos elevados sem um seguro adequado, tema que retomamos na FAQ deste artigo.

Canadá

O Canadá adota um sistema público universal, considerado um dos mais eficientes do mundo em termos de acesso e qualidade. Para cidadãos e residentes permanentes, o atendimento médico é amplamente coberto pelo governo.

No entanto, turistas e visitantes temporários não têm acesso gratuito ao sistema público canadense, ficando sujeitos a altos custos em consultas, exames e internações. Para pacientes crônicos, isso reforça ainda mais a importância de viajar com um seguro viagem que cubra doenças preexistentes, garantindo atendimento adequado sem impacto financeiro.

Japão

O Japão se destaca pela alta expectativa de vida da população, reflexo direto de um sistema de saúde altamente organizado e focado na prevenção.

O país possui um controle rigoroso de doenças crônicas, com acompanhamento contínuo, protocolos médicos bem definidos e acesso facilitado a tratamentos. A infraestrutura hospitalar é moderna, eficiente e extremamente disciplinada.

Por outro lado, a barreira do idioma e as regras específicas para prescrição de medicamentos exigem planejamento prévio. Ter um seguro viagem com assistência adequada faz toda a diferença para garantir orientação e suporte em situações médicas.

França

A França é frequentemente citada entre os países com o melhor sistema público de saúde do mundo. O modelo combina forte presença estatal com ampla rede privada, garantindo acesso rápido a especialistas e tratamentos de alta complexidade.

Pacientes crônicos encontram facilidade para consultas médicas, exames e acompanhamento clínico. Para turistas, o atendimento emergencial é garantido, mas custos adicionais podem surgir, novamente reforçando o papel do seguro viagem como item essencial para uma viagem segura.

Portugal

Portugal merece destaque especial entre brasileiros. O país possui um sistema público de saúde bem estruturado, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), além de forte integração com o setor privado.

Graças ao acordo bilateral entre Brasil e Portugal, brasileiros podem utilizar o PB4 (Certificado de Direito à Assistência Médica), que permite acesso ao sistema público português em condições semelhantes às de um cidadão local.

🔗 Saiba mais: PB4 Portugal

Mesmo com o PB4, é importante lembrar que ele não substitui o seguro viagem, já que não cobre repatriação, extravio de bagagem, atendimento na rede privada ou emergências fora do sistema público.

🔗 Entenda melhor: Seguro viagem é seguro saúde?

E o Brasil? Como o SUS se compara aos sistemas de saúde do mundo?

Ao falar sobre sistemas de saúde de referência, é inevitável olhar para o Brasil e o SUS, frequentemente citado em comparações internacionais, tanto de forma positiva quanto com mitos que precisam ser esclarecidos.

O SUS é um dos maiores sistemas públicos do mundo

O Sistema Único de Saúde (SUS) é, de fato, um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta. Ele é universal, gratuito e integral, garantindo acesso à saúde para toda a população brasileira, desde atendimentos básicos até procedimentos de alta complexidade, como transplantes e tratamentos oncológicos.

Outro diferencial importante do SUS é sua ampla cobertura territorial, presente em praticamente todos os municípios do país, além de políticas públicas reconhecidas internacionalmente, como o Programa Nacional de Imunizações.

Referências internacionais do SUS

Sem recorrer a rankings sensacionalistas, é importante destacar que diversos hospitais e centros médicos brasileiros são reconhecidos mundialmente pela qualidade técnica, produção científica e complexidade dos atendimentos.

Instituições como o Hospital das Clínicas (SP), o InCor, o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Albert Einstein (que atuam em parceria com o SUS em diferentes frentes) são frequentemente citadas em estudos e cooperações internacionais, especialmente nas áreas de cardiologia, infectologia, oncologia e transplantes.

Esses reconhecimentos reforçam que o SUS não é apenas um sistema de acesso, mas também um importante polo de formação médica e inovação em saúde pública.

Diferença entre atendimento no Brasil e no exterior

A principal diferença entre o atendimento no Brasil e em países desenvolvidos está menos na capacidade técnica e mais na estrutura, tempo de espera e acesso.

No SUS, apesar da gratuidade e universalidade, a demanda elevada pode gerar filas e prazos mais longos para consultas especializadas e exames. Já em muitos países da Europa, Canadá ou Japão, os sistemas públicos funcionam com maior previsibilidade de atendimento, embora também tenham filas em alguns casos.

Para turistas estrangeiros, o cenário muda completamente:

No Brasil, o SUS pode atender emergências, mas não há garantia de acompanhamento contínuo para turistas.

No exterior, turistas geralmente não têm acesso ao sistema público gratuito, sendo direcionados ao atendimento privado,  muitas vezes com custos elevados.

🔗 Leia também: Medif e Fremec

Países com sistema de saúde totalmente gratuito: Mito ou verdade?

A ideia de “saúde totalmente gratuita” gera muitas dúvidas, especialmente entre quem planeja viajar para países conhecidos por seus sistemas públicos.

O que significa “saúde gratuita”?

Quando falamos em saúde gratuita, estamos nos referindo a sistemas financiados por impostos, e não à ausência de custos. A população contribui indiretamente por meio da carga tributária, e o acesso aos serviços ocorre sem pagamento direto no momento do atendimento.

Países com saúde pública universal

Alguns países são reconhecidos por oferecer sistemas públicos universais de saúde, como:

Nesses países, cidadãos e residentes legais têm acesso amplo à rede pública, incluindo consultas, exames e tratamentos contínuos.

Limitações para turistas e estrangeiros

Para turistas, a realidade é diferente. Na maioria desses países:

  • O atendimento público não é totalmente gratuito para estrangeiros.
  • Emergências podem ser atendidas, mas consultas, exames e internações costumam ser cobrados.
  • Em alguns destinos, o seguro viagem é obrigatório, como nos países do Espaço Schengen.

Por isso, mesmo viajando para países com sistemas públicos fortes, o seguro viagem continua sendo essencial, especialmente para pacientes crônicos que precisam de acompanhamento, medicamentos ou atendimento emergencial durante a viagem.

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Como pacientes crônicos devem se preparar para viajar ao exterior

Viajar com uma doença crônica exige atenção redobrada, mas com planejamento adequado, a experiência pode ser segura, tranquila e extremamente positiva. A preparação começa muito antes do embarque.

Documentação médica essencial

Antes de viajar, é fundamental reunir toda a documentação médica relacionada à condição crônica, preferencialmente em português e inglês. Isso facilita atendimentos de emergência e a continuidade do tratamento no exterior.

Leve sempre:

  • Laudos médicos atualizados
  • Relatórios clínicos detalhando o diagnóstico e o tratamento
  • Receitas médicas (especialmente para medicamentos controlados)
  • Cartão ou documento com informações de contato do médico responsável

Esses documentos podem ser decisivos em casos de emergências ou na necessidade de compra de medicamentos fora do país.

Planejamento do tratamento durante a viagem

Pacientes crônicos devem planejar como manter o tratamento durante todo o período da viagem. Isso inclui:

  • Quantidade suficiente de medicamentos para toda a estadia (com margem de segurança)
  • Condições de armazenamento adequadas, como refrigeração para insulina
  • Transporte de equipamentos médicos, como bombas de infusão, cilindros de oxigênio ou materiais para hemodiálise
  • Verificação prévia da disponibilidade de clínicas, hospitais ou centros de referência no destino

Planejar esses detalhes evita interrupções no tratamento e reduz riscos à saúde.

Conectividade e acesso à informação

Manter-se conectado durante a viagem não é apenas uma comodidade, é uma necessidade de segurança, especialmente para pacientes crônicos.

Ter acesso à internet no exterior permite:

  • Contato rápido com familiares, médicos e seguradora
  • Uso de aplicativos de saúde e monitoramento
  • Localização de hospitais, farmácias e serviços de emergência

🔗 Leia também:

Seguro Viagem para pacientes crônicos: por que é indispensável?

Mesmo escolhendo destinos com excelente infraestrutura de saúde, o seguro viagem é o verdadeiro garantidor de acesso ao atendimento quando você mais precisa.

Cobertura para doenças preexistentes

Nem todo seguro cobre automaticamente doenças crônicas ou preexistentes. Por isso, é essencial verificar:

  • Se a condição está coberta
  • Quais tipos de atendimentos estão incluídos (emergências, internações, exames)
  • Limites de cobertura e eventuais exclusões

O seguro viagem adequado cobre agravamentos inesperados, crises agudas e emergências relacionadas à condição já existente, oferecendo suporte financeiro e médico.

Diferença entre seguro viagem e seguro saúde

Embora os nomes confundam, eles têm finalidades diferentes:

  • Seguro viagem: ideal para viagens de curta e média duração, com foco em emergências médicas, assistência e imprevistos
  • Seguro saúde: indicado para quem vai morar no exterior por longos períodos

Para a maioria das viagens internacionais, o seguro viagem é a solução mais prática, acessível e eficiente.

Como escolher o melhor seguro para o seu perfil

Na hora de contratar, leve em conta:

  • O destino da viagem
  • O tipo e a complexidade da doença crônica
  • O tempo de permanência no exterior
  • A necessidade de coberturas adicionais, como medicamentos, internações prolongadas ou repatriação

Um bom comparador ajuda a identificar o plano que realmente atende às suas necessidades, evitando surpresas desagradáveis.

Leia também: Saiba qual o melhor seguro viagem!

Viajar com uma doença crônica é totalmente possível e seguro, desde que haja planejamento, informação e as escolhas certas. Avaliar a estrutura de saúde do país de destino é importante, mas é o seguro viagem que garante acesso rápido, atendimento adequado e tranquilidade em situações inesperadas.

Com a documentação em dia, tratamento bem planejado e um seguro viagem que cubra doenças preexistentes, o paciente crônico pode aproveitar a viagem com mais confiança e autonomia.

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Perguntas Frequentes sobre saúde no exterior (FAQ)

Ao planejar uma viagem internacional, especialmente para quem possui uma condição crônica, é natural surgirem dúvidas sobre como funcionam os sistemas de saúde fora do Brasil, quais países oferecem atendimento público e quais cuidados extras são necessários. 

Abaixo, respondemos às perguntas mais comuns sobre saúde no exterior para ajudar você a viajar mais bem informado e seguro.