Cordilheira dos Andes: o que é, países e como visitar
No voo para Santiago, o avião cruza a cordilheira pouco antes do pouso, e os picos nevados tomam conta da janela. Esse paredão branco é a Cordilheira dos Andes, que acompanha todo o lado oeste da América do Sul.
Tem gente que pesquisa sobre ela para a prova de Geografia e tem gente que já está com a passagem comprada para Santiago, Cusco ou Mendoza. Este texto atende os dois: primeiro vem o que é a cordilheira e como ela se formou, depois os lugares para vê-la de perto sem passar mal com a altitude.
O que é a Cordilheira dos Andes
A Cordilheira dos Andes é a cadeia de montanhas mais longa do mundo em terra firme, com cerca de 8 mil km, e atravessa sete países da América do Sul. Seu ponto mais alto é o Aconcágua, com 6.961 m, na Argentina.
Cordilheira dos Andes em números: cerca de 8 mil km de extensão, 7 países, Aconcágua com 6.961 m e altitude média de cerca de 4.000 m.
Para ter uma ideia de onde fica a Cordilheira dos Andes, basta seguir a costa do Pacífico no mapa, do norte da Venezuela até a Terra do Fogo. A largura muda bastante, de uns 200 km em alguns trechos até 700 km no Altiplano boliviano.
A altitude média fica perto de 4.000 m, e dezenas de picos passam dos 6.000 m. Fora da Ásia, nenhuma montanha é mais alta que o Aconcágua.
Os números de extensão variam de um livro para outro, de 7 mil a 8,9 mil km. Cada fonte escolhe um ponto de início e de fim diferente, porque no norte a cordilheira se confunde com serras menores da Venezuela e no sul ela se desfaz em ilhas na Terra do Fogo.
Os livros didáticos, em geral, ficam com cerca de 8 mil km, o número mais seguro para responder numa prova ou no vestibular.
A Cordilheira dos Andes não passa pelo Brasil. Os trechos mais próximos ficam no Peru e na Bolívia, onde a Amazônia começa a subir em direção às montanhas, perto da nossa fronteira.
Mesmo assim, a ligação com o Brasil existe, já que o Rio Amazonas nasce nos Andes peruanos. E Santiago e Mendoza, duas cidades encostadas nas montanhas, ficam a poucas horas de voo daqui.
Onde fica e quais países a Cordilheira dos Andes atravessa
No mapa, os Andes formam uma faixa estreita e comprida colada no Pacífico. É essa faixa que responde onde fica a Cordilheira dos Andes: na borda oeste da América do Sul, da Venezuela até a ponta da Patagônia.
Os países da Cordilheira dos Andes são sete, de norte a sul: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina. O trecho mais longo fica com chilenos e argentinos, que em boa parte da divisa têm a fronteira passando pelo alto das montanhas.
A faixa parece uma coisa só, mas a Geografia separa a cordilheira em três partes bem diferentes entre si.
Andes Setentrionais
Os Andes Setentrionais ficam na Venezuela, na Colômbia e no Equador. Na Colômbia, eles se dividem em três cadeias paralelas, com Bogotá num planalto da cadeia oriental e o Eixo Cafeeiro nas encostas da cadeia central.
Andes Centrais
Já os Andes Centrais pegam o Peru, a Bolívia e o norte do Chile e da Argentina. Aqui fica o Altiplano, um planalto a cerca de 3.800 m onde estão La Paz e o Lago Titicaca.
O Titicaca, a 3.812 m, divide Peru e Bolívia e é tido como o lago navegável mais alto do mundo. Nessa altura do mapa, a cordilheira atinge a sua largura máxima.
Andes Meridionais ou Patagônicos
No sul do Chile e da Argentina estão os Andes Meridionais, também chamados de Patagônicos. Os picos são mais baixos, mas sobram geleiras, lagos e campos de gelo, que fazem a fama da Patagônia.
Lá embaixo, na Terra do Fogo, as últimas montanhas da cadeia terminam no mar.
Como se formou a Cordilheira dos Andes
Para entender como se formou a Cordilheira dos Andes, é preciso olhar para o fundo do Pacífico. A placa de Nazca, que forma o leito do oceano na costa oeste, desliza por baixo da placa Sul-Americana, num processo que os geólogos chamam de subducção.
No extremo sul, quem afunda é a placa Antártica. Nos dois casos, o encontro das placas aperta, dobra e levanta as rochas da borda do continente.
Isso começou há milhões de anos e não parou.
São poucos centímetros por ano, mas, somados por tanto tempo, bastaram para erguer picos de quase 7 mil metros.
Muito resumo escolar fala em placa do Pacífico, e aí está um erro comum. A placa do Pacífico fica bem mais a oeste e nem encosta na América do Sul, porque quem passa por baixo do continente é a de Nazca.
A mesma subducção explica os vulcões e os terremotos. Quando a placa de Nazca afunda, a água e o calor que ela libera derretem parte do manto, e esse magma sobe até vulcões como o Cotopaxi, no Equador.
Já os terremotos vêm do atrito entre as placas, que travam e se soltam de tempos em tempos. Foi assim em Valdivia, no Chile, em 1960, no maior terremoto já medido por instrumentos, de magnitude 9,5.
Para o turista, tremores e erupções fazem parte da vida no Chile, no Equador e no Peru. Nuvens de cinzas vulcânicas já fecharam aeroportos e cancelaram voos na região, e esse é um dos motivos para olhar com atenção as coberturas de cancelamento do seguro viagem.
As montanhas mais altas dos Andes
O ponto mais alto da Cordilheira dos Andes é o Aconcágua, com 6.961 m, na província de Mendoza, na Argentina. Algumas fontes falam em 6.962 m, por causa de medições feitas em épocas e com métodos diferentes.
É a montanha mais alta das Américas e a maior fora da Ásia. Mas a lista de gigantes andinos é longa.
No Equador está um dado que pouca gente conhece. O cume do Chimborazo, com 6.263 m, é o ponto da superfície terrestre mais distante do centro da Terra.
A explicação está no formato do planeta, um pouco achatado nos polos e mais largo na linha do Equador. Como o Chimborazo fica quase em cima dessa linha, o cume dele está mais longe do centro da Terra do que o topo do Everest.
O Ojos del Salado, na fronteira entre Chile e Argentina, é apontado como o vulcão ativo mais alto do mundo. Fica numa área desértica de altiplano, na mesma região do Deserto do Atacama.
O Huascarán, ponto mais alto do Peru, fica na Cordilheira Branca, perto de Huaraz, no meio de dezenas de picos nevados. Já o Illimani aparece atrás dos prédios de La Paz e virou símbolo da cidade.
Subir qualquer um deles exige técnica, guia e semanas de aclimatação. Dá para ver vários de perto sem escalar nada, em mirantes e trilhas curtas como as do Parque Provincial Aconcágua.
Nos Andes, até as cidades ficam no alto, e La Paz e Cusco passam dos 3.000 m de altitude. Outros roteiros com montanha no centro da viagem estão no guia de destinos de montanha.
Clima, fauna e povos andinos
Nos Andes, o tempo muda com a altitude e com a latitude, e não é raro sair do calor e encontrar neve no mesmo dia. Nos picos mais altos, a neve fica o ano inteiro.
Na Colômbia e no Equador, perto da linha do Equador, as encostas são úmidas e as cidades altas têm clima ameno o ano todo. No Altiplano, entre Peru e Bolívia, o ar é seco, o sol queima e as noites são geladas.
Na Patagônia faz frio, venta muito e as geleiras descem até lagos e fiordes. No norte do Chile, o Atacama, um dos lugares mais secos do planeta, fica encostado nas montanhas.
Vários rios importantes nascem nessas montanhas. As nascentes do Rio Amazonas ficam nos Andes peruanos, o Urubamba corre perto de Machu Picchu e o Magdalena, principal rio da Colômbia, também sai da cordilheira.
O bicho mais famoso da região é o condor-dos-andes, uma das maiores aves voadoras do mundo, com asas que passam de 3 m abertas. Ele está nos brasões de vários países andinos.
Lhamas e alpacas são criadas pelos povos da montanha há milênios, enquanto vicunhas e guanacos vivem soltos. A lã da vicunha está entre as fibras mais caras do mundo.
Foi nos Andes que surgiu o Império Inca, com capital em Cusco e domínio do sul da Colômbia até o centro do Chile e o noroeste da Argentina. Machu Picchu e as estradas do Qhapaq Ñan são dessa época.
Milhões de pessoas ainda falam quéchua e aimará, línguas dos povos originários da região. Em mercados de Cusco, La Paz e Puno, é comum ouvir as duas misturadas com o espanhol.
Onde ver a Cordilheira dos Andes em cada país
Na hora de planejar a viagem, cada um dos países da Cordilheira dos Andes mostra as montanhas de um jeito: estação de esqui no Chile, ruínas incas no Peru, salar na Bolívia. A tabela junta cidade-base, altitude, moeda e melhor época de cada um.
Em Santiago, os Andes no Chile aparecem no fim de muitas ruas, e o Valle Nevado fica a uns 46 km do centro. Os guias do que fazer no Chile e das cidades no Chile para conhecer dão ideias de roteiro, e a página de seguro viagem para o Chile traz os planos para o país.
Do lado argentino, Mendoza é a cidade do Aconcágua, Bariloche concentra a neve e Salta e Jujuy têm as montanhas coloridas do norte. A temporada de esqui está detalhada no especial sobre o inverno na Argentina.
No Peru, a viagem costuma girar em torno de Cusco e do Vale Sagrado, enquanto Huaraz recebe quem quer trilha na Cordilheira Branca. Na Bolívia, o roteiro clássico liga La Paz, o Titicaca e o Salar de Uyuni.
Quito tem vulcão para todo lado, e a Colômbia guarda um lado mais verde dos Andes no Eixo Cafeeiro. A Real compara planos específicos de seguro viagem para o Equador e de seguro viagem para a Colômbia.
Na Venezuela, a cordilheira passa pela região de Mérida, onde fica o Pico Bolívar, ponto mais alto do país. Para lá, o primeiro passo é checar os alertas de viagem do Itamaraty.
Brasileiros em viagem de turismo entram nos sete países da Cordilheira dos Andes com RG em bom estado ou passaporte, por causa dos acordos do Mercosul. A nova Carteira de Identidade Nacional tem regras próprias em alguns destinos, e o Portal Consular do Itamaraty traz as orientações atualizadas.
Antes de fechar o roteiro, convém checar também se algum destino pede o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela. E, se a ideia é atravessar as montanhas de carro, o guia de documentos para dirigir na América do Sul lista o que cada país exige.
Neve, trilhas e travessias: experiências nos Andes
Depois de saber onde fica a Cordilheira dos Andes, sobra a parte mais gostosa, que é decidir como conhecê-la. E ninguém precisa escalar pico nenhum para isso.
Tem passeio de um dia na neve perto de Santiago e tem semana inteira de caminhada entre geleiras na Patagônia. Se o país ainda não está decidido, a lista de destinos baratos na América do Sul pode pesar na escolha.
Neve perto do Brasil
No Chile, as estações que mais recebem brasileiros são Valle Nevado, Farellones, La Parva e Portillo. Na Argentina, os nomes mais conhecidos são o Cerro Catedral, em Bariloche, e Las Leñas, em Mendoza.
A temporada vai mais ou menos de junho a setembro, e cada ano depende da neve que cai. Para a primeira vez na neve, há dicas no guia de viagem para a neve, no especial de inverno na América do Sul e na página de seguro viagem para Bariloche.
Travessia entre Santiago e Mendoza
Entre Santiago e Mendoza, a estrada atravessa os Andes pelo Paso Cristo Redentor, também conhecido como Los Libertadores. Do lado chileno, a subida passa pelos Caracoles, uma sequência de curvas fechadas famosa entre quem faz a travessia.
No inverno, a neve fecha o passo por horas e às vezes por dias, então é bom ver a situação da fronteira antes de sair. Com carro alugado, a travessia só pode ser feita com autorização da locadora.
Aconcágua sem escalar
Seguindo pela mesma estrada, já na Argentina, fica o Parque Provincial Aconcágua. Uma trilha curta vai até a Laguna de Horcones, e de lá, com o céu limpo, a face sul da montanha aparece inteira.
Alguns quilômetros antes da entrada do parque, a Puente del Inca, uma ponte natural de pedra sobre o rio, é parada certa nos passeios de alta montanha que saem de Mendoza.
Peru andino
Cusco, antiga capital inca, é a base para o Vale Sagrado e para Machu Picchu, que está a 2.430 m, abaixo da própria Cusco. Já a Montanha Colorida, a Vinicunca, passa dos 5.000 m e cansa bem mais.
Para fugir da multidão, Choquequirao pede uma trilha longa até ruínas incas bem menos visitadas. E, para dirigir pelo país, o blog explica como comprar o SOAT online no Peru.
Altiplano
No Titicaca, as paradas mais comuns do lado boliviano são Copacabana e a Isla del Sol. Em La Paz, os teleféricos fazem parte do transporte público e passam com o Illimani no horizonte.
De La Paz, muita gente segue para o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo.
Norte argentino
Em Salta e Jujuy, a cordilheira ganha faixas de cor na Quebrada de Humahuaca, nas Salinas Grandes e na Serranía de Hornocal. O mirante do Hornocal fica a cerca de 4.350 m, e a altitude pesa por lá também.
É uma região boa para rodar de carro, e o guia de cidades para conhecer de carro na Argentina sugere outras paradas.
Andes Patagônicos
Na Patagônia argentina, o Fitz Roy fica em El Chaltén e o Glaciar Perito Moreno, em El Calafate. Do lado chileno, Torres del Paine tem algumas das trilhas mais famosas do continente.
O fim da cordilheira é na Terra do Fogo, perto de Ushuaia, onde as montanhas descem até o Canal de Beagle. Ushuaia, aliás, tem página própria na Real, com os planos de seguro viagem para Ushuaia.
Equador
A Avenida dos Vulcões começa perto de Quito e segue para o sul entre duas fileiras de montanhas, com o Cotopaxi e o Chimborazo a poucas horas da capital. Baños, na mesma região, serve de base para trilhas, cachoeiras e para ver o vulcão Tungurahua.
Quito já está a cerca de 2.850 m, então a altitude se faz sentir logo no desembarque. Antes de ir, dá para comparar os planos de seguro viagem para Quito pensando nesse primeiro impacto.
Mal de altitude: como se preparar
Mal de altitude, soroche ou mal da montanha são nomes diferentes para a mesma reação do corpo à falta de oxigênio no ar. Segundo o CDC, a agência de saúde pública dos Estados Unidos, corre risco qualquer viajante que durma acima de cerca de 2.450 m sem aclimatação.
Entram nessa conta Cusco, La Paz, Quito, Bogotá e todo o Altiplano. Nos destinos em que se chega de avião acima de 3.400 m, o CDC fala em taxas de mal de altitude perto de 50%.
Os sintomas parecem de ressaca, com dor de cabeça quase sempre acompanhada de enjoo, falta de apetite, tontura ou cansaço. Eles aparecem de 2 a 12 horas depois da chegada, e dormir mal também é comum nas primeiras noites.
O que mais previne é subir devagar, dando de três a cinco dias para o corpo se acostumar. Para Cusco e La Paz, o CDC sugere passar uma ou duas noites num lugar mais baixo antes, e no Peru muitos roteiros começam pelo Vale Sagrado, que fica abaixo de Cusco.
Nas primeiras 48 horas, a orientação do CDC é evitar álcool e fazer só exercícios leves. Beber bastante água e comer pouco e leve também entram na lista de cuidados.
Existe remédio para prevenir, como a acetazolamida citada pelo CDC, mas só com receita e orientação médica. Pessoas com problema no coração, no pulmão ou outra doença crônica devem conversar com o médico antes de viajar.
No Peru e na Bolívia, chá e folha de coca são legais e aparecem em hotéis e mercados como remédio caseiro para a altitude. No Brasil, porém, a folha de coca é proibida, inclusive nos saquinhos de chá que muita gente compra de lembrança.
Confusão mental, perda de equilíbrio, sonolência forte, falta de ar mesmo parado e tosse que não passa indicam formas graves, que afetam o cérebro e os pulmões. A conduta é descer na hora e procurar atendimento médico.
Consulta, internação e remoção para uma cidade mais baixa saem caras para estrangeiros em clínicas particulares. Um seguro viagem com cobertura de despesas médicas e hospitalares e de remoção paga esse atendimento dentro dos limites do plano.
Seguro viagem para os Andes
Altitude, frio, neve e estradas de montanha fazem parte de quase toda viagem pelos Andes, em países onde a saúde privada pesa no bolso do estrangeiro. A tabela cruza as situações mais comuns com a cobertura que mais importa em cada uma.
Em Cusco, Machu Picchu e La Paz, o maior risco é de saúde. Por lá, despesas médicas e remoção são as primeiras coberturas a olhar no seguro viagem para o Peru e no seguro viagem para a Bolívia.
Na Argentina, o Decreto 366/2025 mudou a Lei de Migrações e passou a prever que o estrangeiro declare, na entrada, que tem seguro de saúde. Até outubro de 2026, porém, não tinha saído a regulamentação que diz como essa declaração será cobrada na fronteira.
O que já está em vigor desde agosto de 2026 é a Resolução 1066/2026, que permite a hospitais administrados pelo governo nacional argentino pedir seguro de saúde ou pagamento antecipado a estrangeiros sem residência permanente, em qualquer atendimento que não seja de emergência. Emergências continuam sendo atendidas para todos.
Com essa mudança, o seguro viagem para a Argentina passou a pesar ainda mais em viagens para Mendoza, Bariloche ou El Chaltén. Sem ele, uma consulta ou um exame num hospital nacional sai do bolso do viajante.
No esqui e no snowboard, o cuidado é outro, porque muitos planos só cobrem acidentes nesses esportes com um adicional específico. A página de seguro viagem para ski explica o que conferir antes de contratar.
Nas trilhas de alta montanha acontece algo parecido, já que há planos que limitam a altitude coberta ou pedem cobertura para prática esportiva. Para Patagônia, Aconcágua ou Trilha Inca, as opções estão no seguro viagem para trekking e trilhas e no seguro viagem para esportes.
Neve e cinzas vulcânicas fecham aeroportos e estradas de vez em quando na região. A cobertura de cancelamento de viagem devolve o que foi gasto com passagem e hospedagem nos casos previstos na apólice.
Para entrar na Argentina dirigindo um carro com placa brasileira, é preciso ter a carta verde, que é um seguro de responsabilidade civil e não substitui o seguro viagem. A carta verde cobre danos a terceiros no trânsito, enquanto o seguro viagem cuida da saúde e da assistência de quem viaja.
Antes de fechar qualquer plano, compensa ler as condições gerais, onde ficam limites, exclusões e regras de cada cobertura. E, se o roteiro passa por mais de um país, a lista de países que exigem seguro viagem indica onde a apólice é cobrada na imigração.
Seguro viagem para a América do Sul na Real
Uma semana na neve, um roteiro pelas ruínas incas e uma travessia de carro pedem seguros diferentes, e o plano certo depende do destino e do que você vai fazer lá. Na Real, você compara planos de várias seguradoras para a América do Sul, com o preço e as coberturas de cada um.
Para cotar, basta informar destino, datas e a idade de quem vai viajar. Os planos aparecem logo depois, com o detalhe de despesas médicas, remoção, bagagem e cancelamento.
Se o roteiro tem esqui, snowboard ou trilha em altitude, dá para ver quais planos incluem esportes antes de fechar a compra. Isso evita descobrir na hora do acidente que a atividade não estava coberta.
A Real não é uma seguradora, e sim um comparador de seguros de viagem. O nosso trabalho é reunir as opções e explicar a diferença entre elas para você escolher com segurança.
Cotar com antecedência dá tempo de comparar com calma e de embarcar sabendo o que está coberto. Na altitude de Cusco ou na neve de Bariloche, essa informação conta muito.
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