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Quanto custa um Seguro Residencial? Guia completo de preços 2026

Descubra quanto custa um seguro residencial em 2026: valores médios, fatores que influenciam o preço e como economizar. Compare e escolha o melhor!

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Emilly Chagas 08 de jan. de 2026
imagem de capa da publicação Quanto custa um Seguro Residencial? Guia completo de preços 2026

"Quanto vou pagar?" É provavelmente a primeira pergunta que passa pela sua cabeça ao pensar em contratar um seguro residencial. E não é à toa: entender os custos envolvidos é fundamental para tomar uma decisão consciente sobre a proteção do seu patrimônio.

A boa notícia é que o seguro residencial é muito mais acessível do que a maioria das pessoas imagina. Por valores que variam entre o custo de uma pizza e um jantar em família por mês, você pode proteger um patrimônio que levou anos para construir.

Neste guia completo, vamos destrinchar todos os aspectos que influenciam o preço do seguro residencial, mostrar valores reais praticados no mercado brasileiro, comparar as principais seguradoras e, principalmente, ensinar você a economizar na contratação sem abrir mão da qualidade. Ao final, você terá todas as informações para fazer uma escolha inteligente e adequada ao seu bolso.

mãos segurando uma casinha em sinal de proteção (Fonte: Canva)
Descubra quanto custa um bom seguro residencial e contrate o seu! (Fonte: Canva)


Qual a média de um Seguro Residencial no Brasil?

O mercado brasileiro de seguros residenciais trabalha com uma amplitude considerável de valores, refletindo a diversidade de imóveis e necessidades dos brasileiros. Em 2026, os preços anuais variam entre R$ 200 e R$ 1.500, dependendo de múltiplos fatores que veremos adiante.

Traduzindo para valores mensais, que facilitam o planejamento financeiro, estamos falando de uma faixa entre R$ 30 e R$ 120 por mês. Para a maioria dos brasileiros com imóveis de valor médio, o custo fica entre R$ 40 e R$ 80 mensais.

A variação por tipo de imóvel é significativa. Um apartamento de 2 quartos em prédio com portaria, por exemplo, costuma ter seguro entre R$ 35 e R$ 65 por mês. Já uma casa de 3 quartos, por ter mais área exposta e riscos adicionais, geralmente fica entre R$ 60 e R$ 100 mensais. Coberturas e duplex, por sua vez, podem chegar a R$ 120-150 por mês devido ao maior valor patrimonial e complexidade da estrutura.

Para colocar em perspectiva: R$ 50 por mês é menos do que você gasta com serviços de streaming, equivale ao preço de uma pizza delivery ou uma ida ao cinema. Esse valor relativamente baixo protege um patrimônio de centenas de milhares de reais, tornando o seguro residencial um dos investimentos em proteção mais eficientes disponíveis.

Os valores variam tanto entre seguradoras porque cada uma tem sua política de precificação, estrutura de custos operacionais, público-alvo e apetite a risco. Seguradoras digitais, por exemplo, conseguem oferecer preços mais competitivos por terem custos menores com estrutura física.

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Como o valor do Seguro Residencial é calculado?

O cálculo do seguro residencial não é aleatório. As seguradoras utilizam algoritmos sofisticados que avaliam dezenas de variáveis para determinar o risco específico do seu imóvel e, consequentemente, quanto você vai pagar.

A localização do imóvel é provavelmente o fator mais determinante. As seguradoras analisam o CEP específico, cruzando dados sobre índices de criminalidade da região, histórico de desastres naturais, infraestrutura urbana e até a proximidade de corpos de bombeiros. Um apartamento idêntico pode custar 30% a mais para segurar se estiver em um bairro com altos índices de roubo comparado a uma região mais tranquila. Áreas sujeitas a enchentes, deslizamentos ou outros eventos naturais também encarecem o seguro.

O valor segurado impacta diretamente no prêmio. Quanto maior a soma que você deseja assegurar (imóvel + conteúdo), maior será o valor pago. Se você declara R$ 300 mil em bens, naturalmente pagará mais do que alguém que segura R$ 150 mil. Por isso é crucial fazer uma avaliação realista, nem subestimando (ficando subprotegido) nem superestimando (pagando mais que o necessário).

O tipo de construção entra na equação de risco. Casas de alvenaria com estrutura moderna são consideradas mais seguras e têm prêmios menores. Já construções de madeira, por terem maior risco de incêndio, costumam ser até 20% mais caras para segurar. Construções mistas ou com materiais não convencionais passam por análise específica.

A idade do imóvel também conta. Imóveis novos, construídos nos últimos 5 anos com materiais modernos e dentro das normas técnicas atuais, tendem a ter preços mais atrativos. Construções antigas, especialmente as com mais de 30 anos, podem ter prêmios majorados devido ao maior risco de problemas estruturais, instalações elétricas e hidráulicas defasadas.

Os itens de segurança são seus maiores aliados para conseguir descontos. Alarmes monitorados podem reduzir o prêmio em até 15%, cercas elétricas em até 10%, portaria 24 horas em até 8%, câmeras de segurança em até 5% e portas blindadas/grades em até 5%. Esses descontos são cumulativos, ou seja, um imóvel bem protegido pode ter redução total de 20-25% no valor do seguro.

O perfil do segurado importa mais do que você imagina. Quem nunca teve sinistros anteriores consegue melhores preços. Algumas seguradoras também consideram a profissão (profissionais com renda estável, como servidores públicos, podem ter condições especiais) e até mesmo o score de crédito, pois indicam responsabilidade financeira.

As coberturas contratadas naturalmente influenciam o custo. Um seguro básico com apenas incêndio e roubo custa menos da metade de um seguro completo que inclui responsabilidade civil, danos elétricos, assistência 24h e múltiplas coberturas adicionais. Você paga pelo nível de proteção que escolhe.

Por fim, a franquia escolhida tem relação inversa com o prêmio: quanto maior a franquia (valor que você paga do bolso em caso de sinistro), menor o custo mensal do seguro. Optar por uma franquia de R$ 2.000 ao invés de R$ 500 pode reduzir seu prêmio em 15-20%.

Cálculo do valor segurado

Definir o valor segurado correto é uma arte que equilibra proteção adequada e custo justo. Muitas pessoas erram nesse ponto crucial, seja por subestimar seus bens (ficando desprotegidas), seja por superestimar (pagando mais que o necessário).

O primeiro passo é entender a diferença entre valor venal e valor de reposição. O valor venal é quanto seu imóvel vale no mercado hoje, considerando depreciação. Já o valor de reposição é quanto custaria reconstruir seu imóvel do zero ou repor todos os seus bens por novos. Para seguro residencial, o que importa é o valor de reposição, pois é isso que você precisaria em caso de sinistro total.

A importância de não subestimar os bens não pode ser ignorada. Faça este exercício mental: quanto custaria comprar hoje todos os móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, roupas, utensílios e objetos pessoais da sua casa? A maioria das pessoas se surpreende ao descobrir que tem muito mais patrimônio do que imaginava. Um sofá pode custar R$ 3.000, uma geladeira R$ 4.000, um computador R$ 5.000, e assim por diante. Some tudo e você facilmente chega a R$ 50.000 a R$ 100.000 apenas em conteúdo.

Para fazer um inventário patrimonial eficiente, percorra cada cômodo da casa anotando item por item e seus valores aproximados de reposição. Inclua roupas, calçados, livros, utensílios de cozinha, ferramentas, equipamentos esportivos, objetos de decoração. Tire fotos dos bens de maior valor e guarde notas fiscais quando possível. Esse documento será precioso tanto na contratação quanto em eventual sinistro.

Quanto à estrutura do imóvel, o cálculo por metragem quadrada é comum. O valor médio de construção no Brasil em 2026 varia entre R$ 2.000 e R$ 3.500 por metro quadrado, dependendo do padrão da construção (popular, médio ou alto). Multiplique a área construída pelo valor por m² para ter uma estimativa do valor de reconstrução.

Por fim, lembre-se do ajuste anual do valor segurado. Com a inflação e a valorização dos imóveis, é fundamental revisar anualmente os valores segurados. A maioria das apólices tem reajuste automático baseado em índices econômicos, mas vale conferir se o ajuste está adequado à realidade do seu patrimônio.

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Quanto custa um Seguro Residencial completo?

Quando falamos em seguro residencial completo, estamos nos referindo a uma apólice que vai muito além das coberturas básicas, oferecendo proteção abrangente para praticamente qualquer eventualidade que possa afetar seu imóvel e seus bens.

Um seguro considerado completo tipicamente inclui: cobertura para incêndio, raio e explosão; danos elétricos; roubo e furto qualificado; vendaval, granizo e fumaça; impacto de veículos; quebra de vidros; responsabilidade civil familiar; danos a equipamentos eletrônicos; perda ou pagamento de aluguel; desmoronamento; vazamento de tubulações; e assistência com múltiplos serviços. Algumas apólices premium ainda incluem cobertura para jardins, piscinas, quadras esportivas e até obras de arte.

A faixa de preço para uma cobertura completa varia consideravelmente, mas vamos trabalhar com exemplos práticos para você ter uma ideia clara do investimento necessário.

Para um apartamento de 2 quartos (60-80m²) em prédio com portaria, localizado em bairro de classe média, com valor segurado de R$ 250.000 (imóvel + conteúdo), o seguro completo custa entre R$ 45 e R$ 75 por mês. Isso representa um investimento anual de R$ 540 a R$ 900. Considerando que você está protegendo um quarto de milhão de reais, o custo-benefício é excepcional.

Uma casa de 3 quartos (120-150m²) com valor segurado de R$ 400.000 teria um seguro completo custando entre R$ 70 e R$ 110 por mês, totalizando R$ 840 a R$ 1.320 por ano. O valor é proporcionalmente maior que o apartamento devido à maior exposição a riscos (sem portaria, mais área exposta, terreno, muro, portão).

Já uma cobertura ou imóvel de alto padrão (200m²+) com valor segurado de R$ 700.000 ou mais pode ter seguro completo entre R$ 120 e R$ 180 mensais, chegando a R$ 1.440 a R$ 2.160 anuais.

A diferença de preço entre um seguro básico (apenas incêndio e roubo) e um completo costuma ser de 40% a 60%. Por exemplo, se o básico custa R$ 35/mês, o completo sai por cerca de R$ 55-65/mês. Considerando que por mais R$ 20-30 por mês você ganha pelo menos 8 coberturas adicionais e assistência 24h, a questão que fica é: vale a pena economizar R$ 300 por ano e ficar vulnerável a diversos riscos?

A resposta, na maioria dos casos, é não. O investimento extra em um seguro completo proporciona tranquilidade verdadeira, pois você sabe que está protegido contra praticamente qualquer eventualidade, não apenas contra os dois ou três riscos mais óbvios.

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Quanto custa um seguro contra incêndio residencial?

O seguro contra incêndio isolado merece uma seção especial porque muitas pessoas ainda o confundem com o seguro residencial completo, e também porque é frequentemente o seguro mínimo exigido por bancos em casos de financiamento imobiliário.

A diferença fundamental é que o seguro contra incêndio residencial cobre apenas danos causados por fogo, explosão e queda de raio. Ele não protege contra roubo, danos elétricos, responsabilidade civil, desastres naturais (exceto raio) ou qualquer outro tipo de sinistro. É uma proteção unidimensional.

Por ser tão limitado, os valores do seguro contra incêndio isolado são significativamente mais baixos. Para um imóvel avaliado em R$ 300.000, o seguro incêndio puro custa entre R$ 150 e R$ 300 por ano, ou seja, algo entre R$ 12 e R$ 25 por mês. É realmente muito barato.

Esse seguro é mais barato que o residencial completo justamente por cobrir apenas um risco específico. As seguradoras sabem que a probabilidade de um incêndio total é estatisticamente baixa (cerca de 0,3% ao ano), então podem cobrar prêmios menores. Quando você adiciona roubo, danos elétricos e outros riscos mais frequentes, o cálculo atuarial muda completamente.

O seguro contra incêndio se torna obrigatório quando você financia um imóvel pela Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil ou qualquer outra instituição financeira. O banco exige essa proteção como garantia de que, mesmo se o imóvel for destruído por fogo, o valor do financiamento estará assegurado. O seguro precisa cobrir pelo menos o saldo devedor do financiamento.

No entanto, as limitações da cobertura apenas de incêndio são enormes. Imagine que você é roubado e perde R$ 30.000 em bens: o seguro incêndio não cobre nada. Ou se um raio causa uma sobrecarga elétrica que queima todos os seus eletrodomésticos: sem cobertura para danos elétricos, você arca com tudo. Um vazamento que danifica o apartamento do vizinho? Sem responsabilidade civil, o prejuízo é todo seu.

Por isso, mesmo que o banco só exija o seguro incêndio, vale muito a pena investir a diferença e contratar um seguro residencial completo. Estamos falando de adicionar R$ 30-50 mensais para multiplicar sua proteção por 10. A matemática é simples: por menos de R$ 2 por dia, você transforma uma proteção básica em uma rede de segurança abrangente.

Como economizar no Seguro Residencial

Ninguém quer pagar mais do que o necessário, e felizmente existem diversas estratégias legítimas para reduzir o custo do seguro residencial sem comprometer a qualidade da proteção.

Instalar itens de segurança é o investimento que mais traz retorno. Um alarme monitorado que custa R$ 50-80/mês pode gerar desconto de 15% no seguro, economizando R$ 100-150 por ano. Uma cerca elétrica (investimento único de R$ 2.000-4.000) pode render desconto de 10% pelo resto da vida. Câmeras de segurança, grades e portas reforçadas também contam pontos. O investimento se paga em 2-3 anos apenas com a economia no seguro, sem contar a segurança adicional real.

Aumentar a franquia é uma estratégia inteligente para quem tem reserva financeira. Se você pode arcar com R$ 2.000 em caso de sinistro pequeno ao invés de R$ 500, optar por franquia maior pode reduzir seu prêmio em 15-20%. Para quem tem seguro de R$ 70/mês, isso significa economizar R$ 10-14 mensais, ou R$ 120-168 por ano. Use o seguro para grandes sinistros e assuma pequenos prejuízos.

Pagar anualmente à vista quase sempre garante desconto. As seguradoras preferem receber o valor total de uma vez e recompensam essa escolha com descontos de 5-10%. Se seu seguro custa R$ 720/ano parcelado, pode sair por R$ 650-685 à vista. É uma economia de R$ 35-70 que vale a pena se você tem o montante disponível.

Contratar online com seguradoras digitais elimina custos intermediários. Sem corretores, sem estrutura física, sem burocracia presencial, seguradoras como a Real conseguem preços até 25% menores que o mercado tradicional. A economia pode chegar a R$ 200-300 por ano.

Manter bom histórico sem sinistros é recompensado. A cada ano sem acionar o seguro, você pode receber descontos de até 5% cumulativos, chegando a 20% após quatro anos. Vale a pena resolver pequenos problemas do bolso e usar o seguro apenas para sinistros relevantes.

Vale a pena contratar? Análise de custo-benefício

Agora que você conhece todos os valores envolvidos, vamos fazer a análise fria e racional: vale a pena investir em seguro residencial?

A comparação direta entre custo do seguro versus valor do patrimônio é reveladora. Se você paga R$ 60 por mês (R$ 720/ano) para proteger um imóvel de R$ 300.000 mais R$ 80.000 em bens, está investindo 0,19% do valor total do patrimônio em proteção. É menos de 0,2% para ter 100% de tranquilidade. Qualquer investimento financeiro que te prometesse retorno de 500x em caso de necessidade seria considerado excepcional.

Exemplos práticos de ROI são ainda mais impactantes. Imagine um incêndio parcial que causa R$ 50.000 em danos à sua casa. Você pagou R$ 720 naquele ano de seguro. A seguradora pagou R$ 50.000. Seu retorno foi de 6.944% sobre o investimento. Ou um roubo de R$ 30.000 em bens: você pagou R$ 720, recebeu R$ 30.000, retorno de 4.166%. Claro que ninguém quer passar por sinistros, mas esses números mostram o poder protetor do seguro.

Quanto você pagaria do bolso sem seguro? Um vazamento que danifica o apartamento vizinho pode custar R$ 20.000-40.000 em reparos e processos judiciais. Um incêndio que atinge parte significativa da casa pode ultrapassar R$ 100.000 facilmente. Um roubo completo de eletrônicos e eletrodomésticos soma R$ 30.000-50.000. Danos elétricos que queimam múltiplos aparelhos chegam a R$ 15.000. São valores que podem comprometer anos de economia ou forçar endividamento pesado.

Casos reais de sinistros e valores salvos ilustram bem a questão. Uma família em São Paulo teve um curto-circuito que causou incêndio na cozinha, danificando móveis, eletrodomésticos e parte da estrutura. Prejuízo total: R$ 68.000. Pagavam R$ 55/mês de seguro. A seguradora cobriu tudo menos a franquia de R$ 1.500. Sem seguro, teriam perdido suas economias. Outro caso: inquilino causou vazamento que atingiu 3 apartamentos abaixo. A conta de reparos chegou a R$ 35.000. A responsabilidade civil do seguro cobriu tudo.

A tranquilidade financeira e emocional não tem preço mensurável, mas é talvez o maior benefício. Dormir sabendo que você e sua família estão protegidos, que um imprevisto não vai destruir anos de trabalho, que você pode reconstruir sua vida se necessário. Essa paz de espírito vale mais que os R$ 50-80 mensais que você investe.

Seguro Residencial da Real: Preços Competitivos

A Real entrou no mercado de seguros residenciais com uma proposta clara: oferecer proteção de qualidade a preços justos e acessíveis, com processo totalmente simplificado.

Os valores praticados pela Real ficam entre R$ 380 e R$ 950 por ano para coberturas completas, o que representa R$ 32 a R$ 80 mensais. Esses preços colocam a Real entre as opções mais competitivas do mercado brasileiro, frequentemente 15-25% abaixo das seguradoras tradicionais.

Conseguimos preços competitivos por diversos motivos. Primeiro, a operação é 100% digital, sem custos com agências físicas, grandes equipes de vendas presenciais ou estruturas pesadas. Segundo, não trabalhamos com intermediários e corretores tradicionais, eliminando comissões que encarecem o produto. Terceiro, utilizamos tecnologia de ponta para análise de risco e gestão de apólices, aumentando eficiência e reduzindo custos operacionais.

A parceria com a Sancor traz vantagens cruciais. Com mais de 80 anos de experiência no mercado de seguros e presença consolidada na América Latina, a Sancor oferece solidez financeira, expertise em gestão de riscos e uma rede estabelecida de prestadores de serviço. Essa combinação permite que a Real ofereça segurança de uma grande seguradora com agilidade e preços de uma empresa digital.

O processo online não apenas reduz custos, mas também beneficia diretamente o cliente. Você faz a cotação em 3 minutos informando dados básicos do imóvel, recebe a proposta instantaneamente com total transparência sobre coberturas e valores, contrata em menos de 10 minutos sem burocracia, recebe a apólice por email , e gerencia tudo pelo site ou app. Zero papelada, zero filas, zero complicação.

A transparência na precificação é um diferencial da Real. Mostramos claramente o que está incluído em cada plano, os limites de cada cobertura, as exclusões, a franquia aplicável e o valor total sem taxas escondidas. Você sabe exatamente o que está comprando e quanto está pagando.

A simulação gratuita e sem compromisso leva literalmente 2 minutos. Você não precisa fornecer CPF ou telefone para ver o preço, não recebe ligações de vendedores, não fica preso a nada. É informação pura para você decidir com consciência.

Quanto às formas de pagamento e parcelamento, a Real oferece máxima flexibilidade: pagamento anual à vista com desconto, parcelamento em até 12 vezes no cartão de crédito sem juros, débito automático mensal, e pagamento via PIX. Você escolhe o que melhor se encaixa no seu orçamento.

Faça agora sua simulação gratuita e descubra quanto custa proteger seu lar com a Real. Acesse nosso site e em menos de 3 minutos você terá uma proposta personalizada. Preços competitivos, coberturas completas e a tranquilidade de estar protegido por uma parceria sólida e confiável.

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Perguntas Frequentes sobre preços de Seguro Residencial

Veja as principais dúvidas sobre os valores do seguro residencial.

Qual o seguro residencial mais barato?O preço aumenta todo ano?Posso cancelar se ficar caro?Tem diferença de preço entre estados?

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