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Por Isabelle Soares • Real Seguro Viagem em 26/02/26 às 15:05.

Sail GP no Brasil: a Fórmula 1 dos mares chega ao Rio de Janeiro

Imagine barcos à vela de alta performance voando sobre a água a mais de 100 km/h, com o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar ao fundo.

Nos dias 11 e 12 de abril de 2026, o Rio de Janeiro recebe o Enel Rio Sail Grand Prix, marcando a estreia do Sail GP no Brasil e também na América do Sul.

Conhecida como a “Fórmula 1 dos mares”, a liga internacional reúne equipes nacionais competindo em catamarãs F50 idênticos, projetados para atingir velocidades impressionantes em percursos montados próximos à costa. O público acompanha tudo de perto, com visão clara das manobras e das disputas na água.

Para quem gosta de grandes eventos globais e experiências bem organizadas, o Sail GP no Brasil reúne alguns pontos que chamam atenção:

Se você quer entender por que o Sail GP no Brasil já entrou no radar de quem gosta de esporte, viagem e experiências exclusivas, comece por aqui!

O que é o SailGP e por que ele é chamado de "Fórmula 1 dos Mares"?

Se você já ouviu falar do Sail GP no Brasil e pensou “isso é tipo Fórmula 1 na água?”, a comparação faz sentido.

A liga reúne equipes nacionais, usa barcos idênticos de altíssima tecnologia e roda o mundo com um calendário de etapas em cidades estratégicas. É esporte, velocidade e competição global no mesmo pacote.

A lógica é simples: todo mundo com o mesmo equipamento. Ganha quem tiver mais técnica, estratégia e leitura de vento.

O Sail GP já passou por cenários como este, agora é a vez do Rio. (Imagem: Divulgação/Sail GP)


Origem e estrutura da competição

O SailGP nasceu em 2018, criado por Larry Ellison, cofundador da Oracle, ao lado do multicampeão Russell Coutts.

A primeira temporada aconteceu em 2019, com seis equipes. Em 2026, o campeonato já conta com 13 equipes e até 14 etapas no calendário.

Um ponto que diferencia o SailGP de competições como a America’s Cup é o modelo one-design.

Todos competem com o mesmo catamarã F50, mantido pela própria organização. Isso elimina vantagem tecnológica escondida e coloca o foco total na tripulação.

Cada etapa funciona assim:

Esse formato faz do Sail GP um campeonato de corridas intensas, curtas e decididas no detalhe.

Por que a comparação com a Fórmula 1 faz sentido

O paralelo com a F1 não é só apelido.

O campeonato tem formato de Grand Prix itinerante, passando por cidades como Nova York, Sydney, São Francisco e agora o Rio de Janeiro.

Tem também investidores famosos:

E claro, tem a parte que chama atenção de qualquer um: os F50 ultrapassam 100 km/h e literalmente levantam voo sobre a água.

A própria Forbes já definiu o campeonato como o equivalente oceânico da Fórmula 1.

Com o Sail GP no Brasil, essa estrutura global passa a fazer parte do calendário da região, facilitando para quem quer ver tudo de perto.

Catamarã F50: o “carro de corrida” do Sail GP no Brasil

Se o Sail GP no Brasil é comparado à Fórmula 1, o F50 é o equivalente direto ao carro de corrida.

Ele não só corta a água. Ele voa sobre ela.

Isso acontece por causa da tecnologia de hydrofoils, estruturas submersas que levantam o casco quando o barco ganha velocidade. Resultado: menos atrito, mais desempenho.

Engenharia do F50: o que tem por trás da velocidade

O F50 evoluiu a partir do AC50 da Copa América de 2017, mas foi redesenhado ao longo das temporadas do SailGP.

Alguns pontos que chamam atenção:

Em 2024, entrou em cena uma atualização importante: os T-foils.

Eles substituíram os foils em formato de L e trouxeram:

O impacto foi direto no cronômetro. A equipe do Canadá registrou 101,98 km/h, recorde do campeonato.

30 mil dados por segundo: como a tecnologia decide a regata

Cada F50 coleta até 30.000 pontos de dados por segundo.

Essas informações ajudam a tripulação a ajustar rota, altura de voo e leitura de vento em tempo real. Depois da corrida, tudo vira análise estratégica.

A tecnologia é fornecida pela Oracle e compartilhada entre as equipes. Todos têm acesso às mesmas informações. O diferencial está em como cada time interpreta e reage.

Você piscou, eles já passaram voando. (Imagem: Divulgação/Sail GP)


Quem faz o F50 voar

O barco é operado por uma equipe enxuta, com funções bem definidas:

No Sail GP no Brasil, essa coordenação acontece em segundos. Um ajuste atrasado pode custar posições. Uma decisão certa pode garantir a final.

Enel Rio Sail Grand Prix 2026: o Sail GP no Brasil finalmente confirmado

A estreia do Sail GP no Brasil movimentou o cenário náutico desde o primeiro anúncio.

A etapa que aconteceria em maio de 2025 precisou ser cancelada após um problema estrutural identificado nos wingsails de alguns F50. A organização optou por revisar todo o sistema antes de seguir com o calendário.

Agora está confirmado: o Rio recebe o circuito nos dias 11 e 12 de abril de 2026.

Data, local e como vai funcionar o evento

O Enel Rio Sail Grand Prix acontece na Baía de Guanabara, com o Race Stadium montado à beira-mar, de frente para a área de regata.

Na prática, você fica perto da ação.

A programação segue o padrão internacional do campeonato:

Sábado, 11 de abril de 2026

Domingo, 12 de abril de 2026

Os horários podem mudar conforme o vento e as condições na água, algo natural em uma competição como o Sail GP.

O que aconteceu em 2025 e por que a etapa foi adiada

A etapa brasileira estava marcada para 3 e 4 de maio de 2025.

Durante o Grand Prix de São Francisco, a wingsail da equipe australiana sofreu uma ruptura logo após a largada. A investigação apontou um defeito na adesão do material no núcleo do painel da alma de cisalhamento em algumas velas rígidas.

O CEO Russell Coutts classificou a decisão de cancelar como necessária para manter o padrão de segurança da liga.

Quem tinha ingresso recebeu reembolso integral.

Com os ajustes concluídos e o calendário reorganizado, o Sail GP no Brasil volta ao mapa em 2026, marcando a primeira regata oficial do circuito mundial em território brasileiro.

Mubadala Brazil SailGP Team: o Brasil no centro do Sail GP no Brasil

Ter uma equipe nacional já seria motivo de atenção.

Mas no Sail GP no Brasil, essa presença carrega um significado maior.

O Mubadala Brazil SailGP Team estreou na temporada 2024/25 e entrou para a história como a primeira equipe liderada por uma mulher na liga.

A presença brasileira passa a representar também um avanço dentro do próprio circuito.

Martine Grael: do ouro olímpico ao comando do F50

À frente do time está Martine Grael, nascida em Niterói e bicampeã olímpica na classe 49er FX.

Ela conquistou o ouro nos Jogos Rio 2016 e Tóquio 2020, ao lado de Kahena Kunze.

O sobrenome também carrega tradição. Martine é filha de Torben Grael, campeão olímpico, e irmã de Marco Grael, que integra o time brasileiro como grinder no F50.

Ao assumir o posto de driver, Martine se tornou a primeira mulher a pilotar um F50 no SailGP.

Em entrevista ao Olympics.com, ela comentou que espera que, no futuro, isso deixe de ser uma questão. A tecnologia embarcada no campeonato ajuda a reduzir barreiras físicas e amplia o espaço para diversidade na competição.

No Sail GP no Brasil, isso coloca uma atleta brasileira no centro de um campeonato mundial.

Martine Grael, de medalha no peito ao comando da equipe brasileira no SailGP. (Imagem: Bernat Armangue/AP)


Resultados na água e impacto fora dela

Na temporada 2024-25, o Brasil conquistou uma vitória em regata de frota no Grand Prix de Nova York.

No ranking geral da temporada 2026, após a primeira rodada em Perth, a equipe ocupa a 10ª posição.

Além do desempenho esportivo, o time também se destacou na Impact League, o ranking paralelo que mede sustentabilidade e inclusão. O Brasil terminou em 2º lugar na temporada 2024-25.

Um dos projetos que ganhou atenção foi a ação de limpeza na Ilha Pombeba, na Baía de Guanabara.

A equipe mobilizou mais de 40 pescadores locais e retirou 4.139 kg de resíduos plásticos da área. A iniciativa gerou renda temporária, incentivou reciclagem e atraiu pesquisadores para estudar microplásticos na região.

Para quem acompanha o Sail GP no Brasil, as regatas vêm junto com o orgulho de ver o Brasil bem representado dentro e fora da água.

Ingressos e experiências no Sail GP no Brasil: onde assistir

O Sail GP no Brasil foi pensado para aproximar o público da regata.

Aqui você não fica longe da ação. As corridas acontecem perto da costa e o Race Stadium concentra a movimentação do evento.

Você escolhe o nível de experiência.

Waterfront Grandstand: arquibancada de frente para a regata

O ingresso Waterfront Grandstand coloca você na arquibancada elevada do Race Stadium, com vista direta para a área de prova na Baía de Guanabara.

O que está incluído:

Valores dos ingressos para o Sail GP no Brasil no Rio (Imagem: Reprodução)


Há opções de meia-entrada para estudantes, pessoas com 60 anos ou mais, jovens de baixa renda com ID Jovem, pessoas com deficiência, professores da rede pública do RJ e jovens até 21 anos.

Também existem pacotes familiares com desconto.

Se você quer ver o Sail GP no Brasil com visão clara da largada à chegada, essa é a escolha direta.

VELA Beach Club: lounge à beira da água

O VELA Beach Club é a área de hospitalidade premium do evento.

Funciona como um lounge estruturado na beira da água, combinando regata, gastronomia e ambiente reservado.

O ingresso inclui:

Para grupos com 25 pessoas ou mais, há condições especiais mediante solicitação.

Em algumas etapas internacionais, existe também o VELA Privé, formato corporativo com espaço reservado e atendimento personalizado.

A experiência varia do ingresso padrão à hospitalidade completa, dependendo de como você quer viver o fim de semana na Baía de Guanabara.

Gosta de viajar com conforto, exclusividade e bons serviços? Então confira nosso artigo sobre turismo de luxo!

Baía de Guanabara: o palco do Sail GP no Brasil

Não foi por acaso que o Sail GP no Brasil escolheu a Baía de Guanabara.

O Rio entrega três coisas que contam muito para uma etapa do circuito: vento consistente, área ampla para regata e infraestrutura para receber público internacional.

E tudo isso dentro da cidade.

Cartão-postal de fundo, regata na frente

A linha de prova fica com vista direta para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.

É um cenário conhecido, mas que passa a fazer parte da experiência da regata.

A Baía de Guanabara tem:

O formato de stadium racing aproxima os barcos da costa. Isso significa F50 passando perto da margem, com o público acompanhando cada manobra quase no nível da água.

Pontos como Botafogo, Flamengo e a Marina da Glória fazem parte da área do evento.

Esporte + viagem no mesmo fim de semana

Para quem vem de fora, a etapa do Rio encaixa fácil em um roteiro de viagem.

Você pode combinar as regatas com:

Hotéis, restaurantes e passeios ficam a poucos minutos da área do evento.

O Sail GP no Brasil acaba sendo uma boa desculpa para passar um fim de semana inteiro no Rio com programação definida durante o dia e cidade aberta à noite.

Para aproveitar melhor o fim de semana, confira também nosso guia completo sobre o que fazer no Rio de Janeiro.

As 13 equipes do Sail GP no Brasil e da temporada 2026

A temporada 2026 do campeonato reúne 13 equipes nacionais. É o maior grid da história do circuito.

Com a entrada da Artemis SailGP Team, da Suécia, o campeonato ganhou mais um nome forte na briga por pontos.

Quem é quem no grid de 2026

Aqui está o panorama completo das equipes que disputam a temporada:

Panorama das equipes do Sail GP 2026, com destaque para o Mubadala Brazil (Imagem: Reprodução)


No Sail GP no Brasil, a atenção fica especialmente na Austrália, Grã-Bretanha e França, que vêm brigando pelas primeiras posições.

Como começou a temporada 2026

A primeira etapa aconteceu em Perth, Austrália.

Resultado da rodada inicial:

Ainda é começo de campeonato. A etapa do Rio pode mexer bastante na classificação geral.

Sete regatas de frota e uma final costumam deixar a disputa aberta até o último dia.

Impact League: o outro pódio do Sail GP no Brasil

No Sail GP no Brasil, não existe só classificação na água.

Existe também a Impact League, uma disputa paralela que mede o que cada equipe faz fora da regata, com foco em sustentabilidade e inclusão social.

É como um segundo campeonato acontecendo ao mesmo tempo.

Como funciona esse ranking paralelo

A Impact League foi criada em 2021 e é obrigatória para todas as equipes.

Cada time precisa desenvolver projetos junto a uma organização sem fins lucrativos aprovada pelo SailGP, dentro de quatro frentes:

Os projetos são avaliados por um painel independente, que distribui pontos ao longo da temporada.

No fim do ano, a equipe vencedora recebe um prêmio financeiro para repassar à sua organização parceira.

Na temporada 2024/25, a Emirates GBR ficou em primeiro lugar. O Brasil terminou em 2º, mostrando que também está competitivo fora da água.

Com isso, o evento ganha relevância também fora das regatas.

O projeto brasileiro na Ilha Pombeba

A ação da Mubadala Brazil na Baía de Guanabara ganhou destaque internacional.

Em parceria com a ONG Nas Marés, a equipe organizou a limpeza da Ilha Pombeba, área de proteção ambiental afetada por poluição plástica.

Os números chamam atenção:

O projeto gerou renda temporária, apoio científico e recuperação ambiental.

Seguro viagem para curtir o Sail GP no Brasil sem dor de cabeça

Se você está organizando a viagem para o Sail GP no Brasil, tem um item que precisa entrar na sua lista: seguro viagem.

Mesmo viajando dentro do país, imprevistos acontecem. Atendimento médico, atraso de voo, bagagem extraviada. Tudo isso pode impactar um fim de semana que envolve ingresso, hotel e deslocamento.

Principalmente em um evento ao ar livre, com grande público e programação concentrada em dois dias.

Vale a pena contratar seguro mesmo em viagem nacional?

O Brasil não exige seguro para deslocamentos internos.

Mas quando você já investiu em:

Ter cobertura médica e assistência 24h centralizada pode evitar gasto inesperado e estresse.

Para quem vem do exterior, o seguro se torna ainda mais importante, cobrindo:

É uma camada extra de proteção para curtir o evento focado na regata, não em resolver problemas.

No nosso canal do YouTube, reunimos um vídeo especial explicando o seguro viagem nacional de forma simples:

Real Seguro Viagem: somos a primeira comparadora do Brasil

A Real Seguro Viagem é a primeira comparadora de seguro viagem do Brasil.

Nascemos em 2008 com a proposta de simplificar a escolha do seguro. Em vez de pesquisar seguradora por seguradora, você compra tudo em um só lugar.

Hoje já atendemos mais de 2 milhões de clientes, conectando viajantes às principais seguradoras do mercado.

O que você encontra na Real Seguro Viagem

Ao cotar para o Sail GP no Brasil, você consegue:

A ideia é simples. Você informa destino e datas, compara planos em minutos e escolhe o que faz sentido para o seu perfil.

Se você está planejando sua ida ao Sail GP no Brasil, faça uma cotação antes de fechar a mala. É rápido e pode evitar gastos altos em caso de imprevistos!

Calendário 2026: por onde o Sail GP durante o ano inteiro

A temporada 2026 do campeonato roda o mundo de janeiro a novembro, com 13 etapas confirmadas em cinco continentes.

O Sail GP no Brasil é a quarta parada do ano e marca a estreia do circuito na América do Sul.

Todas as etapas da temporada 2026

A etapa do Sail GP no Brasil acontece logo após o bloco da Oceania e antes da sequência na América do Norte.

Como assistir e acompanhar o Sail GP no Brasil

Todas as etapas têm transmissão ao vivo na plataforma oficial do SailGP e em canais parceiros.

Quem assina o SailGP+ tem acesso a:

No caso do Sail GP no Brasil, a venda começou em janeiro de 2026, com pré-venda para assinantes entre 19 e 22 de janeiro e abertura ao público geral a partir de 23 de janeiro.

Se você não for ao Rio, dá para acompanhar online. Se for, já sabe a data e onde garantir o ingresso.

Como chegar ao Sail GP no Brasil: transporte, entrada e acesso

Se você já garantiu ingresso para o Sail GP no Brasil, o próximo passo é planejar como chegar ao Race Stadium sem estresse.

A organização recomenda priorizar o transporte público, principalmente por causa do fluxo de pessoas nos dois dias de evento.

Transporte e acesso ao Race Stadium

O app Moovit é indicado para montar sua rota usando:

A região da Baía de Guanabara é bem conectada aos principais bairros turísticos do Rio.

Se for usar transporte por aplicativo, é importante sair com antecedência. Nos horários próximos às regatas, o trânsito tende a aumentar nas vias de acesso.

Outro ponto sobre o Sail GP no Brasil:
Os ingressos são 100% digitais.

Você entra apresentando o QR code no celular, pelo app Fever ou diretamente no dispositivo.

Algumas orientações importantes:

Acessibilidade no evento

O Sail GP no Brasil conta com estrutura adaptada para pessoas com mobilidade reduzida.

Áreas acessíveis estão disponíveis nas:

Acompanhantes de pessoas com deficiência que necessitem de auxílio têm direito a ingresso gratuito.

Dúvidas específicas podem ser enviadas para o e-mail oficial do evento.

Com transporte planejado e ingresso organizado no celular, você já elimina duas preocupações antes mesmo da primeira largada.

A Baía de Guanabara está pronta para virar palco mundial. (Imagem: Unsplash)


Sail GP no Brasil: o que esperar dessa estreia no Rio

O Sail GP no Brasil coloca o Rio de Janeiro no calendário de um dos campeonatos mais tecnológicos da vela mundial.

Lá você encontra:

É um evento global acontecendo dentro do Brasil!

A presença de Martine Grael no comando do time brasileiro adiciona um elemento forte à etapa. Estamos falando de uma bicampeã olímpica liderando a primeira equipe comandada por uma mulher na liga.

Some a isso o grid com investidores como atletas e atores internacionais, o formato de regatas curtas e a disputa paralela da Impact League. O resultado é um campeonato que mistura velocidade, tecnologia e responsabilidade ambiental.

No fim das contas, o Sail GP no Brasil é uma chance de acompanhar de perto um circuito que normalmente passa por cidades como Nova York, Sydney e Dubai.

Agora ele passa pelo Rio.

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Você escolhe o plano que combina com seu perfil e viaja com cobertura para:

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